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sábado, 6 de julho de 2013

DÍZIMO - Uma obrigação ou uma questão de fé?


O dízimo é uma obrigação ou uma questão de fé? 

É impressionante a desinformação que muitos crentes ainda têm sobre essa doutrina. Neste blog já escrevi alguns artigos sobre este tema, usando textos e contextos, mas mesmo assim recebo questionamentos, até mesmo de pastores que me escrevem, tentando convencer-me que o dízimo é uma doutrina em vigor que não deve ser encarado como obrigação, mas como uma questão de fé. Outros ainda me acusam de herege e me perguntam sobre como as igrejas pagarão suas contas de água, luz, telefone e outras despesas; ou ainda como se manterão missionários e se expandirá a obra de evangelização sem o dízimo.

Diante de tais questionamentos, sinto-me no dever de esclarecer ainda mais sobre algo que por muitos anos me foi encoberto, assim como ainda o é para muitos. É claro que por tomar uma posição contrária a essa doutrina, fiz-me inimigos de muitos, perdendo meus privilégios como obreiro na denominação que ainda freqüento. Mas, diante do que a Bíblia claramente ensina sobre esse tema, eu digo a mesma coisa que Pedro e os apóstolos disseram às autoridades eclesiásticas que queriam proibi-los de ensinar a verdade do evangelho: Mais importa obedecer a Deus do que aos homens.” (Atos 5:29).

DÍZIMO NA BÍBLIA ERA ALIMENTO E NUNCA FOI DINHEIRO.

Em toda a bíblia há 34 referencias direta ao dízimo, sendo 25 no Antigo Testamento e apenas 09 no Novo Testamento. Nenhuma dessas referencias mostra que o dizimo em algum momento foi entregue em dinheiro pelos judeus, povo a quem foi dada as leis, inclusive a do dízimo. O dizimo bíblico sempre foi alimento, mas alguns tentam justificar o pagamento em dinheiro na atualidade, alegando que os judeus eram pobres, cuja economia advinha da agropecuária, por isso davam dízimos do fruto da terra e do rebanho. Mas vejamos o que Deus promete a Abraão em relação aos judeus: "Então disse a Abrão: Sabes, de certo, que peregrina será a tua descendência em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos, Mas também eu julgarei a nação, à qual ela tem de servir, e depois sairá com grande riqueza." (Gênesis 15:13,14). O que Deus prometeu a Abrão cumpriu-se quando tirou os hebreus do Egito para levá-los a terra que manava leite e mel. “E eu darei graça a este povo aos olhos dos egípcios; e acontecerá que, quando sairdes, não saireis vazios, Porque cada mulher pedirá à sua vizinha e à sua hóspeda jóias de prata, e jóias de ouro, e vestes, as quais poreis sobre vossos filhos e sobre vossas filhas; e despojareis os egípcios”(Êxodo 3:21,22). 

Como vimos, os judeus saíram do Egito ricos, pois Deus proveu riquezas pra eles, mas dessas riquezas não exigiu dízimos. Também, na caminhada de Israel do Egito à terra prometida durante 40 anos nenhum dizimo foi exigido do povo. Somente após eles tomarem posse da terra prometida e a partir do momento que a terra produzisse seus frutos era que os judeus haveriam de entregá-los (Deuteronômio 26;1,2).

Ao estabelecer a lei dos dízimos para Israel, o Senhor determinou que tudo fosse observado, conforme os preceitos que Ele entregou a Moisés. Em relação a entrega do dízimo, Deus estabeleceu regras a serem obedecidas. Assim sendo, o dízimo não poderia ser entregue em qualquer lugar, mas no lugar que o próprio Deus escolheria para ali fazer habitar o Seu Nome (Deuteronômio 12:11; 14;23). Esse lugar a principio foi Siló, onde o tabernáculo descansou por alguns anos até ser transferido para o monte Gibeom. Mais tarde seria Jerusalém, onde foi construído o templo por Salomão e posteriormente a casa do tesouro que eram câmaras ou depósitos de mantimentos anexos ao templo construídas por Ezequias (2Crônicas 31;11,12; Neemias 10:37-39; 13:9; Malaquias 3:10). 

O dízimo deveria ser levado a esse lugar uma vez ao ano, sendo que se algum judeu habitasse longe desse lugar e o mesmo ficasse impossibilitado pela distância de levar o dízimo, tal deveria vendê-lo e, com o dinheiro da venda prosseguir viagem até o local determinado pelo Senhor. Lá chegando, este deveria com aquele dinheiro comprar tudo o que sua alma desejasse e depois comê-lo, não esquecendo de dar a parte do levita a quem Deus tinha autorizado a receber os dízimos por eles não haverem recebido herança na terra prometida (Deuteronômio 14:22-27). Também, a cada três anos havia um dizimo especial, onde o judeu o ajuntaria na sua própria casa e lá iria o levita, o estrangeiro, a viúva e o órfão que habitassem nas proximidades. Ali, estes comeriam esse dizimo até se fartarem e, por essa ação viria a bênção de Deus sobre a vida do dizimista, que seria abençoado em toda a obra de suas mãos (Deuteronômio 14: 28,29). Observe que a promessa de prosperidade em relação ao dizimo estava condicionada ao ato de se repartir este e saciar a fome dos levitas com o necessitado e não no ato da entrega como defendem os proponentes da falsa teologia da prosperidade.

Deus ainda pediu que após a entrega dos dízimos o dizimista fizesse uma oração, onde em suas próprias palavras o dizimista confirmaria que fez tudo o que o Senhor pediu que se fizesse (Deuteronômio 26:2-15). O dizimista não poderia fazer o que bem entendesse com o dizimo, pois após determinar as regras, Deus admoesta os dizimistas a cumprirem fidedignamente seu mandamento: “Tudo o que eu te ordeno, observarás para fazer; nada lhe acrescentarás nem diminuirás” (Deuteronômio 12:32)... Neste dia, o SENHOR teu Deus te manda cumprir estes estatutos e juízos; guarda-os pois, e cumpre-os com todo o teu coração e com toda a tua alma (Deuteronômio 26:11).

Deus ordenou que seu mandamento em relação ao dízimo fosse cumprido à risca, não acrescentando ou diminuindo nada do que ele mandou. Por isso, os judeus nunca deram dízimos em dinheiro, porque Deus não aceitava, apesar de eles terem bastante dinheiro, pois Deus os tinha abençoado em tudo (Deuteronômio 2:6,7). Até mesmo no tempo de Jesus não se dava dizimo em dinheiro, pois vemos os fariseus dando-o em hortelã, endro, cominho, arruda e todas as hortaliças (Mateus 23:23; Lucas 11:42). Convém salientar que nestes textos Jesus em momento algum está ensinado a prática do dizimo na Nova Aliança, até por que o Novo Testamento só iniciou após a morte de Jesus (Hebreus 9:16,17). JESUS estava repreendendo os fariseus legalistas que tentavam se justificar diante de Deus pela prática do dízimo, mas esqueciam o que era mais importante para Deus como: exercerem a justiça, usarem de misericórdia e terem fé. E ainda, Jesus estava no cumprimento da lei, sob a qual ele nasceu para cumprir (Mateus 5;17: Gálatas 4:4), por isso, não poderia ser contra a prática dos fariseus dizimarem. O dizimo bíblico acabou na cruz, onde Cristo, pela Sua morte pagou toda a nossa dívida (Colossenses 2:14), isentando Sua igreja das obrigações da lei.

O DIZIMO NA NOVA ALIANÇA SE CONVERTEU EM DINHEIRO?


É o que a maioria das igrejas defendem, ensinam e cobram até com ameaça de maldição para os que não pagam. O dizimo não vigorou na Nova Aliança, assim como a circuncisão, o sábado, sacrifícios de animais para expiação dos pecados e as demais leis dadas ao povo judeu por Moisés que foram apenas sombra da realidade que é a graça. 

Mas, da forma como o dizimo é ensinado atualmente, parece que ele foi a única lei do antigo testamento que milagrosamente resistiu a cruz, onde, pela carne de Cristo rasgada foram abolidos as leis dos mandamentos (Efésios 2;15). Muitos insistem em dizer que o dízimo se faz necessário atualmente por causa das construções de templos e despesas oriundas destes, como; pagamentos de taxas de energia, água, telefone e até mesmo o salário de pastores. Porém, a Bíblia ensina que o dízimo nunca foi para custear construção do templo ou sua manutenção e muito menos para pagar salário de sacerdote. O dizimo era exclusivamente para atender a necessidade alimentícia do levita e dos necessitados. Somente os levitas tinham de Deus autorização para receberem os dízimos do povo. O sacerdote que presidia sobre os levitas recebia apenas a décima parte de todos os dízimos – o dízimo dos dízimos (Números 18:21-24).

Alguns ensinam também que sem os dízimos não tem como a obra missionária e de evangelização avançarem e alcançarem outros povos. Mas, quando olhamos para o ensino de Jesus concernente aos crentes levarem a mensagem das boas novas, vemo-lo ensinando os discípulos a agirem exatamente o contrário daquilo que os pregadores modernos ensinam: “Jesus enviou estes doze, e lhes ordenou, dizendo: Não ireis pelo caminho dos gentios, nem entrareis em cidade de samaritanos; Mas ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel; E, indo, pregai, dizendo: É chegado o reino dos céus. Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça dai. Não possuais ouro, nem prata, nem cobre, em vossos cintos; Nem alforjes para o caminho, nem duas túnicas, nem alparcas, nem bordão; porque digno é o operário do seu alimento (Mateus 10:5-10). Veja também o evangelho de Lucas capítulo 10.

A obediência às ordens do Mestre foi o suficiente para o evangelho sair de Jerusalém, passando pela Judéia e Samaria, cruzando as fronteiras e chegando até nós os confins da terra (Atos 1:8). Se Ele ordenou assim, porque não obedecer?

Outro questionamento é: E, quanto ao salário do obreiro, do que eles vão se manter se Jesus ordenou que aqueles que pregam o evangelho que vivam do evangelho? Quando Paulo aludiu a esta questão ele se referiu as palavras do próprio Cristo, conforme está em Mateus 10:10 que disse: “porque digno é o operário do seu alimento”. Mas no evangelho de Lucas 10:7, Cristo claramente afirma:  "E ficai na mesma casa, comendo e bebendo do que eles tiverem, pois digno é o obreiro de seu salário. Não andeis de casa em casa". Notemos que o salário do obreiro, conforme as palavras do Mestre que os comissiona, se refere a consideração daquele que é beneficiado pela palavra para com o pregador, que deve ser motivado a espontaneamente repartir dos seus bens com aquele que o instrui (Gálatas 6:6), conforme propuser em seu coração, não fazendo por constrangimento, mas por amor (2Corintios 9:7). É importante ressaltar que em 1Corintios 9, Paulo não está ensinando que o obreiro deva ser sustentado conforme eram os sacerdotes do antigo concerto, como muitos entendem e reivindicam. 

O apóstolo Pedro ao se referir sobre a sabedoria que foi dada a Paulo e da forma como ele ensinava discernindo a lei da graça, reconheceu que havia pontos difíceis de entender, mas que nisso os os indoutos e inconstantes torciam, e igualmente as outras Escrituras, para sua própria perdição (2Pedro 3:16). A primeira carta aos Corintios foi uma delas e que até hoje se deturpam seus ensinos, pois, Paulo estava admoestando os coríntios que estavam sustentando obreiros fraudulentos que os haviam enganado neste particular, onde ele, mostra pelo seu exemplo de dedicação a obra de Deus, que poderia sim ser sustentado pela igreja nesses moldes, mas que preferiu não sê-lo, para não escandalizar o evangelho. Se OUTROS participam deste poder sobre vós, por que não, e mais justamente, NÓS? Mas nós não usamos deste direito; antes suportamos tudo, para não pormos impedimento algum ao evangelho de Cristo (1Corintios 9:12).

Agora, se o obreiro se dedicar integralmente ao serviço de Deus, fazendo a obra pelo qual foi chamado, visitando, aconselhando, intercedendo, amando e resgatando aqueles que se afastaram do redil, certamente que seu trabalho será reconhecido pela igreja, sem que ele precise tá cobrando isto, pois a Palavra assim ordena: "Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e na doutrina;" (1Timóteo 5:17). Sendo o papel da igreja reconhecer o trabalho do obreiro, este jamais deva cobrar por seus serviços ou estabelecer seu próprio salário, muito menos usando o argumento do dízimo para esse fim. E o que é instruído na palavra reparta de todos os seus bens com aquele que o instrui” (Gálatas 6:6).

Outros chegam a dizer que o dizimo não é obrigatório para o cristão, pois este é uma questão de fé e que aquele que o dá precisa fazê-lo por FÉ. Ora, existe uma tremenda contradição nesta afirmação, pois, se o crente tem de dar dez por cento de seu salário (ao que chamam de dízimo), não podendo ser mais nem menos e ainda corre o risco de ser amaldiçoado se não o fizer, logo, isto é uma obrigação e não opção. E ainda, o dizimo era obra da lei e a lei não é da fé (Gálatas 3:12). Então, como pode ser este uma questão de fé?

Não sou contra a contribuição na igreja, pois eu mesmo sou um contribuinte. Mas que a igreja seja doutrinada e ensinada que a contribuição deva ser nos moldes que o Novo Testamento que foi firmado no sangue de Cristo nos ensina que, esta deva ser por prontidão de vontade com aquilo que temos: “Porque, se há prontidão de vontade, será aceita segundo o que qualquer tem, e não segundo o que não tem”. (2Corintios 8:12), e também com aquilo que propusermos no coração, fazendo com alegria, para que seja aceita por Deus: “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria” (2Corintios 9:7).

Concluo enfatizando mais uma vez que o dizimo não existe na Nova Aliança. Nem por obrigação e muito menos por fé, pois se esta lei ainda estivesse em vigor, deveria ela ser aplicada pelo principio que foi estabelecido por Deus que era o sustento daqueles que nada receberam como os levitas e dos que nada tinham como os órfãos, viúvas e estrangeiros. Deus chegou a pedir para os judeus não acrescentar e nem diminuir aquilo que Ele determinou em relação ao dízimo (Deuteronômio 12:22). E por que razão o mudariamos?


Em Cristo,

Reginaldo Barbosa
Santa Bárbara do Pará

357 comentários:

  1. Texto irrefutável!

    Os que forem apologistas do dízimo levítico em detrimento das ofertas de justiça proposta por corações voluntários, erram por desconhecimento neotestamentário ou por sórdida ganância.

    Paz Seja Contigo,
    J.C.de Araújo Jorge

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  2. Esse texto é irrefutável! Só não vê quem põe a venda nos olhos por motivos escusos!

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  3. Retorno ao seu blog para agradecer pela visita e comentário.

    Que bom saber que o irmão faz parte dos Sete Mil...

    Quanto ao seu pedido para copiar algumas postagens sobre o "Dízimo", fique a vontade, já que o objetivo maior é desfazer mais este equívoco, o qual não só tem aprisionado dirigentes na avareza pela estabilidade financeira; como também, tem sido prejudicial a membresia, no sentido de confundi-la e oprimi-la pela falta de amor e ensino neotestamentário.

    Paz Seja Contigo,
    J.C.de Araújo Jorge

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  4. Respostas
    1. Obrigado por visitar meu blog Crystiano.

      Respondendo sua pergunta, na graça não há limite para se contribuir, desde que se observe a finalidade da contribuição, conforme o Novo Testamento ensina. Observe que os primeiros crentes vendiam suas propriedades e depositavam tudo aos pés dos apóstolos (Atos 4:34;37). E o que os apóstolos faziam com essa contribuição? A bíblia deixa bem claro que eles repartiam entre os necessitados, para que ninguém tivesse falta de nada.

      Concordo com você que Jesus quer sua noiva bem cuidada, mas, entenda que a noiva de Cristo não é uma organização humana com seus templos glamourosos e sim pessoas de espírito, alma e corpo como eu e você. Pessoas essas que muitas vezes são excluídas dos templos das organizações ou tratadas com acepção por serem pobres ou mesmo por que, igual a mim, conhecem a Bíblia e não alimentam esse ensino herético que lá são defendidos e ensinados.

      Se os ditos dízimos que são recolhidos atualmente fossem para atender a necessidade do irmão carente como Deus o estabeleceu no antigo concerto como doutrina entre os judeus, eu até poderia concordar em parte. Digo concordar em parte, porque hoje, no Novo Concerto estabelecido pelo sangue de Jesus não é uma porcentagem como força de lei que nos obrigue dar um valor pré-fixado (10%). Pela graça, somos livres pra contribuir de acordo com nossas possibilidades, ou seja, com aquilo que temos e podemos e não com aquilo que os homens querem que demos: "Porque, se há prontidão de vontade, será aceita segundo o que qualquer tem, e não segundo o que não tem" (2Cor 8:12).

      Achar pelo em ovo na Bíblia por causa da palavra dizimo? Essa é boa! E por falar nisso, a letra que mata se refere aos preceitos mosaicos que foi dado ao povo de Israel como regra e doutrina (2Corintios 3:6,7). E nesses preceitos está incluso a doutrina do dízimo que faziam parte de um velho testamento que foi por Cristo abolido. Mas muitos, ainda querem neutralizar o sacrifício de Cristo, tentando resgatar preceitos que não nos dizem respeito se prendendo na letra da lei. Os que assim agem se tornam inimigos da Cruz de Cristo, pois, por suas práticas testemunham que Cristo sofreu e morreu em vão (Gálatas 2:21). O véu foi rasgado, mas muitos ainda querem continuar com ele nos rostos para não contemplarem a glória de Deus.

      "Mas os seus sentidos foram endurecidos; porque até hoje o mesmo véu está por levantar na lição do velho testamento, o qual foi por Cristo abolido" (2Cor 3:14).

      O dizimo faz parte de uma lei que foi dada a Israel. Essa lei é composta de 613 preceitos e ordenanças e eu não posso me apegar somente em uma que me beneficia e desprezar as demais.

      Paulo ensinou: "E de novo protesto a todo o homem, que se deixa circuncidar, que está obrigado a guardar toda a lei." (Gálatas 5:3).
      Tiago, o irmão de Jesus ratificou: "Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos." (Tiago 2:10).

      O que você prefere?

      Abraços

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    2. Interessante ler colocações feitas ao dízimo, relacionando-o à Lei. O Dízimo vem muito antes da Lei. Deus quando no período da Lei apenas ORGANIZOU como procederiam as tribos na parte que cabia à Tribo de Levi, pois a mesma não tinha recebido terras, quando nas suas divisões, estando as demais obrigadas pelo Senhor a manterem os seus irmãos levitas, que instituídos foram pelo Senhor aos Seus cuidados. A primeira relação homem-dízimo-Deus se dá quando Abraão entrega a Decima-Parte (Dízimo) a Melquisedeque (Protótipo de Cristo como Sumo Sacerdote). Em Hebreus está muito bem explícito que Abraão, ao voltar de grande batalha, deu o DÍZIMO DE TUDO ao "...rei de justiça, e depois também rei de Salém, que é rei de paz; sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas sendo feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre." (Hebreus 7:2-3)

      Por favor, meus irmãos! O Dízimo foi instituído por Deus! As primeiras citações referem-se ao período patriarcal, a Palavra mostra-nos Abrão (“E de tudo lhe deu Abrão o dízimo.” Gênesis 14:20) e Jacó (“e, de tudo quanto me concederes, certamente eu te darei o dízimo.” Gênesis 28:22) como observadores desta prática. Posteriormente, com a Eleição de Israel como povo de Deus, tornou-se um mandamento.

      O dízimo era uma prática comum antes da Lei, durante a Lei e um modelo que pode ser observado por nós.

      O Novo Testamento deixa claro que o Senhor Jesus reconhecia o dízimo como um mandamento válido aos Israelitas, inclusive, era judeu e nascido sob a Lei ("Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei," Gl 4.4), com a missão de cumpri-la ("Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra." Mt 5.17,18).

      Jesus não determinou de forma direta a obrigatoriedade em dar-se “os dízimos” aos participantes da Nova Aliança, no entanto, este costume é citado algumas vezes no Novo Testamento.

      A igreja de Cristo precisa entender que os dízimos são uma forma de "oferta" agradável a Deus, fundamenta no amor, necessária para suprir as necessidades da Obra, tanto na evangelização como na manutenção de templos.

      Muitos fazem a colocação: "Por que tem de ser em dinheiro?" Ué! Porque hoje o valor que move as coisas no mundo é o dinheiro. Na época da Lei não era bem assim... Em muitos períodos históricos a troca era a forma de movimentar a economia, hoje vivemos o capitalismo. Portanto, se temos dinheiro, não sirvamos ao Deus Mamóm, mas contribuamos, ofertemos e dizimemos sim! De bom coração, pois o Senhor AMA a quem dá com alegria!

      Pra mim, dizer que o Dízimo foi abolido é pretexto de quem é avarento e cheio de usura com as coisas de Deus!

      Jesus nos abençoe e nos guarde toda e qualquer heresia, amém!

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    3. Paz seja contigo Marcos,

      Deus criou o dizimo? Você diz que sim, mas a história afirma que não! O dizimo era uma prática comum das nações pagãs. Em nenhum momento vemos na Bíblia Deus ordenar Abrão dar o dízimo, mas ele o fez por ser uma prática corriqueira e que posteriormente foi incorporada à lei, assim como a lei dos despojos de guerra, conforme irei explicar em seguida. Sim, Abrão deu o dizimo de tudo a Melquisedeque, mas, o que seria esse TUDO? Logicamente que os defensores do dízimo afirmam que foi de toda a riqueza que Abrão tinha. Tal teoria não resiste à exegese bíblica. Vamos aos fatos: Naqueles tempos havia uma lei entre os reis pagãos que aquele que o vencedor de uma guerra levaria como prêmio os despojos daquele que foi vencido. Essa prática posteriormente foi incorporada também à lei (Deut. 20 : 10 – 13). Quedorlaomer e mais quatro reis empreenderam batalha contra Sodoma e as cidades adjacentes como: Admá, Zeboim, Gomorra e Zoar , vencendo todas e levando os despojos destas como prêmio de guerra.

      Os despojos consistiam em bens materiais, como ouro, prata, fazenda e também de pessoas. No meio dessa guerra o sobrinho de Abraão foi levado como prêmio para servir como escravo. No intuito de libertar seu sobrinho, Abrão empreendeu guerra contra Quedorlaomer e seus aliados e os venceu, matando-os. Quando retornava dessa matança (Hebreus 7 : 1,2), Abrão trazia os despojos que eram os bens que ele recuperou , bem como as pessoas. TUDO era o despojo (bens e pessoas). No meio do caminho, no vale de Savé, dois reis vão ao seu encontro; um era o Bera, rei de Sodoma, que pediu a Abraão as pessoas (almas) e o outro Melquisedeque rei de Salém. Melquisedeque abençoa Abrão e este lhe dá 10% de TUDO o que havia despojado dos reis que matou. Nesse TUDO estavam inclusos as pessoas também e não somente os bens materiais. Observe que o restante dos despojos Abrão entregou a Bera, rei de Sodoma e não quis ficar com NADA. Devo tirar alguma lição daqui pra ser dizimista, se Abrão fez isto apenas uma vez na vida?

      E quanto ao dizimo de Jacó? Jacó tentou barganhar com Deus duvidando das promessas que anteriormente Deus lhe havia feito não lhe cobrando nada por isso. Mas Jacó, por falta de fé, querendo que Deus cumprisse o que havia prometido, fez um voto que entre outras coisas lhe daria o dizimo de tudo o que Deus lhe desse. Jacó pagou esse voto? Sim! Quando ele voltava da casa de Labão com tudo o quanto Deus havia lhe dado, no caminho se encontrou com seu irmão Esaú. Talvez você não aceite isso, mas foi pra ele que Jacó deu o dízimo que prometeu a Deus e na forma de presentes, porque viu na face de Esaú a face de Deus (Gênesis 33:8-11). Se quiser saber qual foi o dizimo de Jacó, leia Gênesis 32: 13-15.

      O sistema religioso tende a comparar a igreja do Senhor com o modelo sacerdotal do antigo concerto, com seus templos e sacrifícios. Porém, a igreja de Cristo é formada de pedras vivas, isto é de pessoas, onde o novo testamento nos ensina a prática de se contribuir para ajudar muitas dessas pessoas que são carentes. Templos, sinagogas não é obra de Deus, mas dos homens e o Novo Testamento é enfático ao afirmar que DEUS NÃO HABITA MAIS EM TEMPLOS FEITOS PELAS MÃOS DOS HOMENS. Qualquer tentativa de levar o crente a aceitar o contrário e contribuir para investir em construções e manutenções de prédios e ir contra a Palavra de Deus. É HERESIA DECLARADA!

      Quer saber o que é avareza dentro do contexto neotestamentário? Medite nesse texto:

      1Timóteo 5 : 3 -5:

      3 Se alguém ensina alguma outra doutrina, e se não conforma com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo, e com a doutrina que é segundo a piedade,
      4 É soberbo, e nada sabe, mas delira acerca de questões e contendas de palavras, das quais nascem invejas, porfias, blasfêmias, ruins suspeitas,
      5 Contendas de homens corruptos de entendimento, e privados da verdade, cuidando que a piedade seja causa de ganho; aparta-te dos tais.

      Abraços,

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  5. A palavra dizimo, em si mesma, quer dizer dez por cento.10% Se você olhar num dicionário verá que este é o significado. Etimologicamente o dízimo (latim decimus), significa a décima parte de algo. Portando algo Qualquer coisa; alguma coisa; um tanto que é 10% Na graça(Rm4:16) pode ser em dinheiro ? SIM PODE ! (Tg5:12) (Mt5:37) Entrego o dízimo em dinheiro porque Deus me prospera em dinheiro na graça e o dinheiro é meu.(Ecl5:19) (Jo3:27) (Tg1:9) (Tg1:17) (Lc10:7) (Rm4:4) (2Cor8:12) Entrego o dízimo em dinheiro por livre e espontânea vontade e porque a fé é independente da lei, creio em Deus não preciso ser circuncidado e vivo na graça pela fé.(Rm2:14-15)(Rm4:13) (Rm3:30) (Rm4:6-12) (Gl3:7) (Rm4:16) Entrego o dízimo em dinheiro porque o Sacerdote Eterno continua vivo e ele é o cabeça da igreja e ele quer sua noiva bem cuidada.(Hb7:8) (Ef5:25-32) (1Cor14:33) Entrego o dízimo porque Amo a Deus "sobre todas as coisas" e creio na sua obra.(Mt22:37) (Rm8:28) (Jo14:12) (1Cor9:14) (1Tm5:17) Ora, onde está escrito na bíblia que na graça Deus fala que não podemos entregar por livre e espontânea vontade 10% em dinheiro na Igreja ? (Fl4:13) (2Cor3:17) (Ef1:22-23) (2Cor8:12) Onde consta na bíblia Jesus ou os apóstolos afirmando que o dízimo foi abolido e os cristãos não deveriam dizimar? EM NENHUM LUGAR ! É lamentável que as pessoas querem achar pelo em ovo na bíblia por causa da palavra "dízimo" pois a letra mata.(2Cor3:6)

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    1. Eu não entendi por qual motivo você excluiu sua postagem anterior e a repostou novamente com o mesmo argumento. Algum leitor pode até pensar que fui eu como autor do blog que a exclui.

      Eu não mais entrego um dízimo de meus rendimentos para uma organização religiosa porque sou seguidor de JESUS e não de homens. Fiz isso por 25 anos e o que recebí em troca? Desprezo e ignominia.

      JESUS jamais pagou ou entregou algum dízimo. A promessa de salvação é para o vencedor, e o vencedor é aquele “que guardar até ao fim as Minhas obras,” disse JESUS. Apocalipse 2:26.

      Em relação a esse assunto, muitos ignoram as 34 referencias de dizimo na Bíblia e se apegam somente em Malaquias, O profeta Malaquias defendeu a lei dos dízimos de alimentos de que falou Moisés para que houvesse comida (Mantimento) no Templo e jamais dízimos de dinheiro. Isso ele fez porque viveu no regime da lei de Moisés, quatrocentos anos antes da vinda de CRISTO. Malaquias mesmo foi claro em seu discurso baseado no que ele mesmo disse: “a aliança de Levi”. (Malaquias 2:8). Malaquias escreveu para defender a “lei de Moisés” a Velha Aliança e não a Nova Aliança. (Malaquias 4:4).

      Mas depois que JESUS morreu na cruz “aboliu, na Sua carne, a lei dos mandamentos na forma de ordenanças,” “tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz”. (Efésios 2:15; Colossenses 2:14).

      Não há um verso no Novo Testamento em que algum cristão praticou a lei de Moisés quanto aos dízimos. Por isso nenhum profeta do Novo Testamento e nem mesmo Jesus quando ordenou Joaõa escrever as sete cartas às igrejas da Ásia repreende a igreja de CRISTO que não praticava essa lei de dízimos que era uma lei provisória de Moisés.

      A final de contas, quem inventou esse dízimo de dinheiro? No sexto século depois da morte de JESUS, a igreja católica romana do Papa inventou um dízimo de dinheiro. No início era algo voluntário para sustentar o novo governo que se estabeleceu na Terra. Esse novo governo usou o nome de igreja. Ninguém reclamou dessa violação dos mandamentos divinos, pois o povo não tinha acesso a Bíblia.

      Anos depois da invenção desse negócio, o dízimo de dinheiro já não era suficiente como uma doação voluntária para a igreja. Assim foi que no ano de 785 depois de CRISTO, o rei Carlos Magno, zeloso católico, criou esse dízimo que é praticado pelas igrejas até aos dias de hoje.

      Pervertendo as Escrituras os líderes religiosos da idade das trevas, auxiliados pelos reis, criaram um sistema financeiro e deram a ele o nome de dízimo. Falsificaram a religião de JESUS CRISTO e a idade das trevas ainda não acabou para a maioria dos cristãos.

      A Igreja Católica, inventora do dízimo de dinheiro e do governo religioso, considerada por evangélicos como a Babilônia e o Papa como a Besta, reconheceram a falácia da criação infundada de um dízimo de dinheiro e o Papa Bento XVI extinguiu o termo “dízimos” do quinto Mandamento da Igreja. Promulgado em 28 de junho de 2005 e republicado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Afinal, foi ela quem criou esse sistema e ela mesma aboliu. Mas os crentes não querem abandonar essa heresia por nada desse mundo, pois o dízimo é a galinha dos ovos de ouro para quem quer viver regaladamente em detrimento dos pobres que são obrigados a pagá-los.

      Jesus me libertou dessa maldição.

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  6. A palavra dizimo, em si mesma, quer dizer dez por cento.10% Se você olhar num dicionário verá que este é o significado. Etimologicamente o dízimo (latim decimus), significa a décima parte de algo. Portando algo Qualquer coisa; alguma coisa; um tanto que é 10% Na graça(Rm4:16) pode ser em dinheiro ? SIM PODE ! (Tg5:12) (Mt5:37) Entrego o dízimo em dinheiro porque Deus me prospera em dinheiro na graça e o dinheiro é meu.(Ecl5:19) (Jo3:27) (Tg1:9) (Tg1:17) (Lc10:7) (Rm4:4) (2Cor8:12) Entrego o dízimo em dinheiro por livre e espontânea vontade e porque a fé é independente da lei, creio em Deus não preciso ser circuncidado e vivo na graça pela fé.(Rm2:10-11) (Rm2:14-15) (Rm2:29) (Rm3:30)(Rm4:13) (Rm4:6-12) (Rm4:16) (Gl3:7) Entrego o dízimo em dinheiro porque o Sacerdote Eterno continua vivo e ele é o cabeça da igreja e ele quer sua noiva bem cuidada.(Hb7:8) (Ef5:25-32) (1Cor14:33) Entrego o dízimo porque Amo a Deus "sobre todas as coisas" e creio na sua obra.(Mt22:37) (Ef4:11-13) (Tt2:14) (Jo14:12) (1Cor9:14) (Rm8:28) (1Tm5:17) Ora, onde está escrito na bíblia que na graça Deus fala que não podemos entregar por livre e espontânea vontade 10% em dinheiro na Igreja ? (Fl4:13) (2Cor3:17) (Ef1:22-23) (2Cor8:12) Onde consta na bíblia Jesus ou os apóstolos afirmando que o dízimo foi abolido e os cristãos não deveriam dizimar? EM NENHUM LUGAR !É lamentável que as pessoas querem achar pelo em ovo na bíblia por causa da palavra "dízimo" pois a letra mata.(2Cor3:6)

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  7. Ora, onde consta na bíblia que na graça Deus fala que não podemos ou é "proibido" entregar por livre e espontânea vontade o dízimo 10% em dinheiro na Igreja ? Ora, onde consta na bíblia que na graça quem pratica o dízimo 10% em dinheiro por livre e espontânea vontade é pecado ? Ora, onde consta na bíblia que na graça quem pratica o dízimo 10% em dinheiro por livre e espontânea vontade vai para o Inferno ? Ora , onde consta na bíblia que na graça quem pratica o dízimo 10% em dinheiro por livre e espontânea vontade vai para o Lago de fogo ? Ora , onde consta na bíblia que na graça quem pratica o dízimo 10% em dinheiro por livre e espontânea vontade não vai herdar o reino de Deus ? Ora, onde consta na bíblia Jesus ou os apóstolos afirmando que o dízimo foi abolido e os cristãos não deveriam dizimar? EM NENHUM LUGAR ! (Fl4:13) (2Cor3:17) (Ef1:22-23) (2Cor8:12) É lamentável que as pessoas querem achar pelo em ovo na bíblia por causa da palavra "dízimo" pois a letra mata.(2Cor3:6)

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  8. Crystiano Silva
    Nosso irmão Reginaldo Barbosa já foi a favor de que o dízimo é bíblico no novo testamento, porém agora ele discorda deste ensino, com isso se provamos a ele, que ele está atualmente errado, ele terá de voltar ao primeiro ensino e com isso ficará meio vergonhoso para ele, ir e voltar de um lado para o outro evidenciando assim dúvidas.

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    1. Paz seja contigo Valdecy,

      Realmente já fui a favor desse dízimo. Por 25 anos fui um fiel praticante dessa doutrina, ou como dizem, fui um "dizimista fiel". Mas isso, porque o dízimo foi uma das primeiras doutrinas qual fui (como também os novos crentes são) que recebí nos meus primeiros dias de fé. Como vim do catolicismo, quais doutrinas eu abandonei por julgar erradas, não questionei se o que estava recebendo como ensino dos pastores, também estaria errado e assim, por 25 anos pratiquei e até ensinei essa doutrina.

      Mas Pedro escreve dizendo que aqueles que uma vez descobrem a verdade e voltam a praticar o mesmo erro que cometeram no passado é comparado a um cão que volta a comer o próprio vômito ou uma porca que depois de lavada volta ao espojadouro de lama (2Pedro 2:22).

      Não sou o dono da verdade, mas espero ser convecido do meu erro, se é que estou errado.

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    2. oi amigo reginaldo , sou sou servo de Deus ,hoje estou enfrentando dificuldade onde congrego ,por estar pensando dessa forma , estou preste a perde o cargo , meu pastor prega sobre o dizimo e como muitos fala do destruidor ,devorador e outros mais , fala ate que tem tipo de demonios que so sai da vida da pessoa se for dizimista fiel ,é como falar pra uma criança que o bicho papao vai pega ela, se ela nao obedecer , tratao o povo como fosse criança , barra consagraçao de obreiro se nao tiver os 12 mes de contribiçao anotado . se ver mas uma veis a obrigasao sendo imposta , podemos dar 10 , 20 , 30 porcento se quisemos, desde que nao seja uma obrigaçao se nao de vai perde augo

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  9. Melquisedeque e suas Credenciais

    O Registro histórico contido em Gênesis 14:1-17 e 18-20.
    Temos que ter em mente que tal registro contido na bíblia, não está registrado por acaso ou desnecessariamente, pois o mesmo por ter sido registrado na bíblia é parte inspirada e portanto sagrada; sendo assim o acontecimento contido no registro é de suma importância devido ter sido necessário seu registro em manuscrito sagrado.
    Devemos notar que apesar da introdução do registro enfatizar de início a vitória de Abraão sobre os determinados reis, porém a enfase central do registro no texto, culmina ressaltando o encontro de Abraão com sacerdote do Deus Altíssimo (Melquisedeque)
    Neste encontro é enfatizado a subordinação de Abraão à Deus mediante o ato de reconhecimento do ministério sacerdotal concedido a Melquisedeque, pois Abraão realiza a entrega do dízimo ao representante do Deus Altíssimo.

    O registro posterior: posteriormente no NT, novamente inspiradamente o escritor reescreve acerca do acontecimento de Gênesis 14.18-20 e dá maiores detalhes concernente ao encontro de Abraão com o Sacerdote do Deus Altíssimo Hb 7.1-28


    Nome: Melquisedeque
    Significado do nome: Rei da Justiça
    Genealogia: Desconhecida
    Função governamental: Rei de Salem
    Ministério sagrado: Sacerdote do Deus Altíssimo.


    SACERDOTE
    O que é um Sacerdote?
    RESPOSTA: Sacerdote é alguém que atua como mediador entre os homens e a Deidade.

    Qual o primeiro Sacerdote mencionado pela Bíblia?
    RESPOSTA: Melquisedeque é o primeiro sacerdote que a bíblia menciona
    Melchizedek, que é chamado sacerdote do Deus Altíssimo, é mencionado na Bíblia em três ocasiões, todas importantes e significativas. A primeira menção a Melchizedek está no capítulo XIV do livro do Gênesis, onde se descreve uma batalha entre reis: quatro reis contra cinco, onde os quatro acabam vitoriosos sobre os cinco. Mas entre os prisioneiros está Lot, filho do irmão de Abraão, e em conseqüência disso Abraão dá armas aos seus servos treinados, trava batalha, vence aqueles Reis vitoriosos, e resgata Lot de suas mãos.
    É depois dessa vitória de Abraão que Melchizedek misteriosamente aparece, como é bem registrado nos versículos 18 a 20 do 14º capítulo do Gênesis: "E Melchizedek, Rei de Salem, mandou trazer pão e vinho: e Ele era sacerdote de Deus Altíssimo. E ele abençoou Abraão e disse: 'Bendito sejas, Abraão, pelo Deus Altíssimo, criador do céu e da terra. E bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou teus inimigos em tuas mãos'. E Abraão deu-Lhe o dízimo de tudo."

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  10. Continuação:

    O Sacerdote Melquisedeque

    Gn14.18 ​Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; ERA SACERDOTE DO DEUS ALTÍSSIMO;
    19 ​ABENÇOOU ele a Abrão e disse: Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, que possui os céus e a terra;
    20 ​e bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus adversários nas tuas mãos. E de tudo lhe deu Abrão o dízimo.


    Quem constitui a Melquisedeque ao Sacerdócio?
    RESPOSTA: Foi o próprio Deus, pois Melquisedeque não poderia se Auto-consagrar ao sacerdócio e a expressão
    ERA SACERDOTE DO DEUS ALTÍSSIMO inserida no texto, é um indicativo de que a constituição era de Deus.


    Quem concedeu a Melquisedeque o direito de Recolher o Dízimo dado por Abraão?
    RESPOSTA: Melquisedeque não poderia recolher o dízimo dado por Abraão se Ele não tivesse Ordenanças de Deus

    Melquisedeque continuou recolhendo dízimo?
    RESPOSTA: A bíblia não menciona muitos detalhes da vida de Melquisedeque, entretanto é dito que Ele era o Rei e o Sacerdote em (SALÉM) portanto é óbvio que ao exercer o sacerdócio em salem, ele recolhia os dízimos em tal cidade e sendo que a Melquisedeque estava outorgado a ordenança de recolher dízimo, logo o ato de entrega do dízimo estava vinculado ao ato da ordenança de recolhimento de dízimo por um sacerdote VIVENTE, quando digo vivente, isso significa que a outorgação concedida a Melquisedeque, era vigente até seus dias de vida, ou seja, enquanto ele vivia, estava sobre si a ordenação de recolhimento de dízimos.

    Pois o sacerdócio de Melquisedeque não poderia está despido de leis, ou seja, ilegal; então é óbvio que Melquisedeque estava subordinado a leis estabelecidas pelo próprio Deus, pois havendo sacerdócio, portanto há lei.
    Hb 7:12 Pois, quando se muda o SACERDÓCIO, necessariamente há também mudança de LEI.


    O sacerdócio de Melquisedeque antecede ou não ao Arâmico?
    RESPOSTA: Sim antecede e é o primeiro sacerdócio mencionado pela Bíblia

    O sacerdócio de Melquisedeque era Superior ao Arâmico?
    RESPOSTA:Sim era superior pelos seguintes motivos, primeiro era primário e anterior ao Arâmico
    segundo também era superior a Abraão de onde foi suscitado o sacerdócio Arâmico

    Hb 7:4 Considerai, pois, como era GRANDE esse a quem Abraão, o patriarca, pagou o dízimo tirado dos melhores despojos.
    5 Ora, os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio TÊM MANDAMENTO de recolher, de acordo com a lei, os dízimos do povo, ou seja, dos seus irmãos, embora tenham estes DESCENDIDO de Abraão;
    6 ​entretanto, aquele cuja genealogia não se inclui entre eles RECEBEU dízimos de Abraão e abençoou o que tinha as promessas.
    7 ​Evidentemente, é fora de qualquer dúvida que o INFERIOR (Abraão) é abençoado pelo SUPERIOR(Melquisedeque)

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  11. Continuação:

    Então a constituição do sacerdócio Melquisedequiano tem origem no Deus Altíssimo; com isso fica óbvio que a idealização divina de constituir sacerdócio não partiu em 1.400 A.C em Arão e sim é bem anterior, cerca de 1.900 anos A.C. Então do mesmo modo a idealização de recolhimento e entrega de Dízimo não principiou-se fundamentalmente em 1.400 A.C em Moisés e Arão e sim é bem anterior e se fundamenta no sacerdócio de Melquisedeque, pois a ordem de recolhimento de dízimo e entrega, sempre esteve condicionada a existência do sacerdócio.

    Porém alguém alegaria, que Melquisedeque recolheu um Dízimo não subordinado a uma ordem divina(ilegal) e Abraão realizou a entrega não subordinado a ordem divina, pois não havia ainda a LEI do sacerdócio LEVÍTICO em Arão.

    Na realidade não havia ainda a LEI do sacerdócio LEVÍTICO em Arão, isso é óbvio, no entanto o sacerdócio Melquisedequiano também seguia uma determinada LEI e esta era anterior a de Arão e muito mais superior, devido deter a primazia e anteceder ao de Arão.

    A sagrada expressão: SEGUNDO A ORDEM DE MELQUISEDEQUE

    O que significa “segundo a ordem de Melquisedeque”?
    Davi profetizou, mil anos antes do nascimento de Jesus, que o Messias seria “sacerdote para sempre segundo a ordem de Melquisedeque” (Salmo 110:4). O autor de Hebreus cita esta profecia várias vezes, e explica o seu significado em relação à SUPERIORIDADE total de Jesus.

    A “ordem de Melquisedeque” não se refere a algum tipo de sociedade secreta ou mística como a Rosa Cruz, os Maçons ou os Templários. Não é alguma organização preservada desde a antigüidade, nem uma classe de sacerdotes na igreja do Senhor.
    A expressão “segundo a ordem de Melquisedeque” significa que o sacerdócio de Jesus é do mesmo tipo, ou parecido com, o sacerdócio de Melquisedeque, ou seja, ser da ordem de Melquisedeque é ser constituído conforme a lei(ordem) de constituição ao sacerdócio, pois essa (ordem) ordenança é oriunda de Deus.

    As Escrituras não relatam nada sobre antepassados nem descendentes de Melquisedeque
    (o ponto de Hebreus 7:3). Ele servia como sacerdote antes do nascimento de Isaque, então não era descendente da tribo de Levi (um dos netos de Isaque). Era sacerdote aprovado por Deus, independente de LINHAGEM, ou seja, no sacerdócio de Melquisedeque não havia a LEI CARNAL, que estabelecia que somente os que detivesse ancestralidade em Arão, poderiam ser ministros sacerdotais. E Jesus não foi constituído conforme essa LEI do MANDAMENTO CARNAL, pois Jesus pertencia ancestralmente a outra tribo, tribo de Judá e não da tribo de Levi.

    Hb 7:16 constituído não conforme a LEI DE MANDAMENTO CARNAL, mas segundo o poder de vida indissolúvel.

    13 ​Porque aquele de quem são ditas estas coisas pertence a outra tribo, da qual ninguém prestou serviço ao altar;
    14 ​pois é evidente que nosso Senhor procedeu de Judá, tribo à qual Moisés nunca atribuiu sacerdotes.

    Sl 110:4 O SENHOR jurou e não se arrependerá: Tu és sacerdote para sempre, SEGUNDO A ORDEM DE MELQUISEDEQUE.

    Hb 5:6 como em outro lugar também diz: Tu és sacerdote para sempre, SEGUNDO A ORDEM DE MELQUISEDEQUE.

    Hb 5:10 tendo sido nomeado por Deus sumo sacerdote, SEGUNDO A ORDEM DE MELQUISEDEQUE.
    Hb 6:20 onde Jesus, como precursor, entrou por nós, tendo-se tornado sumo sacerdote para sempre, SEGUNDO A ORDEM DE MELQUISEDEQUE.

    Hb 7:17 Porquanto se testifica: Tu és sacerdote para sempre, SEGUNDO A ORDEM DE MELQUISEDEQUE.

    Hb 7:11 Se, portanto, a perfeição houvera sido mediante o sacerdócio levítico (pois nele baseado o povo recebeu a lei), que necessidade haveria ainda de que se levantasse outro sacerdote, SEGUNDO A ORDEM DE MELQUISEDEQUE, e que não fosse contado SEGUNDO A ORDEM DE ARÃO?

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  12. Continuação:

    Então deve se notar que há ORDEM em ambos os sacerdócios, MELQUISEDEQUE e ARÃO, todavia a ordem em Melquisedeque exercer superioridade em todos os aspectos em relação a Arão.


    Jesus foi constituído Sacerdote segundo uma ORDEM que é ANTERIOR e SUPERIOR a ORDEM de Arão, razão pelo qual o escritor de Hebreus realiza uma contrastação da ORDEM MELQUISEDEQUIANO e da ORDEM ARÂMICA, com a objetividade de enfatiza que o sacerdócio de Jesus é superior devido está fundamentado na constituição do sacerdócio da ORDEM DE MELQUISEDEQUE que é superior a de Arão, pois ha o verso que indica perfeição ao sacerdócio de Melsedeque.

    Hb 7:11 Se, portanto, a PERFEIÇÃO houvera sido mediante o sacerdócio levítico (pois nele baseado o povo recebeu a lei), que necessidade haveria ainda de que se levantasse outro sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque, e que não fosse contado segundo a ordem de Arão?



    A CONSTITUIÇÃO DE JESUS AO SACERDÓCIO
    Jesus fora constituído não segundo a lei do mandamento carnal, pois isso seria impossível, sendo que essa lei estabelecia que somente os descendentes da tribo de LEVI poderiam exercer o ofício sacerdotal.
    Então o meio de constituição de Jesus ao sacerdócio Melquisedequiano, seguiu a lei da promessa feita por Deus, ou seja, Deus prometeu que Jesus seria um sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque.

    Sl 110:4 O SENHOR jurou e não se arrependerá: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.
    Hb 7:21 mas este, com juramento, por aquele que lhe disse: O Senhor jurou e não se arrependerá: Tu és sacerdote para sempre);

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  13. Continuação:

    A SUPERIORIDADE DE MELQUISEDEQUE A ABRÃO E ARÃO

    Está bem claro nos registros que Melquisedeque exercia superioridade a Abraão e também a Arão e sendo que Arão era inferior a Abraão, isso faz com que Arão se torne ainda mais inferior a Melquisedeque.
    Nota-se que os Levitas receberam ORDEM( autoridade) para tomar DÍZIMO até de seus irmão que descendem de Abraão

    Hb 7:5 E os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm ORDEM, segundo a lei, de tomar os dízimos do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que estes também tenham saído dos lombos de Abraão;

    Mas até mesmo os LEVITAS que eram os que têm ORDEM para recolher Dízimos, estiveram SUBORDINADOS a pagar dízimo e pagaram a Melquisedeque que era SUPERIOR a eles em ter ORDENANÇAS de Deus.

    Hb 7:6 mas aquele cuja genealogia não é contada entre eles, tomou dízimos de Abraão, e abençoou ao que tinha as promessas.
    9 E, por assim dizer, por meio de Abraão, ATÉ LEVI, que recebe dízimos, PAGOU dízimos,
    10 porquanto ele estava ainda nos lombos de seu pai quando Melquisedeque saiu ao encontro deste.

    Isso INDICA que Melquisedeque recebera de Deus ordenanças para recolher dízimo anterior aos de LEVI, e isso o torna superior no recolhimento de Dízimo .

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    1. Excelente artigo sobre Melquisedeque e não tenho nada a discordar. Mas este recebeu dízimos na condição de sacerdote ou de rei? Sabemos que o dízimo era um costume do paganismo e Abrão conhecia muito bem essa prática pois saiu de uma terra pagã e o povo santo de Israel ainda não existia. Sabemos também que era costume dos reis pagãos receberem dízimos de seus súditos, cujo costume se estabeleceu também em Israel, pois quando da escolha de Saul para ser rei, o Senhor alertou o povo que este iria, além de outras coisas requerer os dízimos de suas colheitas e de suas criações (1Samuel 8:11-17).

      Também sabemos que Abraão era mui rico em gado, em prata e em ouro. (Gênesis 13:2). Mas não foi da sua riqueza que este deu o dizimo de tudo a Melquisedeque. A história conta que era costume dos reis antigos receberem pedágios por conta de um estrangeiro ter de passar em seu território. Abraão voltava de uma guerra que foi travada fora de seus domínios trazendo os despojos desta. E foi destes despojos que ele deu o dizimo, quando precisou cruzar Salém que era território de Melquisedeque. Mas, e o restante? Não deveria ser dele por direito de guerra? Sim. Mas ambos, Abraão e Melquisedeque eram justos.

      O livro de Genesis nos mostra que dois reis foram ao encontro de Abrão, o primeiro foi Bera, rei de Sodoma o qual pediu apenas os cidadãos de Gomorra e pediu para que Abraão ficasse com os despojos que por direito de guerra era dele. Mas Abraão não quis, pois jurou ao Deus eterno que não ficaria com nada que não lhe pertencesse e assim, devolveu o restante a Bera, rei de Sodoma, com exceção do que os seus soldados COMERAM e a parte que por direito cabia aos seus vizinhos que o ajudaram na batalha que foram Aner, Escol e Manre.

      Flávio Josefo, escritor judeu da obra a história dos hebreus nos fala um pouco da justiça de Melquisedeque, conforme conta:

      "O rei de Sodoma veio até ele no lugar a que chamam Campo Real, onde o rei de Salém, que agora é Jerusalém, o recebeu com grandes demonstrações de estima e de amizade. Esse príncipe chamava-se Melquisedeque, isto é, "rei justo". E ele era verdadeiramente justo, pois a sua virtude era tal que, por consentimento unânime, havia sido feito sacerdote do Deus Todo-poderoso. Ele não se contentou em receber apenas a Abraão, mas também a todos os seus. Deu-lhes, no meio dos banquetes que realizou, os louvores devidos à sua coragem e virtude e prestou a Deus públicas ações de graças por tão gloriosa vitória. Abraão, por sua vez, ofereceu a Melquisedeque a décima parte dos despojos que tomara dos inimigos, e este aceitou, já o rei de Sodoma, ao qual Abraão ofereceu também parte dos despojos, teve dificuldade em receber a oferta, contentando-se com a parte de seus súditos. Mas Abraão o obrigou a receber tudo, reservando-se somente alguns víveres para os seus homens e uma parte dos despojos para os seus três amigos, Escol, Aner e Manre, que o haviam acompanhado" (História dos Hebreus Cap. 10:27).

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    2. Prezado agradeço sua atenção:

      VOCÊ DISSE: Mas este recebeu dízimos na condição de sacerdote ou de rei?

      Reginaldo não acredito que você fez essa pergunta, depois de ter lido todo o texto que expus, onde consta características de Melquisedeque e o sentido em que Ele teve autorização para cobrar o dízimo de Abraão, ou seja, se você realmente leu todo o texto, você deve ter percebido que a enfase textual gira em torno do SACERDOTE ter cobrado o dízimo, ou seja, sacerdote, então foi nesta condição que a pessoa de Melquisedeque autorizado por Deus, recebeu de Abraão o dízimo e é justamente essa condição que é fortemente enfatizada em Hebreus, condição de sacerdote.


      VOCÊ DISSE: Sabemos que o dízimo era um costume do PAGANISMO e Abrão conhecia muito bem essa prática pois saiu de uma terra PAGÃO e o povo santo de Israel ainda não existia.

      Reginaldo, o seu uso do termo PAGANISMO, PAGÃ, sabermos que o uso destes termos são bem posteriores ao período Abraâmico, todavia acredito que sua intenção era definir AS NAÇÕES da época de Abraão e sendo assim você fez uso do termo PAGÃO, PAGANISMO, para definir as nações da época de Abraão, eu acho que seria mais sensato você utilizar o termo tradicional que é empregado pelas escrituras para assim diferenciar os povos, ou seja, GENTIOS, esse é o termo empregado pelas escrituras.
      E até o termo GENTIO tem um princípio de origem que é posterior a Abraão e não anterior, e também a aplicação do termo Gentio se usava para assim ser feito a distinção entre um israelita e um não israelita, então a utilização desse termo se deu a partir da formação na nação israelense, derivado do nome israel dado por Deus a Jacó, ou seja, o nome da nação é justamente o nome de Jacó( Israel )

      Mas estou ciente que você pretendia usar o termo PAGÃO para se referir aos povos que não era a futura nação nação de Israel, mas lhe deixei claro que até a aplicação do termo GENTIO na bíblia aos povos que não era israel se deu somente a partir da formação da nação de israel, e sendo as nações não eram denominadas de Gentias e nem muito menos de Paganista, termo este que é bem posterior até mesmo a gentios.

      VOCÊ DISSE: Sabemos que o dízimo era um costume do PAGANISMO e Abrão conhecia muito bem essa prática pois saiu de uma terra PAGÃO e o povo santo de Israel ainda não existia.

      Agora, vamos a sua afirmação de que o DÍZIMO era um costume do PAGANISMO
      Reginaldo você disse: nas outras nações era um costume dá o dízimo; Todavia primeiro deve ser esclarecido qual o sentido da entrega deste tipo de dízimo e para quem era oferecido, pois não se pode comparar o conceito de dízimo bíblico com esse suposto conceito de dízimo que você afirma que as nações praticavam.
      Por exemplo: O dízimos destas nações era oferecidos a uma DEIDADE?
      pois somente assim tal porcentagem pode ser definida como um ato de submissão e reconhecimento a algo divino, porém se as nações apenas entregavam tal porcentagem aos reis, neste caso o sentido da entrega é somente o sentido de imposto pelo reis, e não o sentido espiritual.

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    3. CONTINUAÇÃO:

      VOCÊ DISSE: Sabemos também que era costume dos reis pagãos receberem dízimos de seus súditos, cujo costume se estabeleceu também em Israel, pois quando da escolha de Saul para ser rei, o Senhor alertou o povo que este iria, além de outras coisas requerer os dízimos de suas colheitas e de suas criações (1Samuel 8:11-17).

      Reginaldo, você tem razão em afirmar que em determinadas nações impias eram um costume os reis exigirem de SEUS SÚDITOS determinada porcentagem, que em si mesma significa IMPOSTO e não um ato de reconhecimento da deidade.
      Por exemplo no caso do rei rebelde Saul, sua ganância o fez DESVIAR para si, determinada porcentagem(dízimo) que era destinado a outra finalidade, então favor lembrar que Saul estava era DESVIANDO algo que não lhe pertencia.
      Então Reginaldo se você for empregar o erro de Saul, simplesmente para indicar que nas determinadas nações o reis cobravam o dízimo.
      Você tem que entender que nessas nações não estava havendo DESVIO algum, pois a porcentagem exigida pelos reis destas nações eram porcentagem(impostos) e não dízimos à alguma deidade que esses reis estavam desviando, ou seja, a diferença é gigantesca entre o dízimo a deidade e o dízimo(imposto ao rei) no caso de Saul ele desviava o dizimo a deidade para si, já no caso dos outros reis, era uma mera porcentagem(imposto) cabido legalmente aos reis.

      Outra coisa, Abraão NÃO ERA SÚDITO de nenhum dos reis que travaram batalha.

      Também sabemos que Abraão era mui rico em gado, em prata e em ouro. (Gênesis 13:2). Mas não foi da sua riqueza que este deu o dizimo de tudo a Melquisedeque. A história conta que era costume dos reis antigos receberem pedágios por conta de um estrangeiro ter de passar em seu território. Abraão voltava de uma guerra que foi travada fora de seus domínios trazendo os despojos desta. E foi destes despojos que ele deu o dizimo, quando precisou cruzar Salém que era território de Melquisedeque. Mas, e o restante? Não deveria ser dele por direito de guerra? Sim. Mas ambos, Abraão e Melquisedeque eram justos.

      Reginaldo realmente há registro históricos que evidenciam que algumas nações estabelecia imposto de pedágios por acessarem seus territórios, mas não há nenhum registro constando que os reis da redondeza que foram ajudados por Abraão, cobravam impostos, muitos pelo contrário no relato sagrado de gênesis consta simplesmente que Abraão ajudou aos reis perdedores na batalha.

      Outra coisa do relato de gênesis não consta que Abraão tenha passado por SALÉM, mas o texto diz simplesmente que Melquisedeque foi ATÉ Abraão quando este voltava da matança e trouxe alimentação ao grande vitorioso Abraão e o abençoou pela vitória. E tudo isso Melquisedeque o fez na condição de sacerdote

      Gn 14:18 E Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; e este era sacerdote do Deus Altíssimo.
      Gn 14:19 E abençoou-o e disse: Bendito seja Abrão do Deus Altíssimo, o Possuidor dos céus e da terra;

      Hb 7:1 Porque este Melquisedeque, que era rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo, e que saiu ao encontro de Abraão quando ele regressava da matança dos reis, e o abençoou;

      Então não a nada que indica que Melquisedeque tenha IMPOSTO cobrança de pedágio a Abraão, muito pelo contrário, Melquisedeque estava muito contente por Abraão ter vencido o grande rei QUEDORLAOMER que exigia dos outros reis impostos e submissão.
      Gn 14:4 Doze anos haviam servido a Quedorlaomer, mas, ao décimo terceiro ano, rebelaram-se.

      Então é sem cabimento a suposta ideia de que o dízimo dado por Abraão tenha sido apenas um imposto de pedágio.

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    4. Olá Valdecy.

      Eu lí sim toda a sua exposição e como muito cuidado.

      Mas vamos simplificar as coisas.

      A bíblia não nos fornece muitas informações sobre Melquisedeque, então, será inútil travarmos um debate afirmando quem era ele e o que não era. O que mencionei sobre o fato de Abraão ter -lhe pago pedágio, foi algo que lí sobre isso e, se você pesquisar vai encontrar informações desta natureza e vê que eu não estou inventando. Eu cheguei inclusive a postar algo que Flávio Josefo escreveu sobre ele e a obra de Flávio Josefo (A história dos Hebreus) é recomendada pela CPAD como sendo um auxílio a leitura e compreensão de alguns fatos da bíblia. Contudo não é algo que eu possa afirmar com certeza, visto que a Bíblia não nos oferece pormenores da vida de Melquisedeque. Porém, o pouco que a Bíblia nos fala sobre ele, nos diz que ele, assim como o rei Bera de Sodoma foi ao encontro de Abraão quando este retornava da matança dos reis. Em Gênesis 14:18-20 diz que Melquisedeque foi ao encontro de Abraão levando Pão e Vinho e abençoou a Abraão. Em Hebreus 7:1 diz a mesma coisa e somente depois foi que Abraão deu-lhe o dízimo de tudo. Mas em nenhum momento diz que Melquisedeque foi cobrar isto de Abraão. Se ele tinha ou não autorização de Deus para receber tais dádivas, não me oponho a isto, afinal, ele era sacerdote de Deus.

      Agora, se o dizimo dado era para alguma deidade pagã ou mesmo pra Deus, convém salientar que quem usufruia destes benefícios eram os próprios homens, assim como Deus o estabeleceu em lei, para beneficiar os levitas, os órfãos, as viúvas e os estrangeiros, o que não vemos acontecer com os dizimos que são recolhidos nas igrejas

      Contudo, o episódio envolvendo Abraão e Melquisedeque não é modelo e nem um princípio válido para que o cristão possa ser dizimista nos moldes que as igrejas defendem hoje. Repito mais uma vez Abraão deu dízimo apenas uma vez e daquilo que não lhe pertencia. Ele o fez por decisão própria sem que Deus o ordenasse fazer isso e Melquisedeque prontamente recebeu sem também antes o cobrar.

      E também, a forma de dizimar nas igrejas ensinadas pelos pastores não é seguindo o modelo de Abraão, mas da lei, conforme está em Malaquias 3:8-10, onde alguns usam até o argumento do gafanhoto devorador como forma de intimidar e coagir o fiel a dar o dízimo para não ser atacado por este, qual afirma ser um demônio. Isso eu não aceito e nem volto a praticar, mas continuo colaborando com minha contribuição, conforme o Novo Testamento me ensina. E posso testemunhar que minha vida melhorou muito em todas as áreas depois que deixei de praticar a contribuição por coação e passei a ser voluntário como foi Abraão.

      Abraços

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    5. Outra coisa:

      VOCÊ DISSE: O livro de Genesis nos mostra que dois reis foram ao encontro de Abrão, o primeiro foi Bera, rei de Sodoma o qual pediu apenas os cidadãos de Gomorra e pediu para que Abraão ficasse com os despojos que por direito de guerra era dele. Mas Abraão não quis, pois jurou ao Deus eterno que não ficaria com nada que não lhe pertencesse e assim, devolveu o restante a Bera, rei de Sodoma, com exceção do que os seus soldados COMERAM e a parte que por direito cabia aos seus vizinhos que o ajudaram na batalha que foram Aner, Escol e Manre.

      Reginaldo no relato de gênesis 14.1 em diante, consta o relato de uma guerra de 4 reis contra 5 reis

      ARIOQUE, QUEDORLAOMER, TIBAL, ANFAFAEL
      BERA, BIRSA, SINABE, SEMEBER E O REI DE BELA

      Note, que foram 4 reis contra 5 e neste relato não consta a participação do Rei Melquisedeque de Salém

      Então nessa guerra os 4 reis venceram os 5 reis e um dos reis que perdeu, era o BERA de sodoma, e era em sodoma que o sublinho LÓ de Abraão residia e foi levado como escravo.
      11 E tomaram toda a fazenda de Sodoma e de Gomorra e todo o seu mantimento e foram-se.
      12 Também tomaram a Ló, que habitava em Sodoma, filho do irmão de Abrão, e a sua fazenda e foram-se.

      Então Reginaldo, Abraão venceu a esses reis e trouxe de volta tudo que pertencia a sodoma e principalmente seu sublinho LÓ; então quando o texto diz que o rei BERA foi até Abraão implorar, e não estabelecer ordem, ou seja, Bera pediu a Abraão que ao menos lhe entregasse as VIDAS(ALMAS) moradores de sodoma, ou seja, Bera estava pedindo algo que ele mesmo havia PERDIDO para os 4 reis na batalha.

      E Abraão generosamente deu a eles não somente as ALMAS(VIDAS) mas também a FAZENDA
      Gn 14:21 E o rei de Sodoma disse a Abrão: Dá-me a mim as almas e a fazenda toma para ti.
      Gn 14:23 e juro que, desde um fio até à correia dum sapato, NÃO TOMAREI coisa alguma de tudo o que é teu; para que não digas: Eu enriqueci a Abrão;

      Ou seja, Bera não estava impondo a Abraão, nenhum IMPOSTO; muito pelo contrário, Bera não detinha esse poder sobre Abraão e neste caso ele PEDIU a Abraão e Abraão sendo generoso devolveu a Bera o que Bera tinha perdido para QUEDORLAOMER.

      Então Reginaldo ler o texto com mais atenção.

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    6. Sobre Josefo

      Flávio Josefo, escritor judeu da obra a história dos hebreus nos fala um pouco da justiça de Melquisedeque, conforme conta:

      "O rei de Sodoma veio até ele no lugar a que chamam Campo Real, onde o rei de Salém, que agora é Jerusalém, o recebeu com grandes demonstrações de estima e de amizade. Esse príncipe chamava-se Melquisedeque, isto é, "rei justo". E ele era verdadeiramente justo, pois a sua virtude era tal que, por consentimento unânime, havia sido feito sacerdote do Deus Todo-poderoso. Ele não se contentou em receber apenas a Abraão, mas também a todos os seus. Deu-lhes, no meio dos banquetes que realizou, os louvores devidos à sua coragem e virtude e prestou a Deus públicas ações de graças por tão gloriosa vitória. Abraão, por sua vez, ofereceu a Melquisedeque a décima parte dos despojos que tomara dos inimigos, e este aceitou, já o rei de Sodoma, ao qual Abraão ofereceu também parte dos despojos, teve dificuldade em receber a oferta, contentando-se com a parte de seus súditos. Mas Abraão o obrigou a receber tudo, reservando-se somente alguns víveres para os seus homens e uma parte dos despojos para os seus três amigos, Escol, Aner e Manre, que o haviam acompanhado" (História dos Hebreus Cap. 10:27)

      Prezado Reginaldo, lhe apresentei o relato sagrado inspirado em gênesis e seus posterior relato em hebreus e ambos se complementam inspiradamente, sem a necessidade de porção extra-bíblica, quero vos lembrar que o relato de hebreus na bíblia é que foi inspirado e não a conclusão de Josefo, ou seja, sendo que o escrito tanto de Gênesis, como de hebreus, texto inspirados não detiveram contato direto com Melquisedeque e isso resultou no ressumo relato por eles em seus escritos; como então Josefo que não escreveu inspirado pelo espírito santo, poderia escrever algo que viesse a ser aceito mais do que os relatos da bíblia?

      Reginaldo, favor rever as escrituras no que diz respeito ao sacerdote Melquisedeque



      Outra coisa:
      SERIA MELQUISEDEQUE UM PAGÃO?
      TERIA ABRAÃO DADO DÍZIMO AO UM SACERDOTE PAGÃO?
      MELQUISEDEQUE FOI CONSTITUIDO SACERDOTE PELOS HOMENS OU POR DEUS?

      Ressaltei tudo isso não com a pretensão de lhe refutar, mas com a intenção de amostrar a você um ponto de vista acerca de Melquisedeque que, possivelmente você não tenha observado.

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    7. Caro Valdecy

      Não confunda as coisas. Eu em momento algum falei que Melquisedeque se envolveu na guerra. O que eu disse (releia minha publicação com cuidado) foi que na VOLTA da batalha que Abraão empreendeu que os dois reis foram ao encontro dele:

      Genesis 14:17:7 "E o REI de Sodoma SAIU-LHE AO ENCONTRO (depois que voltou de ferir a Quedorlaomer e aos reis que estavam com ele) até ao Vale de Savé, que é o vale do rei".

      Hebreus 7:1:1 Porque este Melquisedeque, que era REI de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, e que SAIU AO ENCONTRO DE ABRAÃO quando ELE REGRESSAVA DA MATANÇA DOS REIS, e o abençoou". Entendido?

      Também não falei em momento algum que o rei Bera foi dar ordens a Abraão, mas pediu os cidadãos de Gomorra, seus súditos (almas), enquanto que os despojos poderiam ficar com Abraão. Bem como também, Melquisedeque não foi ao encontro de Abraão para lhe cobrar dízimos, mas sim lhe abençoar. Depois disso que Abraão sentiu de VOLUNTARIAMENTE lhe dar a décima parte dos despojos conquistados em guerra, quais na verdade pertenciam a Bera. É isso que está escrito e eu não fui além disso. Não tente colocar palavras na minha boca.

      Em toda a Bíblia existem apenas 11 menções à Melquisedeque, sendo 1 em Gn 14:18; 1 em Sl 110:4 e 9 em Hebreus, mas não posso cogitar sobre ele, além do que a Bíblia diz sobre sua pessoa.

      Eu também não disse que os escritos de Flávio Josefo são inspirados, apenas mencionei que esta obra é indicada pela CPAD (Casa Publicadora das Assembleias de Deus), como subsídio a leitura da Bíblia, o que por sinal, particularmente eu acho uma obra excelente. Mas não o coloco acima da Bíblia. Apenas citei o que Flávio Josefo como judeu e conhecedor dos costumes de seu povo escreveu.

      Outra coisa que não falei: que Melquisedeque fosse um pagão. O que eu citei foi que o costume de dar dízimos veio do paganismo, isto é das nações que não conheciam serviam a Deus, de onde veio Abraão (UR dos Caldeus).

      Também não encontro no Novo Testamento o menor indício de que eu deva pagar dízimos a Jesus como sacerdote na ordem de Melquisedeque. Jesus só assumiu esse sacerdócio após o estabelecimento da Nova Aliança pela sua morte na Cruz. Nem Ele e nenhum de seus apóstolos falaram sobre dízimos, mas sim na maneira de servir ao próximo, seguindo o seu exemplo.

      Abraços

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    8. Reginaldo, EU também não disse que você disse que Melquisedeque entrou na GUERRA, favor note que estou neste momento apenas indicando algo que você não deva ter percebido em sua leitura, pois eu objetivo apenas a chamar mais suas atenção aos textos sagrados.

      Eu também não disse, que você disse ser os escritos de Flávio inspirados, apenas ressaltei que NÓS, eu e você e qualquer outro que tem as escrituras como regra de fé, não podemos aplicar a mesma credibilidade da bíblia a qualquer manuscrito, mesmo que seja bem antigo.

      E u também não disse que você disse ser Melquisedeque um Pagão, mas apenas lhe perguntei, pois se você indicar como alguns já estão indicando que o dízimo de Abraão dado a Melquisedeque, era dízimo pagão, logo obviamente isso resultará na tese de ser melquisedeque um Pagão, se é que podemos empregar o termo pagão, pois como disse antes, o emprego do termo gentios teve princípio condicionado a existência da nação de israel, já o termo pagão tem origem mais posterior ainda.

      Mais fica a questão:
      Melquisedeque era ou não servo do Deus altíssimo?

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    9. Reginaldo, você disse: Contudo, o episódio envolvendo Abraão e Melquisedeque não é modelo e nem um princípio válido para que o cristão possa ser dizimista nos moldes que as igrejas defendem hoje. Repito mais uma vez Abraão deu dízimo apenas uma vez e daquilo que não lhe pertencia.
      Ele o fez por decisão própria sem que Deus o ordenasse fazer isso e Melquisedeque prontamente recebeu sem também antes o COBRAR.

      Reginaldo naquela ocasião, entenda naquela ocasião em que Abraão se dirigiu até aquela localidade e portanto ali, ele adquiriu vitória e acumulou os despojos e foi ali também que pela primeira vez possivelmente ele tenha conhecido a Melquisedeque, e é óbvio que as riquezas de Abrão não estavam ali com ele e sim tinham ficado em seu acampamento.
      Portanto do que ele tinha em mãos em deu o dízimo ao sacerdote do Deus altíssimo.
      Outra coisa, dizer que aquela foi a última vez que Abraão dizimou e pura especulação, pois com base no texto de gênesis poderíamos apenas afirmar que aquele episódio é o único que a escrito menciona, mas as escrituras não dizem que aquela foi a última vez.

      Também deixei bem claro que Melquisedeque COBROU/TOMOU dízimo de Abraão por autorização de Deus e quando eu afirmo que Melquisedeque TOMOU/COBROU o dízimo, eu tenho em vista o que a escritura diz e não o que eu deduzo.

      5. E os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm ordem, segundo a lei, de TOMAR o dízimo do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham descendido de Abraão.
      6 Mas aquele cuja genealogia não é contada entre eles TOMOU dízimos de Abraão e abençoou o que tinha as promessas.

      Favor observar que o emprego do termo TOMOU é aplicado como autoridade concedida a LEVI e também a Melquisedeque, pois é o mesmo verbo.

      Se você ler com atenção o relato de hebreus 7, você perceberá que a narrativa apresenta a pessoa de Melquisedeque e o contrasta com o sacerdócio de LEVI e a objetividade da seguinte contrastação é enfatiza a superioridade da grandeza da pessoa de Melquisedeque, devido tamanha autoridade concedida a ele por Deus em relação a autoridade que Deus concedeu a LEVI.

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    10. CONTINUAÇÃO:

      Veja isso nos seguintes versos abaixo:

      7.4. Vejam como Melquisedec ERA GRANDE: Abraão, o patriarca, lhe deu a DÉCIMA parte daquilo que havia de melhor nos despojos.

      Notou que a grandeza de Melquisedeque é enfatizada pelo Fato do próprio Abraão se submeter a pagar o dízimo?
      Ou seja, não é por acaso que o escritor enfatiza que Melquisedeque era tão grande ao ponto de deter consigo a autoridade de cobrar/tomar dízimo até de Abraão.

      Agora no próximo verso o escritor narrará que os sacerdotes segundo a lei de moisés receberão o poder para TOMAR/COBRAR o dízimo dos seus irmãos

      7.5 Segundo a lei de Moisés, os descendentes de Levi, que se tornam sacerdotes, devem cobrar o dízimo do povo, isto é, dos seus irmãos, embora estes também sejam descendentes de Abraão.

      Agora o escritor contrasta as AUTORIDADES de cobrança de dízimo e enfatiza que mesmo os LEVITAS que receberão a AUTORIDADE, pagaram dízimo a Melquisedeque que detinha maior autoridade

      7.6 Melquisedec, porém, que não era descendente de Levi, cobrou de Abraão a décima parte e abençoou aquele que havia recebido as promessas de Deus.

      7.7 Ora, sem dúvida, quem é abençoado é inferior àquele que o abençoa.,
      7.9 Por outro lado, podemos dizer que o próprio Levi, que recebe o dízimo, também entregou a sua décima parte na pessoa de Abraão.
      7.10 De fato, Levi ainda se encontrava no corpo do seu antepassado, quando aconteceu o encontro com Melquisedec.

      Então, Prezado Reginaldo, o escritor narrou uma contrastação de autoridade mediante o poder de RECOLHER O DÍZIMO.

      Se Melquisedeque não tivesse AUTORIZAÇÃO de Deus para cobrar o dízimo e dízimo até de Abraão, sua cobrança seria ILEGAL e portanto não poderia ser superior a autorização estabelecida em Moisés.

      Então, a menção ao dízimo não é por acaso em hebreus, mas é usado como elemento essencial para a realização de contraste de superioridade.

      Então ela enfatiza anterioridade, ou seja, Melquisedeque foi o primeiro que recebeu a autorização de cobrar o dízimo e cobrou até de Abraão o patriarca da promessa.

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    11. VOCÊ DISSE: E também, a forma de dizimar nas igrejas ensinadas pelos pastores não é seguindo o modelo de Abraão, mas da lei, conforme está em Malaquias 3:8-10, onde alguns usam até o argumento do gafanhoto devorador como forma de intimidar e coagir o fiel a dar o dízimo para não ser atacado por este, qual afirma ser um demônio. Isso eu não aceito e nem volto a praticar, mas continuo colaborando com minha contribuição, conforme o Novo Testamento me ensina. E posso testemunhar que minha vida melhorou muito em todas as áreas depois que deixei de praticar a contribuição por coação e passei a ser voluntário como foi Abraão.

      Prezado amigo, não estou defendendo em particular uma determinada denominação, mas estou defendendo o CONHECIMENTO coerente das escrituras, coisa que também muitos assembleianos não tem, por serem muitos leigos.
      Você tem razão há muitas pessoas que segue uma formar incorreta no diz respeito ao dízimo, todavia não devemos generalizar, pois isso seria um grave erro.
      Então como você já deve ter percebido, notou que eu não ensino que o dízimo é contínuo devido está condicionado ao dízimo em Arão, então neste caso, quando você se dirige a mim, você deve ter em mente que minha pessoa não se trata de um leigo que dizima devido gafanhoto e ETC toda aquele história contida em malaquias e no antigo concerto Arônico.

      Acredito que você notou minha pretensão na parte do texto que publiquei aqui, pois nessa parte apenas enfatizei a autorização outorgada a Melquisedeque para exercer o sacerdócio com todos os seus possiveis serviços

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    12. Sim, Melquisedeque era sacerdote do Deus altíssimo: "E Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; e era este sacerdote do Deus Altíssimo." (Gênesis 14:18).

      E, voltando a Abraão eu não encontro na Bíblia algum indício que Abraão tenha adquirido o hábito de ser dizimista, pois a bíblia só cita apenas esse episódio ocorrido no cap. 14 e eu não posso especular sobre isso. Mas, ainda que ele tenha continuado a dizimar, não foi por obrigação, mas por gratidão e voluntariedade. Contudo, lembro que Abraão não somente dizimou, mas obedeceu a Deus no mandamento de se circuncidar com toda sua descenderia.

      Observe que ao contrário do dízimo que foi um ato voluntário de Abraão, a circuncisão foi um mandamento de Deus para ele e sua posteridade (Genesis 17). Esse mandamento foi tão sério que mais tarde Deus quis matar Moisés, por ele não haver circuncidado seu filho. Ao nascer Jesus foi circuncidado em obediencia a esse mandamento, bem como todos os judeus. No Novo Testamento Jesus escolheu a Pedro para pregar o evangelho da circuncisão e a Paulo o da incircuncisão. Em plena era da graça, Paulo circuncidou a Timóteo. A questão agora é: Se antes da lei a circuncisão foi um mandamento obedecido por Abraão e sua posteridade, por que não o obedecemos também. Porque somente devemos dizimar e não nos circuncidar se Abraão fez ambos?

      Também a questão de TOMAR que você INTERPRETA por COBRAR, não resiste a gramática. TOMAR é um verbo transitivo regular e diz respeito a: Pegar em; agarrar; segurar, Apoderar-se de; furtar; arrebatar; conquistar e até usurpar (roubar). Mas nunca COBRAR.

      A propósito, eu li uma publicação sua sobre Melquisedeque, onde você cogita a possibilidade de este haver sido arrebatado, como segue:

      "Hebreus 7.8 E aqui certamente tomam dízimos homens que morrem; ALI PORÉM, AQUELE DE QUEM SE TESTIFICA QUE VIVE.

      A parte (b) do verso ALI PORÉM, AQUELE DE QUEM SE TESTIFICA QUE VIVE. tornou-se a peça fundamental para a tese de que Melquisedeque não tenha morrido, ou seja, nessa tese, se deduz que o AQUELE se trata de Melquisedeque, e que o ALI, indicativo de localidade se trata dos CÉUS.

      E que a parte do verso que diz: DE QUEM SE TESTIFICA QUE VIVE, é uma afirmação de que tal pessoa está literalmente VIVA".

      Cuidado com tal tese, pois no verso 13 diz: "Sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas sendo feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre." (Hebreus 7:3). Tal interpretação pode nos levar a pensar que se Melquisedeque foi arrebatado e pode estar vivo, como você supõe, então no céu existem mais de um intercessor, como o catolicismo também prega sobre Maria.

      E a Bíblia nos diz que há um só mediador, Jesus Cristo.

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    13. Prezado Reginaldo.
      Eu não postei em artigo a tese de que Melquisedeque tenha sido arrebatado, eu apenas ressaltei que alguns adotaram a essa tese e a fundamentaram mediante Hb 7.8

      "Hebreus 7.8 E aqui certamente tomam dízimos homens que morrem; ALI PORÉM, AQUELE DE QUEM SE TESTIFICA QUE VIVE.

      A parte (b) do verso ALI PORÉM, AQUELE DE QUEM SE TESTIFICA QUE VIVE. tornou-se a peça fundamental para a tese de que Melquisedeque não tenha morrido, ou seja, nessa tese, se deduz que o AQUELE se trata de Melquisedeque, e que o ALI, indicativo de localidade se trata dos CÉUS.

      E que a parte do verso que diz: DE QUEM SE TESTIFICA QUE VIVE, é uma afirmação de que tal pessoa está literalmente VIVA".

      Ou seja, alguns deduziram que Melquisedeque havia sido arrebatado devido a interpretação de Hb 7.8

      Então Reginaldo, não sou eu que suponho o arrebatamento de Melquisedeque, é a tese de alguns, pois eu pelo contrário digo que o aquele de Hb 7.8 se trata de Jesus.
      No google plus na materia que postei acerca desta tese, em comentário expliquei a impossíbilidade de Melquisedeque ter sido arrebatado.

      Pois no verso 20 do capítulo 6 que deveria ser o 1 do capítulo, já consta a impossibilidade de Melquisedeque ter sido arrebatado.

      (Hb 6:20 [JFA-RC(Br)])
      onde Jesus, nosso precursor, entrou por nós, feito eternamente sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque.

      Hb 6:20 onde Jesus, nosso PRECURSOR, entrou por nós, feito eternamente sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque.

      Expliquei que pelo fato de Jesus ser o PRECURSOR que adentrou aos céus com finalidade intecessória, logo seria impossível Melquisedeque ter sido nosso intercessor vivo nos céus



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    14. Você disse: Também a questão de TOMAR que você INTERPRETA por COBRAR, não resiste a gramática. TOMAR é um verbo transitivo regular e diz respeito a: Pegar em; agarrar; segurar, Apoderar-se de; furtar; arrebatar; conquistar e até usurpar (roubar). Mas nunca COBRAR.

      Amigo, você tem razão em afirmar que todos esse sinônimos dizem respeito a TOMAR; todavia lhe informo que quando eu uso os termos portugueses TOMAR/ COBRAR
      Estou apenas usando nossas traduções, que procuram na medida do possível verter termos gregos ao nosso idioma

      No versículo 2 aparece o termo grego δεκάτην (decatê) significando “décimo” e traduzido por dízimo.

      No versículo 4, a palavra é a mesma do versículo 2.

      No versículo 5 ocorre o termo grego ἀποδεκατοῦν (apodecatoun) significando “tomar o dízimo de alguém” ou "receber o dízimo”.

      No versículo 6 ocorre a palavra δεδεκάτωκεν (dedekatoken) significa “dar” ou “receber dízimos”.

      No versículo 8 ocorre a palavra grego ἀποδεκατοῦν (apodecatoun) significando “tomar o dízimo de alguém” ou "receber o dízimo”.

      No versículo 9 ocorre o termo δεδεκάτωται (dedekatotai), significa “dizimar” ou “pagar o dízimo”.

      Note que no verso 8 o mesmo termo grego no diz respeito ao ato de autoridade de ter em mãos os dízimos estão em paridade entre LEVI e o AQUELE, ou seja o mesmo ato é aplicado a ambos.

      Então se não detivemos uma tradução que verta exatamente o termo para o português da maneira em que o escritor pretendeu demonstrar.

      Então, nos resta apenas afirmar que ambo temos grego foi aplicado para ambos os sacerdócio descrito em Hb 7 e sendo assim, então o termo era de mesmo significado.

      Se em LEVI o ato de grego ἀποδεκατοῦν (apodecatoun) é RECEBER logo em Melquisedeque o ato detém o mesmo significado, pois houve o emprego do termo para ambos os sacerdócios, ou seja, ambos os sacerdócios ἀποδεκατοῦν (apodecatoun) o dízimo.

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    15. Prezado Reginado, vou deixar uma dica para você acerca do ato de recolher os dízimos por parte dos sacerdotes.

      E preciso termos na mente um pensamento hebraico para deduzimos a interpretação do termo hebraico/grego que era empregado para indica o ato de receber o dízimo.

      Então qual seria o significado mais coerente ao termo grego ἀποδεκατοῦν (apodecatoun) em Hb 7.8?

      Primeiro quando o dizimista vinha apresentar seu dízimo, provavelmente ele vinha com alegria/ e espontânea vontade, pois não deveria o fazer com tristeza.

      E os responsáveis em COLETAR/ RECEBER/ RECOLHER não forçava o dizimista entrega o dízimo e sim o esperava vim por livre vontade.

      logo o ato grego ἀποδεκατοῦν (apodecatoun) significa simplesmente COLETAR / RECEBER / RECOLHER e não TOMAR OU COBRAR

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    16. Prezado, Saudações!

      Você disse: E, voltando a Abraão eu não encontro na Bíblia algum indício que Abraão tenha adquirido o HÁBITO DE SER UM DIZIMISTA, pois a bíblia só cita apenas esse episódio ocorrido no cap. 14

      Você tem razão em afirmar que não encontrou registros que indicam que Abraão manteve Habito de dizimar(tornou-se dizimista ) todavia, também você não pode afirmar que Abraão não manteve o habito.
      Há esse registro em Gn 14 evidenciando uma entrega de dízimo, porém o texto não diz que essa fora a primeira vez e nem a última, pois essa realidade é omitida.
      Todavia pelo simples fato do sagrado texto já mencionar ao menos uma vez Abraão entregando dízimo, isso já era uma evidência de que no coração de Abraão estava a disposição para realizar essa entrega, e se a disposição estava lá, ela então sempre se manteve lá.

      E também é óbvio que o texto nos dá a entender que naquele encontro de Abraão com Melquisedeque, foi o momento em que eles se conheceram.

      Outra coisa,é possível que Melquisedeque tenha desaparecido de vez, e sendo assim este não poderia recolher mas dízimo de Abraão, quando este fosse novamente a Salém.

      Precisamos também entender que a entrega do dízimo de Abraão foi a um Sacerdote do Deus altíssimo, que era um representante de Deus em vida.

      Para quem Abraão entregaria dízimo naquele momento, caso não existisse o sacerdócio de Melquisedeque?...........................................................................

      Outra coisa, vejamos o habito de dizimar se estabelecendo no neto de Abraão, apesar de alguns disserem que Jacó era muito ignorante ainda nesta ocasião, devido do verso 20 ao 21 culmina em Jacó afirmar que somente após conseguir tais petições de Deus, aí sim, ele diz no final do verso 21. O SENHOR SERÁ MEU DEUS.
      20 E Jacó fez um voto, dizendo: Se Deus for comigo, e me guardar nesta viagem que faço, e me der pão para comer e vestes para vestir,
      21 e eu em paz tornar à casa de meu pai, o SENHOR SERÁ O MEU Deus;
      22 e esta pedra, que tenho posto por coluna, será Casa de Deus; e, de tudo quanto me deres, certamente te darei o dízimo.

      Todavia temos, que entender que em sentido de espiritualidade, apesar de Jacó ser realmente filho de Isaque e neto de Abraão, e já ter ouvido os ensinamentos de seus pais, isso não significa que ele mesmo tenha tido já as suas próprias experiências com Deus, e portanto é óbvio que nas próprias palavras de Jacó, dá a entender que Deus, ainda não era exatamente o SENHOR de Jacó, para Jacó.

      Então neste caso, notamos que Jacó, ainda estava aprendendo a ter intimidade com Deus, e aprendendo a fazer seus próprios votos.

      Note que no verso 22 ele finaliza afirmando que de tudo que ele conseguisse ele daria o dízimo. Isso esclarece um dos fatos de Jacó ainda não ser um dizimista, pois ele ainda não havia possuído nada que Deus lhe concederia, porém ele afirmar diante de Deus que seria um dizimista caso Deus lhe concedesse as riquezas necessárias.

      Deveria ele, ter um pouco de conhecimento de AVÔ Abraão.
      Mas fica uma questão para nossa meditação:
      Jacó deu realmente o dízimo do que Deus lhe concedia?
      RESPOSTA: Todos dizem que SIM
      Mas agora vem a tal questão:
      A QUEM JACÓ DAVA O DÍZIMO DO SENHOR?
      sendo que ISAQUE, ABRAÃO já haviam morrido e já havia passado muito tem, e não existia mais o MELQUISEDEQUE

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    17. Olá Valdecy, que a a Paz de Cristo que excede todo entendimento esteja contigo.

      Realmente me equivoquei quanto ao texto postado por você. Perdoe-me, não prestei atenção que você comentava a tese de terceiros, por isso, mais uma vez peço o seu perdão pela minha falta de atenção na leitura.

      Mas, vamos entender uma coisa em relação a diferença em relação ao ato voluntário de Abrão entregar o dízimo a Melquisedeque e à lei outorgada a Levi quanto ao recebimento desta.

      Eu não me convenci que Melquisedeque foi ao encontro de Abrão para lhe cobrar dízimos. Vemos em Melquisedeque um tipo de manifestação de Cristo, pois este existe desde a eternidade. Como rei de justiça ele foi ao encontro de Abrão para lho abençoar em virtude do reconhecimento da bênção de Deus na vida de Abrão que o havia escolhido e também por Abraão libertar aquela gente da opressão do tirano Quedorlaomer que há muito tempo oprimia aquela gente cobrando impostos. Cristo veio justamente para libertar o povo da opressão em todos os sentidos.

      Observemos que Abrão em momento algum se sentiu obrigado a dar dízimo a Melquisedeque, mas fê-lo por gratidão e reconhecimento, após ser abençoado por Melquisedeque. Mas tarde, quando Deus estabeleceu a entrega de dízimos pela lei que Deus deu aos hebreus, vemos que Ele mesmo estabeleceu a maneira como os judeus deveriam proceder no ato da entrega deste. Deus mostrou exatamente a maneira de como os hebreus deveriam proceder não aumentando e nem dimuindo nada do que Ele estabeleceu (Deut. 12:32). Entre outros os dízimos deveriam ser entregues aos levitas, bem como aos órfãos, viúvas e estrangeiros e não diretamente aos sacerdotes, apesar de estes também serem levitas. Os sacerdotes (filhos de Arão) não tinham o direito de cobrar dízimos do Povo.

      Mesmo sendo obrigatório a entrega do dízimo pela lei, não vemos os levitas e nem mesmo os órfãos, viúvas e estrangeiros cobrando isso dos hebreus, mas recebendo-os quando da repartição dessa bênção. Compreendemos que pela lei, esse dízimo foi estabelecido por Deus como um principio de justiça e igualdade, onde os pobres não eram obrigados a dizimar, mas sim serem abençoados pelos dízimos. Contudo, não vemos esse principio ser aplicado hoje nas igrejas que cobram dízimos. Até mesmo a contribuição que nos é ensinada a praticar no Novo testamento, obedeceu esse principio de igualdade praticada na lei.

      (continua)

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    18. (Continuação)

      Paulo diz que era imitador de Cristo e pede também que outros o imitem e ele ensina o principio da contribuição e seus objetivos no Novo testamento, como segue:

      "Porque, se há PRONTIDÃO DE VONTADE, será aceita segundo o que QUALQUER TEM, e não segundo o que NÃO TEM.
      Mas, não digo isto para que os outros tenham alívio, e vós opressão,
      Mas para IGUALDADE; neste tempo presente, a vossa abundância supra a falta dos outros, para que também a sua abundância supra a vossa falta, e haja IGUALDADE;
      Como está escrito: O que muito colheu não teve de mais; e o que pouco, não teve de menos" (2Corintios 8:12-15). Neste ponto Paulo cita o que aconteceu no deserto, quando Deus enviou o seu maná para alimentar os hebreus, ordenando que cada família só tomasse o necessário para sí. Mas teve alguns gananciosos que não atenderam ao apelo divino e tomaram mais do que deviam, deixando faltar para outros. Porém, na hora de medir o maná, não sobrou pra quem pegou de mais, e nem faltou pra quem pegou de menos (Exôdo 16:16-18). Deus é fiel.

      E ainda: "Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.
      E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça, a fim de que tendo sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em toda a boa obra;
      Conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres; A sua justiça permanece para sempre" (2Corintios 9:7-9). Neste ponto Paulo cita o Salmo 112 que fala sobre o homem que é justo, cuja justiça faz com que ele se compadeça dos pobres repartindo com eles aquilo que tem. Foi o mesmo principio que Jesus ensinou no que diz respeito a nossa contribuição para a Sua obra e que a igreja nos seus primeiros dias praticou.

      É isto que eu faço hoje, com aquilo que Deus me abençoa e Ele tem confirmado ainda mais suas bênçãos em minha vida. Tenho, inclusive vários testemunhos para contar sobre isso, mas se for o caso contarei depois.

      Deus te abençoe meu irmão. A você e a sua família, é o que desejo de coração.

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    19. A QUEM JACÓ DAVA O DÍZIMO DO SENHOR?

      Creio que a pergunta deva ser assim: A QUEM JACÓ DEU O DÍZIMO QUE ELE PROMETEU?

      Observemos alguns pontos sobre o voto de Jacó, pois não foi somente em relação a dar o dízimo que Jacó fez um voto. Vejamos:

      "E Jacó fez um voto, dizendo: Se Deus for comigo, e me guardar nesta viagem que faço, e me der pão para comer, e vestes para vestir;
      E eu em paz tornar à casa de meu pai, o SENHOR me será por Deus;
      E esta pedra que tenho posto por coluna será casa de Deus; e de tudo quanto me deres, certamente te darei o dízimo" (Gênesis 28:20-22).

      1º Voto: O SENHOR SERÁ O MEU DEUS. Logo, Jacó não tinha ao Senhor como seu Deus.
      2º Voto: A PEDRA QUE ELE PÔS POR COLUNA SERIA A CASA DE DEUS. Cumpriu?
      3º Voto: DAR O DÍZIMO de tudo o quanto Deus primeiramente o desse a ele. Hoje se ensina o oposto, pois primeiro o fiel é instado a dar para depois ser abençoado por Deus.

      Havia a necessidade de Jacó fazer esse voto? Não! Observe que primeiramente Deus apareceu pra ele, confirmando as promessas que havia feito a Abraão e a Isaque, seu pai. Em seguida Deus faz uma promessa maravilhosa a Jacó: "E eis que estou contigo, e te guardarei por onde quer que fores, e te farei tornar a esta terra; porque não te deixarei, até que haja cumprido o que te tenho falado" (Gn 28:15). Diante de tal confirmação diretamente de Deus, Jacó só precisava descansar em Deus e continuar sua jornada, na certeza de que o Senhor estaria com ele como prometeu. Mas não foi isso que aconteceu, pois Jacó lançou uma contra-proposta, onde fez esse voto querendo uma garantia de que Deus cumpriria com sua promessa. Falta de fé de Jacó.

      Deus não pediu nada dele em troca da bênção que lhe prometeu, mas como Jacó foi insensato, agora tinha de cumprir, assim como agiu Jefté. Porém, Deus foi com Jacó até chegar a Padã-Harã, onde o abençoou e, somente 20 anos depois, após haver constituído família e riquezas Jacó decide voltar a Berseba. Foi nessa volta que Ele se encontrou com Deus e teve seu nome mudado para Israel.

      Mas e o dízimo que prometera a Deus, a quem entregaria se não existia sacerdote naquele tempo? Quem seria habilitado a recebê-lo em nome de Deus? O proprio Deus lutou com Jacó no Vau de Jaboque, mas não recebeu seus dízimos. O que vou transcrever é uma opinião minha, pessoalmente minha da forma como lí e entendí.

      “Então disse Jacó: Não, se agora tenho achado graça em teus olhos, peço-te que tomes o meu presente da minha mão; porquanto tenho visto o teu rosto, como SE TIVESSE VISTO O ROSTO DE DEUS, e tomaste contentamento em mim. Toma, peço-te, a MINHA BÊNÇÃO, que te foi trazida; porque DEUS GRACIOSAMENTE ME TEM DADO; e porque tenho de tudo. E instou com ele, até que a tomou”. (Gênesis 33:10,11).

      Jacó votou dizendo: "e de TUDO QUANTO ME DERES, certamente TE DAREI o dízimo" (Gn 28.22).

      Observe que Jacó reconheceu no seu próprio irmão Esaú a presença de Deus. Por isso, Jacó lhe deu o seguinte:
      "E passou ali aquela noite; e tomou do que lhe veio à sua mão, um presente para seu irmão Esaú: Duzentas cabras e vinte bodes; duzentas ovelhas e vinte carneiros; Trinta camelas de leite com suas crias, quarenta vacas e dez novilhos; vinte jumentas e dez jumentinhos" (Gn 32:13-15). Veja a riqueza que ele deu a seu irmão Esaú que na minha opinião (MINHA OPINIÃO), foi o dízimo que ele prometeu dar de tudo o quanto Deus lhe desse.

      Abraços e fique na paz do Senhor.

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    20. A paz, prezado irmão

      Você disse: Eu não me convenci que Melquisedeque foi ao encontro de Abrão para lhe cobrar dízimos.

      Primeiro não lhe digo que Melquisedeque foi COBRAR dízimo, já lhe falei anteriormente que o uso de algumas tradução é que vertem, COBRAR/TOMAR, e já demonstrei o termo grego.

      Reginaldo não precisa pedir perdão, você não pecou, mas aceito suas desculpas.
      Você deve ter percebido que nossa conversa é edificante para ambos, pois é fundamentada no examinar as escrituras, nas realidade uma das minhas intenções neste dialogo, é chamar cada vez mais sua atenção a detalhes das escrituras, pois eu acredito que muito lhe passou por desapercebido.

      Então, Irmão peço lhe que por enquanto, evite argumentar com os versículos de coletas em corintios ETC, pois no momento não pretendo argumentar ainda acerca disto, pois a té então pretendo juntamente com você, investigar o procedimento de Melquisedeque, pois é acerca dele que pretendo dá detalhes que acredito que sua pessoa e outros não tenham percebido, e acredito que até o presente momento você já deve ter notado algo de minha exposição que possivelmente você não havia notado antes.
      Então vamos ao assunto novamente e desde já filtrar nossas concordâncias

      1. EU ACREDITO QUE MELQUISEDEQUE NÃO ERA PAGÃO..........E VOCÊ?
      Possivelmente você deva acreditar também.

      2. EU ACREDITO QUE FOI DEUS QUE CONSTITUI A MELQUISEDEQUE AO SACERDÓCIO........E VOCÊ?
      Possivelmente você deva acreditar também.

      3. EU ACREDITO QUE SENDO O SACERDÓCIO DE MELQUISEDEQUE ORIGINADO EM DEUS, LOGO HAVIA OUTORGAÇÕES À MELQUISEDEQUE E HAVIA MANDAMENTO CONDICIONADO A ESSE SACERDÓCIO, POIS CASO CONTRÁRIO SERIA (ILEGAL)........E VOCÊ?
      Não deduzo o que você acha

      4. EU ACREDITO QUE AQUELE DÍZIMO QUE MELQUISEDEQUE RECEBEU, NÃO ERA IMPOSTO DE PEDÁGIO......E VOCÊ?
      Possivelmente você deva não acreditar nisso ainda.

      Vou agora fazer uma comparação entre ato de RECEBER o dízimo por parte de Melquisedeque e LEVI, e perceberemos que há PARIDADE em ambos os atos.


      Vejamos primeiro o verso 5 de Hb 7
      Hb 7:5 E os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm ordem, segundo a lei, de (tomar) RECEBER o dízimo do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham descendido de Abraão................NOTE QUE VERTI O (TOMAR) por RECEBER nesta tradução, porém no grego é assim:

      Hb 7:5 E os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm ordem, segundo a LEI, de ἀποδεκατοῦν (apodecatoun) o dízimo do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham descendido de Abraão. que tem o sentido de RECEBER /COLETAR/ RECOLHER.

      Notou que essa LEI de autorização concedia a LEVI o ato de ἀποδεκατοῦν (apodecatoun) COLETAR/ RECEBER/ RECOLHER o dízimo do povo?
      Percebeu que era preciso haver uma determinada LEI vinda de Deus para conceder autorização, para alguém poder COLETAR/RECEBER o dízimo? pois caso alguém o fizesse sem uma LEI anterior estabelecida por Deus, o RECEBIMENTO seria, ILEGAL ilegitimo.

      Agora o versículo 6
      Hb 7:6 Mas aquele cuja genealogia não é contada entre eles ἀποδεκατοῦν (apodecatoun) RECEBEU dízimos de Abraão e abençoou o que tinha as promessas.

      Então Reginaldo leia com atenção que você percebera que em Hb 7 há uma contrastação de AUTORIZAÇÃO de recebimento de dízimo é bem enfatizado que a Melquisedeque é atribuído MAIOR autorização.

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    21. Continuação:

      Prezado, você percebeu que estou a defender a legalização do sacerdócio de Melquisedeque?
      Ou seja, minha objetividade é demonstrar que foi Deus que o constituiu a tamanha posição e lhe outorgou determinadas autorizações.
      Observe que em qualquer leitura simples dos textos de Gn 14 e Hb 7 ou outro concernente a pessoa de Melquisedeque, temos logo em vista de imediato que o tal fora constituído por Deus a determinada posição sacerdotal e que obviamente o mesmo era SUPERIOR a Abraão em diversos aspectos condicionados a Deus; tendo isso em vista, notamos que o ato de comparação de recebimento de dízimo por parte de ambos os sacerdócios apresentados em Hb 7, tem por finalidade apresentar a superioridade neste ato no âmbito dos sacerdócio, ou seja, era cabido a Melquisedeque maior superioridade devido primeiramente ser Ele o primeiro sacerdote que as escrituras menciona que estava na posição de RECEBER dízimo, posição esta que fora estabelecida por Deus.

      Pois se Melquisedeque não detivesse essa autorização sacerdotal, seu ato de recebimento de dízimo não seria superior ao de LEVI, pois este por sua vez foi também estabelecido por Deus.
      Como então, uma ação sem ordenança divina seria superior a uma ação com ordenança divina?
      Pense bem nisso!

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    22. Continuação:
      Prezado! Estou defendendo a legitimidade do sacerdócio de Melquisedeque, justamente devido haver muita má interpretação deste sacerdócio.

      Há pessoas que até concluem que era um PAGÃO
      Alguns dizem ele não detinha autorização de Deus para RECEBER dízimo.
      ETC, pois há muito absurdos de ideia em relação ao a Melquisedeque, todavia os registros que temos, são bem ricos em informação e é o suficiente para nossa conformação.

      Porém suponhamos que Realmente não era LEGAL, Melquisedeque RECEBER dízimo.

      Logo, por que então Abraão haveria de entregar o dízimo a alguém que não detinha a autorização de Deus para o RECEBER?
      Prezado, no ato de entregar o Dízimo a pessoa de Melquisedeque, já está inserido a verdade de que ele era uma pessoa ideal para o recebê-lo, ou seja, ao Abraão entregar a Melquisedeque, isso indica que Abraão reconhecia que Melquisedeque era Realmente um sacerdote de Deus, pois ele não entregaria a alguém que ele não o reconhecesse como uma autoridade de Deus.

      Alguns dizem, Abraão deu o dízimo a Melquisedeque pelo simples fato de reconhecer a Deus como autor de sua vitória.
      Sim, mas a entrega deste dízimo sendo um ato de reconhecimento a Deus, não poderia ser entregue a qualquer pessoa naquela ocasião.
      Então sendo que Abraão tem nas mãos algo que ele pretendia entregar a Deus como reconhecimento de sua vitória, ele o fez mediante a MELQUISEDEQUE que ele reconheceu como uma autoridade autorizada e apta a recebê-lo

      E esse reconhecimento foi tão significativo que fez com quer Moisés o registrasse em Gn e posterior mente houvesse maior detalhes em Hebreus.

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    23. A Paz Valdecy.

      Tenho a lhe dizer que não tenho nada a discordar da sua interpretação a respeito de Melquisedeque. Como já lhe falei antes, as escrituras pouco nos falam a respeito desse homem. Mas, digo com certeza que tenho aprendido muito com seus argumentos e, com certeza me serão de grande valia.

      Como você eu também acredito que Melquisedeque não era pagão e que também foi escolhido por Deus. Quando eu mencionei anteriormente que o dízimo foi um costume herdado do paganismo, eu quis dizer que este ato era comum entre as nações gentias, onde os reis usavam deste artificio para aumentar suas riquezas. Eu disse isso baseado em algumas pesquisas que fiz sobre este assunto. Mas isto não quer dizer que Melquisedeque seja pagão, quem sabe outrora possa ter sido como Abraão também o foi e eu também.

      Mas em relação a questão do dízimo quando foi estabelecido em lei, algumas coisas foram mudadas; Exemplo: Melquisedeque como sacerdote recebeu de Abraão os dízimos. Mas na lei o dizimo não foi designado para o sacerdote e sim para seus auxiliares levitas. Embora o sacerdote fosse também levita (descendentes de Arão), deles eram apenas a décima parte destes como uma oferta alçada que o levita deveria lhe dar.

      Você também me perguntou se não existisse sacerdote a quem Abraão entregaria seu dizimo. A resposta está na própria Bíblia: Abraão simplesmente entregaria todo o despojo a quem de direito, que no caso era Bera, rei de Sodoma visto que Abrão havia jurado por Deus que nada ficaria com o que era dele, com exceção daquilo que seus jovens comeram e a parte que por direito cabiam aos seus vizinhos que o ajudaram na campanha. Mas Abraão já havia determinado não ficar com nada.

      O livro de Hebreus mostra a superioridade de Melquisedeque sobre Abrão, mostrando que naquele tempo ele era um tipo de Cristo, que hoje é superior a todos, ou seja, Jesus Cristo, autor e consumador de nossa fé é superior a Abraão e a Melquisedeque, sendo hoje nosso sumo-sacerdote e intercessor a quem devemos toda glória e honra para todo o sempre. E o mandamento que devemos obedecer foi aquele que Ele nos deixou.

      Abraços.

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    24. Prezado irmão, Grato estou por sua rica atenção:

      VOCÊ DISSE: Mas em relação a questão do dízimo quando foi estabelecido EM LEI, algumas coisas foram mudadas; Exemplo: Melquisedeque como sacerdote recebeu de Abraão os dízimos. Mas na lei o dizimo não foi designado para o sacerdote e sim para seus auxiliares levitas. Embora o sacerdote fosse também levita (descendentes de Arão), deles eram apenas a décima parte destes como uma oferta alçada que o levita deveria lhe dar.

      Sim Reginaldo você está correto em afirmar que quando o dízimo foi (ESTABELECIDO EM LEI) Mas eu vou muito mais além e digo: Quando o dízimo se (ESTABELECEU NESSA LEI), pois o dízimo é ANTERIOR a essa LEI DO SACERDÓCIO LEVÍTICO, e quando foi estabelecido o DÍZIMO nessa LEI, essa LEI estabelecia quem receberia e a quem se destinaria o dízimo.
      Note que estou ressaltando a LEI como sendo ESSA LEI, pois de fato é essa lei, lei especifica e não generalizada.

      Prezado, não sei se você conhece a doutrina das Leis, preceitos, mandamento de Deus
      Pois eu sei que os Mandamentos de Deus são amplos e em sua abrangência está inseridos, preceitos, mandamentos morais, mandamentos civis, mandamentos cerimoniais ETC, então em suma é necessário ter ciência da abrangência dos mandamentos de Deus, para que assim, possa se compreender determinada doutrinas sem vigor e as que atualmente estão em vigência.
      Pois muitas pessoas por não deterem um estudo sistemático bem abrangente, se perdem no entendimento de determinado ensino acerca da lei de Deus.

      Por exemplo em Mateus 5.17

      Mt 5:17 Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim AB-ROGAR, mas cumprir.

      QUE LEI JESUS NÃO VEIO AB-ROGAR?
      QUE LEI JESUS VEIO CUMPRIR?
      QUE LEI JESUS ESTAVA IMPOSSIBILITADO DE CUMPRIR?

      Hb 7:18 Porque o precedente mandamento é AB-ROGADO por causa da sua fraqueza e inutilidade

      QUE MANDAMENTO em hebreus É AB-ROGADO?

      Algumas pessoas afirmam de modo generalizado que a LEI foi ABOLIDA, e tais pessoas afirmam isso, mas simplesmente não sabem explicar a que LEI podem elas afirmar que tal se submeteu a ABOLIÇÃO.
      Pois em questão de saber distinguir a que classe de LEIS tais mandamentos pertencem, muitas pessoas se perdem e entram em equívocos que acarreta em maiores danos acerca da sã-doutrina.

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    25. Continuação:

      Por exemplo: O mandamento AMARÁS AO PRÓXIMO, é pertencente as LEIS DE MORALIDADE, e tais retratam o caráter divino e portanto não é possível sua ABOLIÇÃO, ou seja, a LEI de Deus em sua completude não pode ser ABOLIDA no entanto alguns/determinados mandamentos podem ser Abolidos ou substituídos por outros.
      Pois quando um leitor se detém em textos bíblico que dizem respeitos a suspensão/ anulação de algum mandamento, será necessários tal leitor verificar a que classe de leis tal mandamento é pertencente.

      Por exemplo: Na lei do sacerdócio Levítico, era lei que o os sacerdotes deveriam serem oriundos de uma única tribo (LEVI) e portanto essa determinada LEI é que estabelecia que na Ordem de Arão, não se poderia ocupar o posto sacerdotal, pessoas de outras tribos, com isso fica óbvio que ESSA LEI não foi cumprida por Jesus, pois sua naturalidade tribal lhe impossibilitava a cumprir.
      Então não se poderia usar Mateus 5.17 afirmando que Jesus cumpriu o requisito de:
      3 Porque aquele de quem essas coisas se dizem pertence a outra tribo, da qual ninguém serviu ao altar,
      14 visto ser manifesto que nosso Senhor procedeu de Judá, e concernente a essa tribo nunca Moisés falou de sacerdócio.

      Então sendo que Jesus estava impossibilitado de cumprir a lei de sacerdócio no sacerdócio Arônico, logo Jesus Deveria estabelecer outro sacerdócio e neste caso, estaria havendo MUDANÇA/ TRANSIÇÃO de sacerdócio, por isso vejamos o que diz em:

      Hb 7:12 Porque, MUDANDO-SE o sacerdócio, necessariamente se faz também MUDANÇA DE LEI.
      Note, que o verso diz que ao MUDAR um sacerdócio, também há MUDANÇA de LEI, e isso não significa que esteja havendo uma ABOLIÇÃO completa de SACERDÓCIO E DE LEI.
      É dito simplesmente que está havendo uma mudança de SACERDÓCIO e portanto também seria mudado determinada LEI, e quando diz mudado determinada lei, isso significa que essa tal LEI seria MUDADA/SUBSTITUÍDA por outra LEI, neste novo sacerdócio.

      Então essa lei aqui condicionada ao sacerdócio Arônico que seria mudada, é justamente a lei de Mandamento Carnal, que estabelecia que somente quem detivesse carnalmente genealogia vinculado a tribo de LEVI poderia exercer o ofício sacerdotal.
      E essa lei foi mudada justamente devido ter sido imposto uma nova Ordem sacerdotal, ordem de Melquisedeque, logo a LEI CARNAL que estabelecia mediante genealogia quem ocuparia posto sacerdotal, foi substituída pela:

      Hb 7:16 que não FOI FEITO segundo a LEI do mandamento carnal, mas segundo a virtude da VIDA INCORRUPTÍVEL.

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    26. Excelente. Vejo que o amado é inteirado nesta questão da divisão da lei.

      Me responda o seguinte: O dizimo estava vinculado a qual lei? Moral, Cerimonial, Cívica, etc..

      Alguns defendem a legalidade do dizimo por dizer que ele pertencia a lei moral, em cuja classe está o mandamento de não roubar e usam como base o texto de Malaquias 3:8-10. Um certo pastor adventista tentou me convencer que o dízimo é legal atualmente, por pertencer a classe de leis morais e não cerimoniais, pois este não dizia respeito a expiação dos pecados. Ele tentou me garantiu que somente as leis cerimoniais, isto é, aquelas que dizem respeito aos sacrifícios de animais para expiação é que foram abolidas, por essa razão não se deve obedecer essas leis. Sendo que, fora essas, as demais leis permaneceram no seu pleno vigor.

      E, aproveitando o ensejo eu lhe perguntei em qual classe de lei estava inserida a circuncisão, pois ela não diz respeito a sacrifícios para expiação, contudo não é praticada pelos cristãos, muito embora, Abraão tenha obedecido a ordem de se circuncidar e até o próprio Cristo se circuncidou, como Paulo também circuncidou Timóteo em plena era da graça.

      Até hoje ele não me respondeu.

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    27. Saudações!
      Reginaldo, Valdecy, Crystiano....
      Tenho, lido atentamente a postagem acima de autoria do Sr. Reginaldo e também tenho lido os comentários que sucedem abaixo.
      Ha muita informação! e com detalhes na realidade todos você são como pesquisadores cuidadosos e percebem algo em texto que para alguns passa desapercebido.
      Notei muitos detalhes acerca do salemita Melquisedeque e minhas dúvidas se ele era realmente Jesus como alguns pressupõem foram sanadas com a certa observação de que Melquisedeque, fora (feito semelhante ao Filho de Deus) logo a textualização não diz ser ele o filho de Deus.

      Também, havia da minha parte uma incerteza concernente hipótese de Melquisedeque ainda está vivo literalmente, porém o texto mencionado em comentários acima, onde diz que Jesus fora o(Precursor que adentrou ao céus como intercessor ) descartou a possibilidade de Melquisedeque está vivo intercedendo nos céus.

      Também agora acredito ser o sacerdócio de Melquisedeque originado em Deus e diretamente por Deus, sem o apoio de homem algum, semelhante ao de Jesus que não se constituiu sacerdote e nem foi constituído por homem algum, mas fora constituído pelo próprio Deus.

      Hb 5:5 Assim, também Cristo não se glorificou a si mesmo, para se fazer sumo sacerdote, mas glorificou aquele que lhe disse: Tu és meu Filho, hoje te gerei.

      Hb 5:6 Como também diz noutro lugar: Tu és sacerdote eternamente, segundo a ordem de Melquisedeque.

      (Hb 5:10 [JFA-RC(Br)])
      chamado por Deus sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque.

      Está claro que ambos Melquisedeque e Jesus fora constituídos diretamente por Deus ao sacerdócio.


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    28. Saudações, Reginaldo

      Antes de tudo lhe afirmo que a posição em que as LEIS estão posicionadas, são posições estabelecidas pelo próprio Deus, ou seja, pode haver diversas ideologias teológicas concernente a posição que lei A está e lei B ocupa.
      No entanto é Deus o definidor de suas leis, pois foi sua pessoa que a estabeleceu e as pode mudar ou substituí-las como bem pretender
      Foi Deus que estabeleceu o primeiro sacerdócio, (Melquisedequiano) e posteriormente estabeleceu o sacerdócio Arônico, não que o estabelecimento Arônico viesse substituir ao Melquisedequiano, mas foi estabelecido o Arônico com propósitos a princípio nacional, ou seja, era um sacerdócio de uma nação, gerado em uma tribo pertencente a uma nação.
      E as demais foram tidas, denominadas por Gentias, separadas deste sacerdócio.

      Mas voltando a sua pergunta:

      ME RESPONDA O SEGUINTE : O dizimo estava vinculado a qual lei? Moral, Cerimonial, Cívica, etc..

      Para responder a essa pergunta, seria necessário primeiro observamos se a pergunta diz respeito ao dízimo no período Levítico ou no período de sua antecedência; Pois o dízimo em si, não teve seu princípio de estabelecimento primariamente em em LEVÍTICO, mas em levitico ele foi estabelecido com determinadas requisitos e finalidades.
      E também em levitico, apesar do dízimo ser investido em ações humanos pois assim o senhor o estabeleceu em levitico, no entanto o dízimo EM SI, era voltado para Deus, por exemplo em malaquias quando não se seguia o que Deus havia estabelecido acerca daquele dízimo, Deus afirmava que Ele mesmo estava sendo ROUBADO e não o sacerdócio; com isso quero simplesmente frisar que o dízimo em si mesmo, era voltado para Deus, mesmo este não sendo o consumidor do dízimo.

      Então sua pergunta poderia ser a seguinte:

      O dizimo em MELQUISEDEQUE estava vinculado a qual lei? Moral, Cerimonial, Cívica, etc..
      O dizimo em LEVÍTICO estava vinculado a qual lei? Moral, Cerimonial, Cívica, etc..

      Eu poderia perguntar a você também Reginaldo, qual seu ponto de vista acerca de que posição ocupava o dízimo em ambos os sacerdócios?

      Em LEVÍTICO o dízimo estava em qual lei?
      CÍVICA NÃO PODERIA SER.........................pois as civis tratavam de direitos individuas e coletivos dentro da nação
      CERIMONIAL NÃO PODERIA SER...............pois não se travava de uma ritualização
      Então é preciso ver a que se destinava o dízimo em LEVÍTICO para assim saber qual a posição objetiva em que Deus estabeleceu o dízimo.
      Então Reginaldo, em sua postagens acima está bem claro a destinação do dízimo estabelecido em LEVÍTICO.
      Seria cerimonial o emprego do dízimo para sustento das Viúvas e órfãos?
      Seria cerimonial o emprego do dízimo para sustentar os ministros do culto e lhes substituir a herança?

      Outra coisa, a não entrega correta do dízimo em Lévitico, resultou em Deus, moralmente defini-lo de ROUBO; ou seja, eu lhe disse que não é NÓS que pode posiciona um mandamento a determinada lei e nem muito menos defini-lo, pois isso é cabido a Ele(Deus), por exemplo, não foi Malaquias em Levítico que definiu a não entrega do dízimo como sendo ROUBO, foi o criador

      Ml 1:1
      Peso da palavra do SENHOR contra Israel, pelo ministério de Malaquias.
      Ml 3:7
      Desde os dias de vossos pais, vos desviastes dos meus estatutos e não os guardastes; tornai vós para mim, e eu tornarei para vós, diz o SENHOR dos Exércitos; mas vós dizeis: Em que havemos de tornar?
      Ml 3:8
      Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas alçadas.
      Ml 3:9
      Com maldição sois amaldiçoados, porque me roubais a mim, vós, toda a nação.

      Então Prezado irmão, fica bem óbvio que há maior probabilidade do dízimo está condicionado a moralidade divina, igualmente ser moralidade divina o fato de Deus afirmar que a não entregar do dízimo a ele seria pesado semelhante a pecado do ROUBO.

      Porém, irmão digo isto acerca do dízimo estabelecido em LEVÍTICO.

      Fica essa diga para sua meditação o estabelecimento em LEVÍTICO, ou seja, lá ele está posicionado moralmente, já em Melquisedeque depois comento.

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    29. Prezado, Valdecy
      Essa sua explicação acerca do posicionamento de um mandamento incluso em uma da leis, morais, cívica ou cerimonial, foi bem formulada.
      Eu pensava, que cabia simplesmente a teologia o fato de posicionar um mandamento como.
      cerimonial
      cívico
      moral

      Você argumentou que:
      Outra coisa, a não entrega correta do dízimo em Lévitico, resultou em Deus, moralmente defini-lo de ROUBO; ou seja, eu lhe disse que não é NÓS que podem posicionar um mandamento a determinada lei e nem muito menos defini-lo, pois isso é cabido a Ele(Deus), por exemplo, não foi Malaquias em Levítico que definiu a não entrega do dízimo como sendo ROUBO, foi o criador.

      Ficou bem claro que na realidade nem o próprio profeta Malaquias poderia posicionar um determinado mandamento a algumas das leis, morais, civis ou cerimoniais, quanto menos os teólogos da atualidade.

      Então entendi que o dízimo sim estava provavelmente inserido nas leis morais de Deus, mas isso você disse acerca somente do sacerdócio levítico; e a Melquisedeque, não era moral?

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    30. Prezado, saudações

      VOCÊ DISSE: Observe que ao contrário do dízimo que foi um ato voluntário de Abraão, a circuncisão foi um mandamento de Deus para ele e sua posteridade (Genesis 17). Esse mandamento foi tão sério que mais tarde Deus quis matar Moisés, por ele não haver circuncidado seu filho.
      Ao nascer Jesus foi circuncidado em obediencia a esse mandamento, bem como todos os judeus.
      No Novo Testamento Jesus escolheu a Pedro para pregar o evangelho da circuncisão e a Paulo o da incircuncisão. Em plena era da graça, Paulo circuncidou a Timóteo. A questão agora é: Se antes da lei a circuncisão foi um mandamento obedecido por Abraão e sua posteridade, por que não o obedecemos também. Porque somente devemos dizimar e não nos circuncidar se Abraão fez ambos?

      A resposta poderia ser bem simples, no novo testamente há a indicação de que não é mais necessário a circuncisão pois a mesma que era anterior ao estabelecimento da lei em Moisés, era UM SINAL cerimonial que indicava externamente o CONCERTO entre Deus e Abraão

      Rm2.28 Porque NÃO É JUDEU o que o é EXTERIORMENTE, nem é circuncisão a que o é EXTERIORMENTE na carne.
      29 Mas é judeu o que o é no interior, e circuncisão, a que é do coração, no espírito, não na letra, cujo louvor não provém dos homens, mas de Deus.

      Na atual dispensação a circuncisão externa (Marca no corpo) é desnecessária, sendo que agora é a circuncisão interior(marca no coração) logo no novo concerto não houve necessariamente abolição de circuncisão, mas houve um aperfeiçoamento , pois a pretensão divina seria estabelecer suas leis no coração(interior) do homem

      Hb 8:10 Porque este é o concerto que, depois daqueles dias, farei com a casa de Israel, diz o Senhor: porei as MINHAS LEIS no seu entendimento e em seu coração as escreverei; e eu lhes serei por Deus, e eles me serão por povo.

      Outra coisa, no fato de Deus pretender matar a Moisés, devido este não ter de imediato circuncidado a seu filho, isso diz respeito a moralidade divina ou seja, ao fato de Moisés naquele momento não está fazendo caso a moralidade divina(mandamento) para se entender melhor o porque de Deus pretender matar a Moisés, mas não havia tentado matar a outros que haviam feito o mesmo pecado.


      2 Naquele tempo, disse o SENHOR a Josué: Faze facas de pedra e torna a circuncidar os filhos de Israel.
      3 Então, Josué fez para si facas de pedra e circuncidou aos filhos de Israel em Gibeate-Haralote.
      4 E foi esta a causa por que Josué os circuncidou: todo o povo que tinha saído do Egito, os varões, todos os homens de guerra, eram já mortos no deserto, pelo caminho, depois que saíram do Egito.
      5 Porque todo o povo que saíra estava circuncidado, mas a nenhum do povo que nascera no deserto, pelo caminho, depois de terem saído do Egito, haviam circuncidado.

      Porém a cobrança foi maior a MOISÉS, devido a ele Deus ter SE MANIFESTADO PODEROSAMENTE e neste caso ele que seria o libertador de Israel, deveria ser de imediato modelo exemplar ao demais.
      Neste episódio vemos aqui a indicação de nível de AGRAVO a moralidade divina, ou seja, o agravo de moisés foi maior do que a seus subordinados nesta ocasião.
      E poderia muito bem aqui ressaltar o funcionamento de agravo a moralidade de Deus, todavia me detenho.

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    31. Continuação:

      VOCÊ PERGUNTOU: E, aproveitando o ensejo eu lhe perguntei em qual classe de lei estava inserida a circuncisão, pois ela não diz respeito a sacrifícios para expiação, contudo não é praticada pelos cristãos, muito embora, Abraão tenha obedecido a ordem de se circuncidar e até o próprio Cristo se circuncidou, como Paulo também circuncidou Timóteo em plena era da graça.

      O estabelecimento da circuncisão é anterior as leis cerimonias do sacerdócio levítico e portanto não foi em levítico que a tal foi estabelecida, logo a mesma não faz parte das leis cerimonias em levítico como sendo fundada em levítico, pois a mesma é anterior e fundiu-se posteriormente com as cerimonias de israel; o ato cerimonial da circuncisão em si, mesmo representado um SINAL externo que indicava uma ALIANÇA, acordo entre Deus e Abraão e sua posteridade

      9.Disse mais Deus a Abraão: Tu, porém, guardarás o meu concerto, tu e a tua semente depois de ti, nas suas gerações.
      10 Este é o meu concerto, que guardareis entre mim e vós e a tua semente depois de ti: Que todo macho será circuncidado.
      11 E circuncidareis a carne do vosso prepúcio; e isto será POR SINAL DO CONCERTO entre mim e vós.

      Porém como foi frisado acima, a circuncisão no novo concerto é no coração e não no corpo, logo então a circuncisão externa( ato de cortar o prepúcio) era em si, um ato cerimonial, porém o era feito em obediência ao mandamento divina, então o ato em si não era moral, mas a sua realização indicava obediência a moralidade de Deus.
      Pois é Deus que estabelece os niveis de moralidade e suas mensurações se estabelecem mediante a obediência aos mandamentos que nos foi imposto.
      Ou seja, antes de Deus estabelecer a o ato de circuncidar, se alguém o fizesse não estaria indicando obediência a moralidade de Deus, pois Deus não havia estabelecido a ordem, porém a partir da ordem divina, aí sim o ato, sendo realizado evidencia submissão a moralidade divina.

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    32. Prezado Bruno!
      Quando não se têm uma visão bem abrangente das escrituras, sua ótica pode ser bem ressumida ao ponto de supôr que as leis de Deus teve início a partir de Moisés, no entanto isso é um equívoco, pois em Moisés é óbvio que a lei torna-se mais forte e bem imprimida e transferida em escrita ordenada.
      Ou seja, a lei moral estava lá, antes de ser evidenciada nas pedras do concerto, caso contrário isso significaria que todos o pecadas anteriores a lei não seriam pecados.
      Porém, quando Caim, matou a Abel, não estaria ele desobedecendo a Deus?
      Por que então caim teve consciência de que havia pecado, se porventura não houvesse lei?
      Por que então Deus disse que os moradores da época de Noé, eram pecadores de auto grau, pois para ser pecador seria preciso está infligindo as leis de Deus?

      Outra coisa, será se Adão não detinha em sua consciência a noção de que Ele deveria ADORAR a Deus?
      Ou não seria mandamento ADORAR a Deus?
      Não se encontrará versículo algum no AT que indique que Adão deveria ADORAR a Deus, mas não seria mandamento para Adão o fazê-lo?
      Em gênesis 4:1-5 Caim e Abel trouxeram OFERTA de sacrifício ao Senhor; mas não há relato que indique que Deus os tenha ordenado a fazerem isto.
      Porém como então os corações deles deduziram e concluíram que deveriam fazer este ato de possivelmente ADORAÇÃO?
      E como poderia ser um ATO aprovado ou desaprovado por Deus?
      É dito em hebreus 11 o seguinte de Abel.

      Hb 11:4 Pela fé, Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemunho dos seus dons, e, por ela, depois de morto, ainda fala.

      vejamos o verso 6
      Hb 11:6 Ora, sem fé é impossível agradar-lhe, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que é galardoador dos que o buscam.

      Na realidade um dos principais mandamentos é ter fé em Deus; então está claro que Abel seguia naturalmente ao mandamento do Senhor, mesmo que este não esteja estampados no relato de Gn 4
      Apesar do texto de Gn 4 dizer claramente que Deus os ordenou a trazerem OFERTAS de sacrifício ao Senhor; Abel o fez por saber que era direito do Senhor receber tal ADORAÇÃO, e que portanto lhe era um dever fazê-lo.

      Não me estenderei no assunto isso é o suficiente para se ter a noção de que a existência dos mandamentos são anteriores a sua manifestação ordenada em Moisés.
      Ou seja, escrevi isso acima apenas para ressaltar que determinados mandamento do Senhor, mesmo que não conste seu registro nos primeiros textos da bíblia, mesmo assim eles estavam lá e deviam ser obedecidos.

      Em gênesis consta que o Sacerdote Melquisedeque, na posição sacerdotal, RECEBEU dízimo de Abraão, e foi na posição de sacerdote que o recebeu, pois esta posição que em Hebreus se realiza uma comparação.
      Porém não é por não está escrito no relato de Gênesìs que Deus ordenou a Melquisedeque a RECEBER o dízimo que portanto isso significaria que ele não detinha essa autoridade; como também, não é devido não haver registro dizendo que foi Deus o constituiu ao sacerdócio, que sendo assim ele não seria constituído por Deus.
      Pois o simples fato da bíblia aplicar a nomenclatura de Sacerdote do Deus Altíssimo à pessoa de Melquisedeque já se pressupõe que o mesmo fora constituído por Deus, e o simples fato das escrituras mencionar Este COLETANDO dízimo, isso já indica que ele o fez sob autorização divina, pois ele o fez na condição de sacerdote e nesta condição foi Deus que o colocou.

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    33. Paz seja convosco Valdecy e Bruno.

      De fato é isso mesmo Valdecy. Você respondeu corretamente conforme a verdade exarada nas escrituras sobre a circuncisão e nada tenho a discordar. Outrossim, apesar de a circuncisão hoje ser no coração, ainda ela é praticada na carne pelos judeus, pois foi dada a eles como lei. O próprio Paulo quem pregou sobre a não obrigação da circuncisão, precisou circuncidar a Timóteo e por que? Timóteo era filho de paí grego, mas de mãe judia. Logo, ele tinha duas cidadanias, era grego e judeu, assim como Paulo era judeu e romano. Mas, para não escandalizar os judeus que tinham a obrigação da lei, Paulo precisou circuncidá-lo (Atos 16:3), mas não fez o mesmo com Tito, pois este era grego, isto é, um gentio (Gálatas 2:3).

      Jesus disse que até que o céu e a terra passem, nenhum til ou "J" se omitirá da lei sem que tudo se cumpra (Mateus 5:18). Mas antes, no verso 17 Ele disse que não veio ab-rogar (abolir) a lei, mas cumpri-la. Pelas palavras de Jesus, subentende-se que a lei ainda continua em seu pleno vigor, pois os céus e a terra ainda não passaram. Observe o exemplo do sábado que não observamos, com exceção dos irmãos adventistas, onde, no sermão escatólogico em Mateus 24:20, Jesus pediu que os judeus orassem para que a fuga deles não acontecesse no inverno e nem no sábado, por ocasião da perseguição. Isto mostra que até que chegue o período do cumprimento da tribulação nos últimos dias, o sábado como lei estará em vigor para eles, muito embora o próprio Deus tenha descansado no sétimo dia depois que criou todas as coisas (Gênesis 2:2).

      E quando me refiro a lei, não o faço separando a moral da cerimonial, pois não vemos essa divisão na bíblia, senão por parte de alguns teólogos, onde alguns chegam a classificar a lei como: Lei de Deus e a Lei de Moisés, distinguindo a lei de Deus como sendo apenas os 10 mandamentos que foram escritas pelo dedo de Deus e que seria a lei moral e por isto, esta não foi abolida. Já a lei de Moisés seria a cerimonial e que na cruz foi abolida. Os próprios profetas do Antigo Concerto não faziam essa divisão: "Lembrai-vos da LEI DE MOISÉS, meu servo, que lhe mandei em HOREBE para todo o Israel, a saber, estatutos e juízos." (Malaquias 4:4). Qual lei foi que Deus entregou em Horebe senão os dez mandamentos.

      Semelhante aos profetas, Jesus e os apóstolos quando falavam da lei, não a separavam em moral, cerimonial e etc. Então, a lei continua em vigor sim até que os céus e a terra passem, mas para um povo a quem ela foi entregue - os judeus.

      A propósito, Paulo ainda diz que a lei veio como um ministério de morte, condenação e ainda que era transitório (2 Corintios 3:7-14). E isso ele disse se referindo ao decálogo que foi escrito em tábuas de pedras qual é considerado como a lei moral, principalmente pelos adventistas. Mas eu sou gentio, cujas leis estão escritas na tábua de carne do meu coração. Esta não foi escrita com tinta, mas pelo próprio Espírito de Deus quando me convenceu do pecado, da justiça e do juízo (2Corintios 3:5; João 16:8), por isso, hoje eu sou ministro deste testamento cuja glória é muito maior.

      "Mas agora temos sido libertados da lei, tendo morrido para aquilo em que estávamos retidos; para que sirvamos em novidade de espírito, e não na velhice da letra." (Romanos 7:6)

      (continua)

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    34. Prezado Bruno.
      Mas, sua pergunta é se o dízimo em Melquisedeque estava vinculado ao qual lei?

      MORAL
      CÍVICA
      CERIMONIAL

      Já anteriormente ressaltei que essa divisão de leis, Moral, cívica e Cerimonial é uma classificação teológica e portanto não é absoluta, pois enfatizei que independe de qual leis desta classe algum mandamento pertença, mesmo assim o mesmo será dotado de determinado nível de moralidade, pelo fato de tal mandamento ser proferido por um DEUS.
      Ou seja, neste caso a classificação não seria a tradicional usada pela teologia e sim seria uma classificação do ponto de vista divino e portanto seria uma classificação do nível de moralidade empregado a cada mandamento, pois é Deus que estabelece seus mandamentos e são em si dotados de moralidade conforme a medida conhecida por Deus.
      Vejamos o primeiro mandamento ao homem, escrito nas escrituras:

      16 E ordenou o SENHOR Deus ao homem, dizendo: De toda árvore do jardim comerás livremente,
      17 mas da árvore da ciência do bem e do mal, dela não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás.

      Se a teologia tradicional fosse classificar esse mandamento, baseada em suas classificações de mandamentos, a qual classificação esse mandamento pertenceria?

      Então quando nos despimos da tradicional classificação teológica, percebemos que qualquer mandamento divino independente da aparente classificação, são relacionados a moralidade divina, pois sua prática diz respeito a obediência ao que foi estabelecido pelo Ser Soberano e há moralidade em tudo que este ser o estabelece, logo deste ponto de vista, percebemos que somente há uma classificação e portanto dentro desta classe é que devemos notar o nível de moralidade empregado a cada mandamento.
      Sendo assim seria preciso formular uma classificação de níveis de moralidade empregada a cada mandamento
      Nível Baixo
      Nível Médio
      Nível Alto
      porém isto seria mais uma mera classificação teológica com a objetividade de tentar descrever a mensuração que somente a Deus é permitido.

      Porém foi fácil ressaltar a explicação de que em si mesmo, todos os mandamento são dotados do emprego de moralidade, mesmo até quando Deus ordenou a Saul matar aos amalequitas, HAVIA MORALIDADE nesse mandamento especifico.

      Logo então respondendo a sua pergunta acerca do dízimo em Melquisedeque, é óbvio que não era uma cerimônia e nem um ato cívico

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    35. (continuação)

      "Porque, quando os gentios, que não têm lei, fazem naturalmente as coisas que são da lei, não tendo eles lei, para si mesmos são lei; Os quais mostram a obra da lei escrita em seus corações, testificando juntamente a sua consciência, e os seus pensamentos, quer acusando-os, quer defendendo-os; No dia em que Deus há de julgar os segredos dos homens, por Jesus Cristo, segundo o meu evangelho" (Romanos 2:14-16).

      Por isso, não me valho da lei para poder fazer o que é certo, pois isso está dentro de mim pelo Santo Espírito que habita dentro de mim.

      Mas, não quero me aprofundar nesta questão, pois as Escrituras dizem: "Fiel é a palavra, e isto quero que deveras afirmes, para que os que crêem em Deus procurem aplicar-se às boas obras; estas coisas são boas e proveitosas aos homens. Mas não entres em questões loucas, genealogias e contendas, e nos debates acerca da lei; porque são coisas inúteis e vãs" (Tito 3:8,9).

      Mas, pelo que pude entender em todo esse debate, creio que a posição de ambos (Valdecy e Bruno), seja que temos que devolver dízimos na ordem de Melquisedeque, pois, uma vez que o ministério levítico cessou e agora vivemos o ministério sacerdotal de Cristo que foi feito segundo a ordem de Melquisedeque certo? Vamos entender uma coisa:

      Melquisedeque além de sacerdote era rei, isto é, ele, além de ser um tipo de Cristo, também foi um tipo da tribo levitica (sacerdotal) e de Judá (monarquica) de onde veio Jesus. Sendo Jesus sacerdote e rei, segundo a ordem de Melquisedeque, fez uma mudança na lei. Nessa mudança eu e você estamos inclusos pela fé ao sacerdócio e à monarquia também, ou seja, com Jesus somos reis e sacerdotes. O livro de Apocalipse nos garante isso em duas ocasiões: "E da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dentre os mortos e o príncipe dos reis da terra. Àquele que nos amou, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados, E nos fez reis e sacerdotes para Deus e seu Pai; a ele glória e poder para todo o sempre. Amém (Apocalipse 1:5,6). "E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda a tribo, e língua, e povo, e nação; E para o nosso Deus os fizeste reis e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra" (Apocalipse 5:9,10).

      Também, Abraão não foi justificado por que pagou dízimos a Melquisedeque, mas simplesmente pelo ato de crer em Deus. "Que diremos, pois, ter alcançado Abraão, nosso pai segundo a carne? Porque, se Abraão foi justificado pelas obras, tem de que se gloriar, mas não diante de Deus. Ora, àquele que faz qualquer obra não lhe é imputado o galardão segundo a graça, mas segundo a dívida. Mas, àquele que não pratica, mas crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça" (Romanos 4:1-4).

      Logo, minha justificação diante de Deus é pela fé, pois sem essa é impossível agradar a Deus. (Hebreus 11:6).

      Abraços.

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    36. Prezado, saudações!

      As passagens de Rm 7 mim chama muito atenção, mas como você não pretende tocar a fundo no assunto, vou deixar uma simples observação e em seguida retomo nossa questão concernente ao dízimo.

      Veja qual o ponto de vista de Paulo, ou seja em que posição Paulo estava ao comentar o assunto: Paulo escreve sob a posição de quem nasceu e adquiriu consciência da lei do Senhor e percebeu NASCEU com uma natureza pecaminosa, sendo CARNAL E VENDIDO AO PECADO

      7 Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas (EU) não conheci o pecado senão pela lei (ADQUIRIU CONSCIÊNCIA); porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás.

      8 Mas o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, despertou em mim toda a concupiscência: porquanto, sem a lei, estava morto o pecado( SEM LEI NÃO HAVERIA CONSCIÊNCIA DO PECADO, LOGO O PECADO ESTAVA MORTO).

      9 E (EU), nalgum tempo, vivia sem lei, mas, vindo o mandamento, reviveu o pecado, e eu morri;
      (SE NÃO HOUVESSE CONSCIÊNCIA DA LEI, NÃO HAVERIA CONSCIÊNCIA DO PECADO) Note que ele diz que quando adquiriu a consciência do mandamento(vindo o mandamento) ele teve consciência do pecado (o pecado reviveu) aí ele diz, E EU MORRI

      10 e o mandamento que era para vida, achei eu que me era para morte.
      (O MANDAMENTO ERA PARA A VIDA), mas ele ACHOU que lhe era para morte

      11 Porque o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, me enganou e, por ele, me matou.
      (NOTE QUE O PECADO O MATOU, POR ELE "MANDAMENTO") por, ele, me matou

      12 Assim, a lei é santa; e o mandamento, santo, justo e bom.
      ( A LEI É SANTA, JUSTA E BOA)

      13 Logo, tornou-se-me o bom em morte? De modo nenhum! Mas o pecado, para que se mostrasse pecado, operou em mim a morte pelo bem, a fim de que pelo mandamento o pecado se fizesse excessivamente maligno.

      14 Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado.
      (PAULO, PERCEBE SER CARNAL E NASCEU NO PECADO)

      15 Porque o que faço, não o aprovo, pois o que quero, isso não faço; mas o que aborreço, isso faço.
      16 E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa.
      17 De maneira que, agora, já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim.
      18 Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e, com efeito, o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. .
      19 Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse faço.

      20 Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim.
      (A NATUREZA PECAMINOSA LHE INCLINAVA A PECAR)

      21 Acho, então, esta lei em mim: que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo.
      (LEI DA NATUREZA PECAMINOSA)

      22 Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus.
      ( HÁ EM PAULO PRAZER NA LEI DE DEUS)
      23 Mas vejo nos meus membros outra lei que batalha contra a LEI DO MEU ENTENDIMENTO e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros.
      ( AQUI, A LEI DO ENTENDIMENTO, QUE PAULO MENCIONA SE REFERIA A QUE?)

      24 Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte?
      (QUEM ME LIVRARÁ DA NATUREZA PECAMINOSA)
      25 Dou graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. Assim que eu mesmo, com o entendimento, sirvo à LEI DE DEUS, mas, com a carne, à LEI DO PECADO.

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    37. Continuação:


      A que tipo de Lei Paulo refere-se em Romanos 3:31?

      “Anulamos, pois, a lei pela fé? Não, de maneira nenhuma! Antes, confirmamos a lei”. (Romanos 3:31 RA).

      Certa vez um oponente à lei de Deus em mais um desses sites dos chamados “Centros Apologéticos” teve a ousadia de escrever que a lei moral mencionada em Romanos 3:31 foi abolida.
      Na sua desesperada tentativa de ‘explicar’ o que já foi “explicado” pelo apóstolo Paulo, que tinha “prazer na lei de Deus” (Rm 7:22), distorceu alguns versos das Escrituras ,em especial o texto de Hebreus 7:12

      Mas, Reginaldo eu pergunto a você a que lei se refere em Rm 3:31
      Como não sendo anulada e sim estabelecida pela Fé?
      27 Onde está, logo, a jactância? É excluída. Por qual lei? Das obras? Não! Mas pela lei da fé.
      28 Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé, sem as obras da lei.
      29 É, porventura, Deus somente DOS JUDEUS? E não o é também dos gentios? Também dos gentios, certamente.
      30 Se Deus é um só, que justifica, pela fé, a circuncisão e, por meio da fé, a incircuncisão,
      31 anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma! Antes, estabelecemos a lei.

      Não precisa responder!!!!!!!!!

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    38. A Paz Valdecy

      Você me deixou um pouco confuso.

      Voce me diz: "Veja qual o ponto de vista de Paulo, ou seja em que posição Paulo estava ao comentar o assunto: Paulo escreve sob a posição de quem nasceu e adquiriu consciência da lei do Senhor e percebeu NASCEU com uma natureza pecaminosa, sendo CARNAL E VENDIDO AO PECADO"

      Mas eu pergunto: quem de nós nasceu sem a natureza pecaminosa? Só teve um que foi o amado Jesus. Mas mesmo Ele sem conhecer o pecado se fez pecado por nós, como diz: "Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus." (2Coríntios 5:21).

      Paulo ainda diz que: "Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus;" (Romanos 3:23). "Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram." (Romanos 5:12).

      No capitulo 7 de Romanos Paulo inicia sua explicação sobre a lei e sua natureza, expondo o exemplo da lei do matrimônio, onde ele explica que no caso de um dos conjuges se separarem e um deles contrair uam segunda núpcia, cometerá adultério se o outro parceiro estiver vivo. Mas, morrendo um, o outro fica livre da lei do matrimônio para casar com quem quiser. Desse ponto em diante ele mostra que Cristo ao morrer, pagando a divida da lei que nos era contrária, nos deixa livre para servi-lo, como segue nos versos 4 a 6:

      "4 Assim, meus irmãos, também vós estais mortos para a lei pelo corpo de Cristo, para que sejais de outro, daquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que demos fruto para Deus.
      5 Porque, quando estávamos na carne, as paixões dos pecados, que são pela lei, operavam em nossos membros para darem fruto para a morte.
      6 Mas agora temos sido libertados da lei, tendo morrido para aquilo em que estávamos retidos; para que sirvamos em novidade de espírito, e não na velhice da letra".

      Abraços

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    39. Prezado, Reginaldo, lamento se ficou meio confuso para você, mas minha objetividade era demonstrar isso mesmo que em Rm 7 Paulo fala da lei sob o ponto de vista de quem NASCEU EM PECADO, com a natureza pecaminosa, porém no princípio não foi assim:
      por exemplo se a pessoa de Adão fosse escrever algo acerca da lei de Deus, antes de tamanho pecado; Ele não ressaltaria o que Paulo ressaltou.
      24 Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte?
      (QUEM ME LIVRARÁ DA NATUREZA PECAMINOSA)
      Pois não havia natureza pecaminosa em Adão, logo sob o ponto de vista Adâmico antes do pecado seria diferente do ponto de vista após o pecado, todos nascem atualmente vendidos ao pecado, destituídos da glória de Deus com a natureza pendendo a desobedecer a lei de Deus, mas graças a Deus por Cristo Jesus.

      Mas voltando a:

      VOCÊ DISSE: Também, Abraão não foi justificado por que pagou dízimos a Melquisedeque, mas simplesmente pelo ato de crer em Deus. "Que diremos, pois, ter alcançado Abraão, nosso pai segundo a carne? Porque, se Abraão foi justificado pelas obras, tem de que se gloriar, mas não diante de Deus. Ora, àquele que faz qualquer obra não lhe é imputado o galardão segundo a graça, mas segundo a dívida. Mas, àquele que não pratica, mas crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça" (Romanos 4:1-4).

      Logo, minha justificação diante de Deus é pela fé, pois sem essa é impossível agradar a Deus. (Hebreus 11:6).

      Prezado, se na realidade fazermos alguma obra da LEI (amar ao próximo por exemplo ) o fazemos porque temos FÉ e não para ser justificado, pois é mediante essa fé que nos fez realizar alguma obra, é que seremos Justificados.
      Mas porventura se alegamos termo tamanha FÉ porém em nosso trajeto de vida, não indicação de obras algumas realizadas por essa suposta FÉ, seriamos por acaso justificado?

      Tg 2:14
      Meus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem fé e não tiver as obras? Porventura, a fé pode salvá-lo?
      15,16
      17 Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma.
      18 Mas dirá alguém: Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras.

      Abraão fez tamanha OBRA mediante a FÉ, porém se tal obra não estive se externizado não haveria um indicativo da existência da FÉ.

      Hb 11:1 Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam (ACONTECER) e a prova das coisas que se não vêem. GRIFO meu

      Como poderia viver a vida toda alegando que tenho FÉ para evangelizar, porém levo a vida sem EVANGELIZAR?
      Minha fé não estaria fazendo as coisas ACONTECEREM, e portanto seria insuficiente para realizar o que ESPERO.



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    40. Continuação:

      VOCÊ DISSE: Melquisedeque além de sacerdote era rei, isto é, ele, além de ser um tipo de Cristo, também foi um tipo da tribo levitica (sacerdotal) e de Judá (monarquica) de onde veio Jesus. Sendo Jesus sacerdote e rei, segundo a ordem de Melquisedeque, fez uma mudança na lei.
      Nessa mudança eu e você estamos inclusos pela fé ao sacerdócio e à monarquia também, ou seja, com Jesus somos reis e sacerdotes.
      O livro de Apocalipse nos garante isso em duas ocasiões: "E da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dentre os mortos e o príncipe dos reis da terra. Àquele que nos amou, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados, E nos fez reis e sacerdotes para Deus e seu Pai; a ele glória e poder para todo o sempre. Amém (Apocalipse 1:5,6). "E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda a tribo, e língua, e povo, e nação; E para o nosso Deus os fizeste reis e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra" (Apocalipse 5:9,10).

      Como se interpretar esses versos separadamente, porventura todos se tratam de uma única profecia? e quando ocorreria?

      Ex 19:6 E vós me sereis REINO SACERDOTAL e povo santo. Estas são as palavras que falarás aos filhos de Israel.

      Is 61:6 Mas vós sereis (CHAMADOS) SACERDOTES DO SENHOR, e vos chamarão ministros de nosso Deus; comereis das riquezas das nações e na sua glória vos gloriareis.

      Ap 1:6 e nos fez REIS E SACERDOTES PARA DEUS e seu Pai, a ele, glória e poder para todo o sempre. Amém!

      Ap 5:10 e para o nosso Deus os fizeste REIS E SACERDOTES; e eles REINARÃO sobre a terra.
      Quando será este REINO?

      Ap 20:6 Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na PRIMEIRA RESSURREIÇÃO; sobre estes não tem poder a segunda morte, MAS SERÃO SACERDOTES DE DEUS e de Cristo e REINARÃO com ele mil anos.
      Quando seremos realmente sacerdotes de Deus e quando Reinaremos com Ele? NÃO SERIA APÓS RESSURREIÇÃO?

      Reginaldo eu acho que você saber como usar esses verso na dispensação da graça que vivemos antes da ressurreição

      Sim Reginaldo temos a promessa de sermos sacerdote santo, mas já ocorreu a promessa?
      Sim Reginaldo temos a promessa de ressurreição, mas já ocorreu a promessa?
      Sim temos a promessa de vida eterna, mas já ocorreu a promessa?

      Tudo dentro de seu devido tempo.

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    41. Amigo Valdecy.

      Quando me referi a Abraão sobre não ser justificado pelas obras, quis dizer que é não por aquilo que fazemos que seremos aceitos por Deus. E, na verdade os que dão dizimos hoje, o fazem querendo receber algo de Deus em troca, como são largamente ensinados. Contudo, as obras que o Novo Testamento ensina são as nossas atitudes em relação ao nosso próximo, no que diz respeito de atender suas necessidades. Mas, não é o ato de fazer isso mecanicamente ou para ser visto, mas sim pela fé, crendo que fazendo ao meu próximo estou também fazendo para o meu Deus como Jesus ensinou.

      E, propositadamente eu não citei o texto de Apocalipse 20:6, sabendo que esta promessa se refere aqueles que haverão ainda de ressuscitar. E, quando isso acontecer, estes também exercerão o sacerdócio nos mil anos em que Cristo reinará nesta terra, antes do fim de tudo. Eu também não quis mencionar o texto de 1Pedro 2:9: "Mas vós sois a geração eleita, o SACERDÓCIO REAL, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz;", que diz respeito a nossa chamada.

      E, quanto ao reino de Deus, posso dizer que em parte já o vivenciamos, onde presenciamos a ação do Espírito Santo em nosso meio. Eu por exemplo, presenciei a ressurreição de minha primeira filha, pela misericórdia de Deus e quando ainda servia na igreja católica. Dois anos depois ví Jesus curar o meu filho desenganado pela medicina e por causa disso abracei a fé em Jesus. Eu mesmo já tive a oportunidade de orar e Jesus curar mais de uma pessoa e também de expulsar demônios pelo nome de Jesus. Há seis anos eu tive minha visão devolvida, pois fiquei cego por causa de diabetes sem chances de poder voltar a enxergar segundo a medicina. Mas uma irmanzinha orou e profetizou que eu seria curado e teria minha visão de volta e se cumpriu no dia 8 de março de 2008. Hoje não tomo nenhuma droga pra controlar a glicose, pois Deus foi fiel ao que prometeu. Isso não é manifestação do reino de Deus entre nós? Se eu não fizesse parte desse sacerdócio, não seriam curados aqueles por quem orei e nem seriam libertos aqueles que estavam possesso.

      Mas, o reino de Deus em sua plenitude só virá quando o filho do homem se manifestar e prender a antiga serpente. Mas até lá, muitas coisas temos que fazer porque anunciando a chegada desse reino e orando para que ele não demore, como pediu Jesus na oração do Pai Nosso: Venha o teu reino.

      Por fim: Israel, o povo do Antigo Concerto foi escolhido sim como reino sacerdotal. Mas, porque eles não fizeram caso, esse reino foi tirado deles e dado a nós:

      "Portanto, eu vos digo que o reino de Deus vos será tirado, e será dado a uma nação que dê os seus frutos." (Mateus 21:43).

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    42. Prezado, Reginaldo parabéns por tudo que Deus em sua vida, pois foi realmente glorioso.
      E também você razão em afirmar que muitas pessoas são dizimista por interesses próprio e alguns acham que seria isso um ato para justificá-los, isso devido a falta de conhecimento; como você mesmo alegou há pessoas que quando ministram acerca do dízimo não sabem empregar corretamente as passagens concernentes ao assunto e os explicar suas ocorrências no decorrer das dispensações.
      Isso é uma das falhas das assembleia de Deus, pois colocam pessoas indoutas em postos inapropriados.
      Mas há os eruditos experientes nas assembleias de Deus.

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  14. Saudações Prezado Reginaldo, lhe informo que li seu texto e sou do tipo bereano que analiso tudo e absorvo o correto.
    Espero que você tenha lido tranquilamente meus comentários acima, que se objetiva primariamente ressaltar informações acerca de Melquisedeque, pois até então eu não lhe apresentei argumentações acerca do posicionamento da bíblia concernente ao dízimo em o novo testamento.

    Pois eu deduzo que meu comentários acima seria o suficiente para lhe explicar a razão pelo qual Melquisedeque recolhera o dízimo de Abraão e o porque Abraão resolverá entrega a Melquisedeque o dízimo.

    Porém enquanto sua pessoa não me responde, passarei parte de minha observação a sua postagem acima, pois a mesma precisa de correções.

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  15. Continuação:

    Reginaldo gostei muito da parte de seu estudo que diz.
    DÍZIMO NA BÍBLIA ERA ALIMENTO E NUNCA DINHEIRO.

    Todavia amigo, você deveria intitular o seguinte:

    DÍZIMO NA ORDEM ARÃMICA ERA SOMENTE ALIMENTO E NÃO DINHEIRO E OUTRAS COISAS.

    Pois fica bem claro que todas as passagens mencionadas por você, faz alusão ao SACERDÓCIO ARÂMICO, ou seja, somente a esse sacerdócio e não a todos, pois a regra que estabelecia que a porcentagem de 10% deveria ser SOMENTE em alimentos, foi estabelecida SOMENTE no sacerdócio LEVÍTICO.

    Reginaldo essa informação não é nova, possa ser que você não tenha notado isso antes e somente agora percebeu que em LEVI o dízimo era somente alimento, e todos os assembleianos mais acurados sabem disso, porém sabem disso e sabem de muito mais, ou seja, sabem acerca da anterioridade do sacerdócio de Melquisedeque e de sua posterior vigência em Jesus no NT.
    Sabem que no sacerdócio de Melquisedeque, o dízimo pagado por Abraão, foi de TUDO que havia sido conquistado e isso faz a inclusão de coisas que possivelmente não seja somente ALIMENTO, e sendo que Melquisedeque receberá a porcentagem daquilo que não era somente alimento, entendemos que Ele o fez por autorização divina.

    Ou seja, quando você diz que: DÍZIMO NA BÍBLIA ERA ALIMENTO E NUNCA DINHEIRO. dá a entender que dízimo em todos os aspectos e mencionados pela bíblia era somente alimentos e não poderia ser outra coisa além de alimentos, é o mesmo que você afirmar que o dízimo dos despojos pago por Abraão era SOMENTE ALIMENTOS.
    Seria realmente somente alimentos o dízimo pago por Abraão, o texto diz isso?

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  16. Continuação:

    Prezado Reginaldo, note outra coisa que você disse:

    Alguns ensinam também que sem os dízimos não tem como a obra missionária e de evangelização avançarem e alcançarem outros povos.

    Mas, quando olhamos para o ensino de Jesus concernente AOS CRENTES LEVAREM A MENSAGEM das boas novas, vemo-lo ensinando os discípulos a agirem exatamente o CONTRÁRIO daquilo que os pregadores modernos ensinam:

    “Jesus enviou estes doze, e lhes ordenou, dizendo: NÃO IREIS PELO CAMINHO DOS GENTIOS, nem entrareis em CIDADE DE SAMARITANOS; Mas ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel; E, indo, PREGAI, dizendo: É chegado o reino dos céus. Curai os enfermos, limpai os leprosos, ressuscitai os mortos, expulsai os demônios; de graça recebestes, de graça dai. Não possuais ouro, nem prata, nem cobre, em vossos cintos; Nem alforjes para o caminho, nem duas túnicas, nem alparcas, nem bordão; porque digno é o operário do seu alimento” (Mateus 10:5-10). Veja também o evangelho de Lucas capítulo 10.

    A obediência às ordens do Mestre foi o suficiente para o evangelho sair de Jerusalém, passando pela Judéia e Samaria, cruzando as fronteiras e chegando até nós os confins da terra (Atos 1:8). Se Ele ordenou assim, porque não obedecer?

    Reginaldo você não pode usar a passagem de mateus 10 acima para desaprovar a necessidade de contribuições para a obra missionária ser realizada, pois a passagem acima é uma caso ESPECIFICO e não uma regra doutrinária do NT, aliás você mesmo disse que o NT ocorreu(teve inicio) depois da morte de Cristo e não antes, mas suponhamos que fosse realmente uma ordem genérica aplicada a todos e todos os tempos a passagem de mateus 10; isso acarretaria em graves erros.
    Pois em mateus 10.5-10 consta que, NÃO IREIS PELO CAMINHO DOS GENTIOS, NEM ENTRAREIS EM CASA DE SAMARITANO, seria isso uma ORDEM GERAL? E não especifica? Pois isso resultaria no ensino de que NÃO DEVERÍAMOS PREGAR AO GENTIOS NEM AOS SAMARITANOS. E isso de vai de encontro a assertiva de Mt 28:19 estabelecida no NT.

    Então Reginaldo você tem que saber quando se deve aplicar um texto para ensinar algo, pois não se pode utilizar determinado texto e aplicá-lo com outro sentido, digo isso para o seu bem e sei que você aceita correção.
    Passe a prestar um pouco mais de atenção nas passagens das escrituras, para assim você perceber quando tal passagem se aplica genericamente (Geral, doutrina para todos) ou quando ela é apenas um caso especifico aplicado as pessoas do contexto e limitado a determinada ocasião.

    Então Reginaldo você obedeceria a mateus 10:5-10 e NÃO PREGARIA AOS GENTIOS? lá naquela ocasião especifica a pregação estava limitada somente as OVELHAS PERDIDAS DA CASA DE ISRAEL.

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    1. Não pregar aos gentios naquela ocasião foi um cuidado que Jesus teve para seus discípulos não prejudicarem a obra que Ele veio fazer. Sabemos que os gentios eram tratados com indiferença pelos judeus, assim como os samaritanos. Apesar de estarem convivendo com Jesus os discípulos ainda não eram convertidos. No cap. 9 de Lucas lemos que o Senhor enviou a sua frente os seus discípulos para lhe preparem pousada em Jerusalém. Mas eles acabaram por entrar numa aldeia de samaritanos e não foras bem recebidos alí. Qual foi a atitude dos discípulos de Jesus? Queriam orar para Deus mandar fogo do céu e consumir os samaritanos,cuja atitude foi reprovada por Jesus que disse que eles não sabiam de que espírito eram (Lucas 9:51-56). A obra em Samaria deveria ser feita por Ele mesmo, como vemos em João 4 e os discípulos viram isso, mas não aprenderam.

      Jesus cumpriu sua missão, morreu, ressuscitou e voltou ao Pai. Não sem antes instrui-los como deveriam proceder na missão de pregar o Evangelho a toda a criatura (Atos 1:8). Mas o que eles fizeram? Ficaram restrito a Jerusalém. Então, foi preciso Deus permitir uma grande perseguição para estes saírem das "quatro paredes" . Mas o evangelho só foi pregado aos gentios, quando Jesus salvou a Saulo de Tarso, um grande conhecedor da lei, pelo qual levou o evangelho da graça aos gentios e este chegou até nós. Mesmo assim Paulo teve problemas, pois os judeus achavam que os gentios deveriam ainda observar os ritos da lei mosaica como complemento da salvação (Atos 15:1). Este era o cuidado de Jesus para seus discípulos não evangelizarem os gentios e samaritanos para não comprometerem a obra redentora que é pela graça e não pela lei que eles seguiam. O próprio Pedro só foi entender isso, quando foi a Cesaréia pregar para Cornélio e viu Deus operando e disse: "Reconheço por verdade que Deus não faz acepção de pessoas;" (Atos 10:34).

      Mas, voltando a questão da ordem de Jesus sobre levar o evangelho e não se preocupar com a provisão financeira, se eu estou em contradição, creio que Paulo também se contradisse, pois quando ele se refere ao sustento do obreiro, ele faz alusão ao que Jesus ensinou, justamente nessa passagem de Mateus 10:5-10, quando Jesus diz que digno é o obreiro de seu alimento (salário).

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    2. Prezado!
      Acerca de Mateus 10 eu apenas frisei que você não poderia pegar aos versículos com toda a sua COMPOSIÇÃO e o estabelecer como uma regra geral, pois parte dos versículos tratava de verdades especificas para aquela determinada ocasião, razão pela qual lhe afirmei que não deveria estabelecer a composição completa dos versos.
      Vou destacar em MAIÚSCULO as verdades GERAIS, que servi de doutrina.

      5 Jesus enviou estes doze e lhes ordenou, dizendo: Não ireis pelo caminho dos gentios, nem entrareis em cidade de samaritanos;
      6 mas ide, antes, às ovelhas perdidas da casa de Israel;
      7 E, INDO, PREGAI, DIZENDO: É CHEGADO O REINO DOS CÉUS.
      8 CURAI OS ENFERMOS, LIMPAI OS LEPROSOS, RESSUSCITAI OS MORTOS, EXPULSAI OS DEMÔNIOS; DE GRAÇA RECEBESTE, DE GRAÇA DAI.
      9 Não possuais ouro, nem prata, nem cobre, em vossos cintos;
      10 nem alforjes para o caminho, nem duas túnicas, nem sandálias, nem bordão, PORQUE DIGNO É O OBREIRO DO SEU SALÁ RIO.


      Pois bem, pretendo neste momento ressaltar apenas a parte que diz: PORQUE DIGNO É O OBREIRO DO SEU SALÁRIO

      Dt 25:4 Não atarás a boca ao boi, quando trilhar.
      Lc 10:7 E ficai na mesma casa, comendo e bebendo do que eles tiverem, pois digno é o OBREIRO DE SEU SALÁRIO. Não andeis de casa em casa.
      2Co 11:8 Outras igrejas despojei eu para vos servir, recebendo delas SALÁRIO; e, quando estava presente convosco e tinha necessidade, a ninguém fui pesado.
      17 Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e na doutrina.
      18 Porque diz a Escritura: Não ligarás a boca ao boi que debulha. E: Digno é o OBREIRO DO SEU SALÁRIO.

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    3. Continuação:

      POIS AGORA VOU INICIAR ARGUMENTAÇÃO CONCERNENTE AO SUSTENTO DE MINISTROS no NT

      Primeiro vejamos que em Lucas 10.7 Jesus diz que o obreiro é digno de seu salário, porém eu pergunto o seguinte:

      É MANDAMENTO O SUSTENTO DESSES TIPO DE OBREIROS?
      QUEM SÃO ESSES OBREIROS? PRESBITEROS, DIACONOS ETC?
      O SALÁRIO SERIA SOMENTE COMIDA?

      pelo simples fato de Jesus afirmar que em determinadas casas eles poderiam comer e beber e em seguida Jesus diz que o Obreiro é digno de seu salário? não estaria Jesus ressaltando que pelo fato do obreiro ser digno de salário, tem ele o direito de comer e beber? Pois Jesus diz, comem e bebam, por que sois obreiros digno de salário, ou seja, Jesus não está afirmando que o salário seria simplesmente SOMENTE, comer e beber, mas Jesus diz que por serem digno de salário, tem eles direito a comida e bebida.

      Mas note que o verso é resumido em COMIDA E BEBIDA, mas isso não significa que o salário se ressumia nisso, pois se fosse assim, então eles não teriam direito a VESTES, MORADIA por exemplo?
      Seria a noção de Jesus do que é SALÁRIO, apenas COMIDA E BEBIDA? Porém a consistência de salário, ou do termo salário, nesta passagens e em outras, ressalta o significado de suprimento adquirido, para manter-se e manter uma família.
      Jesus apenas ressaltou que por serem dignos de salário, cabia a eles também o direito a COMIDADE E BEBIDA, ou seja, isso também estava incluso neste salário; quero lembrar também que neste episódio, ainda não estava bem intensificado essa ideia da dignidade de salário, pois a igreja ainda estava em início nessa ocasião.

      Vamos agora observar as palavras de Paulo em 1 Co 9:1-14
      1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12

      13 Não sabeis vós que os que administram o que é sagrado comem do que é do templo?
      E que os que de contínuo estão junto ao altar participam do altar?
      14 Assim ORDENOU TAMBÉM O SENHOR aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho.

      Favor observar que o escritor faz uma comparação entre os sustentados no antigo templo e os ministros do evangelho, porém a perguntas que faço é a seguinte?
      O versículo, não está dizendo que é uma ORDENANÇA de sustento, igualmente a ordenança antiga no templo?
      em ambas se tratam de MANDAMENTOS, ( Assim ORDENOU TAMBÉM O SENHOR)
      O que enfatizo é que se trata de UM MANDAMENTO tal sustento!!!!!

      Agora Paulo emprega novamente a questão de determinado ministro ter direito ao salário, porém aqui, ele indica que é um dos oficiais da igreja(Presbyteros) a pessoa que exerce determinado governo e portanto digno de seu salário.

      17 Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e na doutrina.
      18 Porque diz a Escritura: Não ligarás a boca ao boi que debulha. E: Digno é o obreiro do seu salário.

      Temos também que entender que o salário investido no (presbytero) deveria ser o suficiente para ele poder sustentar-se e sustentar sua família

      5 Por esta causa te deixei em Creta, para que pusesses em boa ordem as coisas que ainda restam e, de cidade em cidade, estabelecesses presbíteros, como já te mandei:
      6 aquele que for irrepreensível, MARIDO DE UMA MULHER, QUE TENHA FILHOS FIÉIS, que não possam ser acusados de dissolução nem são desobedientes.

      Ou seja, nessa pequena parte ressalto apenas que determinadas pessoas, segundo as escrituras, são dignas de salário e isso é uma ORDEM de Deus

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    4. Paz Valdecy,

      Minha posição sobre assunto está na postagem, qual colei e copiei aqui de novo:

      Agora, se o obreiro se dedicar integralmente ao serviço de Deus, fazendo a obra pelo qual foi chamado, visitando, aconselhando, intercedendo, amando e resgatando aqueles que se afastaram do redil, certamente que seu trabalho será reconhecido pela igreja, sem que ele precise tá cobrando isto, pois a Palavra assim ordena: "Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e na doutrina;" (1Timóteo 5:17). Sendo o papel da igreja reconhecer o trabalho do obreiro, este jamais deva cobrar por seus serviços ou estabelecer seu próprio salário, muito menos usando o argumento do dízimo para esse fim. “E o que é instruído na palavra reparta de todos os seus bens com aquele que o instrui” (Gálatas 6:6).

      Sou plenamente a favor de a igreja manter seus obreiros com um salário digno. O que eu não concordo é com o fato de o obreiro estabelecer seu próprio salário como fazem muitos políticos e ainda cobrar a igreja por isso. Eu sou empregado e ganho por aquilo que faço. É meu patrão que reconhece meu trabalho e me paga por isso.

      Mas você citou um ponto interessante: "6 aquele que for irrepreensível, MARIDO DE UMA MULHER, QUE TENHA FILHOS FIÉIS, que não possam ser acusados de dissolução nem são desobedientes". Se você procurar obreiros com essas características vai se decepcionar. Não digo que não tenha, mas são raros. Esses sim seriam dignos de serem sustentados. Ano passado eu lí uma artigo de um pastor filiado a CGADB que denunciou a entidade por querer viabilizar o divórcio de alguns obreiros que estavam atravessando problemas conjugais para que estes pudessem casar de novo e assim permanecer no cargo. Eu mesmo conheço obreiros na minha cidade que abandonaram as esposas e permanecem exercendo função na igreja. Motivo: são "dizimistas fiéis". Outros foram separados a pastor, mas a família não é exemplo na sociedade. Um deles não vai com a minha cara porque eu não concordo com essa aberração, mas ele está lá, com uma cadeira no ministério.

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    5. Prezado, agora lei com atenção, os princípios que vou expor:

      CONTRIBUIÇÃO

      Agora vamos falar de contribuição.

      Prezado Reginaldo pelo visto sua preocupação em argumentar gira em torno da PORCENTAGEM 10% de (Contribuição)
      coloco( Contribuição) em parênteses devido ressaltar que independente da PORCENTAGEM do que é entregue, a essência do ato é a CONTRIBUIÇÃO.
      Então de antemão lhe pergunto:
      NO NOVO TESTAMENTO É ( MANDAMENTO CONTRIBUIR ) ??
      Eu considero que seja, mas e você?

      Em levítico o ato de contribuir anual com a porcentagem em 10% era proporcional ao que havia colhido durante o ano, ou seja, nem sempre os 10% de determinada colheita dava o mesmo de anos anteriores, mas a porcentagem de 10% continuava estabelecida proporcional a colheita de cada ano.
      LOGO AQUI NOS VEMOS QUE OS 10% ERA PROPORCIONAL AO QUE ELES TINHAM E NÃO AO ELES NÃO TINHAM.
      Este princípio de proporção é fundamental e se estabeleceu no Novo Testamento
      “Porque, se há prontidão de vontade, será aceita SEGUNDA O QUE QUALQUER TEM, e não segundo o que NÃO TEM”. (2Corintios 8:12)
      favor note, no verso o princípio de proporção, que se fundamenta na medida do que QUALQUER TEM, logo a proporção é fundamentada no que se tem e fica isento O QUE NÃO TEM, ou seja, não havendo proporção alguma não pode haver contribuição, porém a contribuição é na medida da proporção DO QUE SE TEM.

      Apenas estou ressaltando que o princípio de PROPORÇÃO estava no AT e se estabelece no NT no que diz respeito a contribuição.

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    6. Prezado, agora também requer uma leitura compassivamente.

      VOLUNTARIEDADE

      Vamos agora ressaltar um princípio que também é fundamental na Contribuição.
      Prezado Reginaldo, me espanto com seu ponto de vista em relação ao mandamento divina, pois veja no título de sua postagem

      O DÍZIMO É UMA (OBRIGAÇÃO) OU UMA QUESTÃO DE FÉ?
      Note querido que você o termo OBRIGAÇÃO, sendo que este termo tem adquirido uma má reputação, porém é possível que sua intenção seria dizer o seguinte:
      O DÍZIMO É (MANDAMENTO) OU UMA QUESTÃO DE FÉ?
      Note que o termo mandamento soa bem melhor, pois o termo OBRIGAÇÃO retrata FARDO, PESO, pois Deus não força a ninguém obedecer aos seus mandamentos.
      Vamos agora explicar o princípio de VOLUNTARIEDADE existente no AT e estabelecido no NT

      O princípio da Voluntariedade
      Muitos confundem a utilização do termo voluntário empregado em textosdas escrituras, com o sentido de desobrigatoriedade, no entanto a
      voluntariedade é um princípio de disposição a cumprir/realizar algo sugestivo, ordenado; por exemplo em Ex 25.1,2 e 2 Cr 24.10 e Ex 35.20,21

      1 Então, falou o SENHOR a Moisés, dizendo:
      2 Fala aos filhos de Israel que me tragam uma oferta alçada; de todo homem cujo coração se mover VOLUNTARIAMENTE, dele tomareis a minha oferta alçada.

      20 Então, toda a congregação dos filhos de Israel saiu de diante de Moisés,
      21 e veio todo homem, a quem o seu CORAÇÃO MOVEU, e todo aquele cujo ESPÍRITO VOLUNTARIAMENTE O IMPELIU, e trouxeram a oferta alçada ao SENHOR para a obra da tenda da congregação, e para todo o seu serviço, e para as vestes santas.
      22 E, assim, vieram homens e mulheres, todos DISPOSTOS DE CORAÇÃO; trouxeram fivelas, e pendentes, e anéis, e braceletes, e todo vaso de ouro; e todo homem oferecia oferta de ouro AO SENHOR;

      Nestas passagens acima notamos a disposição do povo em voluntariamente com alegria
      trazerem determinada OFERTA ordenada pelo Senhor, ou seja, após a ordem divina, houve voluntariedade em obedecê-la, ou seja, o mandamento do senhor para estes não era tratado como uma OBRIGAÇÃO, pois eles o realizaram VOLUNTARIAMENTE COM ALEGRIA, semelhante no NT há um indicativo de que esse procedimento se estabelece e deve ser seguido.
      Vejamos 2 Co 9.7 É dito que a contribuição deve ser conforme o coração propôs, porém em seguida há a exortação de que não pode haver a
      tristeza no coração, logo isso indicaria que a voluntariedade da pessoa não estava perfeita/completa, pois precisaria haver alegria,
      pois Deus ama aos que voluntariamente contribuem com alegria.

      “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria” (2Corintios 9:7).

      Note que o propôs diz no coração, diz respeito a intenção do mesmo, pois em seguida é dito que: NÃO COM TRISTEZA, tristeza onde, a não ser no coração, em seguida é dito que Deus ama ao que Contribue com a ALEGRIA, alegria onde a não ser no coração.

      Então, quando Deus estabelece algum mandamento, Deus não pretende nos forçar a obedecê-lo; não, não é assim, e seria injusto da parte de
      Deus nos forçar a praticar seus mandamentos, pois anularia a voluntariedade de nosso livre arbítrio, Então a intenção é que nós
      voluntariamente decidimos obedecê-lo e com alegria, com isso deduzimos que tanto no AT ou no NTa intenção divina é que nós venhamos a
      obedecê-lo voluntariamente

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    7. Na verdade sou contra qualquer tipo de contribuição forçada e que não obedeça os princípios estabelecidos nas Escrituras. Certo pastor foi pregar na igreja antes de me expulsarem de lá. O objetivo era arrecadar fundo para construir templos e custear a manutenção do ônibus da igreja. Pelo menos foi essa a idéia que foi nos repassada. Em certo ponto de sua prédica, buscando apoio para seus ensinos no antigo testamento como geralmente se faz, ele disse que o valor mínimo a ser dado para a "obra de Deus" seria $ 100,00. Quem pudesse dar $ 200,00, ou $ 300,00 ou até mesmo $ 1.000,00 que fizesse, pois Deus iria abençoar o doador na proporção de sua contribuição. Ele ainda foi ousado em dizer que quem não contribuísse com o mínimo estabelecido que era $ 100,00, não esperasse que Deus fizesse algo por ele.

      Eu era o dirigente da igreja nesse período e não tinha o costume de analisar na Bíblia a mensagem de certos pregadores como faço hoje e por isso dei sem reclamar o mínimo estabelecido. Mas, no fim do culto eu fui procurado por uma irmã que era viúva e que queria muito contribuir, mas que não tinha condições de dar o mínimo estabelecido. Eu disse que ela desse aquilo que podia e assim ela fez e depois me pediu a oportunidade para testemunhar o que Deus havia feito na sua vida. Mas os que deram o mínimo estabelecido e até mais não tinham nada para testemunhar como eu.

      Poucos dias depois eu lí a notícia de uma determinada igreja que lançou um desafio para os fiéis com um valor mínimo de $ 5.000,00. Uma jovem membro dessa igreja não tinha o dinheiro que deveria ser entregue antes do final do ano e acabou por assassinar seus pais para lhes tirar o dinheiro e dá-los na igreja. Você pode conferit aqui: http://www.paulopes.com.br/2010/04/fiel-da-universal-mata-pais-motivo.html

      Isso me fez pensar se estava certo esse tipo de ação em nossas igrejas e daí por diante fui me inteirando no assunto e hoje, sou totalmente contra esse tipo de ação nas igrejas.

      Não sou contra a contribuição, mas contra o extelionato que se pratica usando este termo.

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    8. Prezado Valdecy

      Quanto a contribuição voluntária, entenda que não é Deus que nos cobra, mas os homens que se dizem seus "ungidos". Observe que no caso citado por você o próprio Deus falou com Moisés para pedir ao povo uma oferta alçada com um propósito definido que era a construção do tabernáculo e tudo o que alí se usaria, bem como o pagamento dos homens que trabalhariam na construção deste. Mas hoje, muitos deturpam a Palavra dizendo que Deus mandou pedir tal coisa quando não mandou.

      Sabemos que hoje Deus não mais habita em templos feito por mãos humanas e, ao estabelecer sua igreja não ordenou que ela saísse construindo templos ou catedrais, mas que compartilhasse suas bençãos com seus irmãos menos favorecidos. E, se analisarmos a contribuição no Novo Testamento vamos ver que ela atendia unicamente essa prioridade. A propósito, eu escrevi que os dizimos nunca foram para custear despesa com templos ou despesas oneradas destes, mas unicamente para suprir a necessidade daqueles que lá exerciam o ministério e dos órfãos, viúvas e estrangeiros. As despesa com templo eram de ofertas do povo que não era dízimo.

      Como disse, eu mesmo sou contribuinte na igreja, mas hoje não faço por coação, mas por liberalidade

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    9. Reginaldo é meio absurdo um pregador estabelecer a medida da contribuição sendo que se esta não for estabelecida por Deus e não seguir o princípio de proporção do que se tem não devemos nos submeter.
      Pois mesmo em Levítico a porcentagem 10% que não é a proporção, pois a proporção é uma coisa e a porcentagem é outra, ou seja, mesmo em levítico a porcentagem se submete ao princípio de proporção e isso é justo e com isso os 10% nem sempre eram os mesmo 10%, pois este dependia da proporção do que se tinha.
      Exemplo ano A os israelitas produziram 1.000 kg de trigo e levaram 10%=100kg aos levitas, todavia ano B os israelitas produziram 900 kg de trigo e levaram 10%=90 kg aos levitas e assim por diante, ou seja a proporção nunca era a mesma, pois estava sujeita a alterações de produção e neste caso a contribuição de 10% nem sempre era a mesma.

      Então como princípio de proporção e a porcentagem de 10% baseada na proporção, isso significa que Deus, nem Deus mesmo estipulou a QUANTIDADE EXATA e repetitiva em si mesma, ou seja, Deus não ordenou aos israelitas levarem 100 kg ou 90 kg de trigo, mas simplesmente Deus estabeleceu que baseado na proporção dos eles tem/produzissem, eles tirariam apenas 10% para contribuir.

      Então, querido ressalto, que contribuição é um mandamento no NT e que portanto deve haver voluntariedade em obedecê-lo e com alegria, pois nós temos que está em prontidão para a obediência a qualquer mandamento do Senhor.
      E na medida/proporção do que vamos possuindo, devemos ser contribuintes.
      Porém fica a questão para muitos se há o principio de voluntariedade e proporção e contribuição é mandamento, mas quem estipularia a porcentagem de nossa proporção.

      Conversei com alguém que contra a porcentagem de 10% pois o problema para ele não estava no fato de ser contribuinte e sim na porcentagem de 10% que ele não a aceitava mais. aí então lhe perguntei: NÃO EXISTE MAIS A PORCENTAGEM?
      Ele de imediato disse que deveria ser 100% então eu perguntei: quem estabeleceu que seja 100%? e perguntei você contribui com 100%?
      Depois ele pensou de novo e disse, NÃO EXISTE MAIS A PORCENTAGEM.
      Então lhe pergunte, o O% é contribuição, pois se Deus tirou a porcentagem, logo estou isento de contribuir, pois não há definição de porcentagem.

      Então, prezado, eu não defendo nenhuma denominação e nem muitos menos aqueles que desviam os 10% 20% ou qual seja a contribuição, eles serão cobrados por Deus.
      Mas o que procuro defender é o que as escrituras ensinam, pois não estou defendendo nenhum desses corruptos e sim o que acredito está nas escrituras.
      Pois é obvio que as contribuições devem ser investida no que as escrituras destinam, ministros, viúvas, órfãos(podres) e etc isso defendo também
      Mas não concordo alguém alegar que o ato de CONTRIBUIR, foi ABOLIDO, pelo simples fato de tal pessoa deduzir que a porcentagem foi ABOLIDA.

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    10. Então temos muito em comum, pois eu não defendo a abolição da contribuição, mas sim que esta obedeça os princípios quais Deus estabeleceu. Mas, por não acontecer assim é que se cogita a possibilidade de se acabar com as isenções das igrejas, pois, constatou-se que muitos dirigentes estão ficando milionários em detrimento dos fiéis que cada vez estão ficando mais pobres. A própria Receita Federal já verificou que em muitos casos os patrimônios das igrejas estão nos nomes de seus fundadores.

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    11. Como você mesmo frisou, aqueles contribuições em Ex 25:1,2
      1 Então, falou o SENHOR a Moisés, dizendo:
      2 Fala aos filhos de Israel que me tragam uma oferta alçada; de todo homem cujo coração se mover VOLUNTARIAMENTE, dele tomareis a minha oferta alçada.

      Eram contribuições para fins de manutenção, e com isso fica bem claro que o dízimo nesse período não se destinava para esses fins, mas seguia a destinação para MINISTROS, ÓRFÃO, VIÚVAS.

      E novo testamento, também é estabelecido que Ministros, órfãos, viúvas, pobres, sejam supridos, mas no antigo testamento eram com os 10% que supria essa necessidade e em caso de alguma manutenção ao templo, havia ofertas extras, para assim não desviar o destino dos 10%.
      Mas e no novo testamento? somos orientados a cuidar dos ministros, viúvas, órfãos etc
      E se a contribuição não fosse mandamento, como então poderíamos cumprir o mandamento de sustento de ministros e etc

      13 Não sabeis vós que os que administram o que é sagrado comem do que é do templo?
      E que os que de contínuo estão junto ao altar participam do altar?
      14 Assim ORDENOU TAMBÉM O SENHOR aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho.

      Note também que Paulo, coloca em paridade o sustentar MINISTROS do AT e do NT, no antigo eles eram sustentados com porcentagem de 10% que entrava no templo, logo a renda de sustento que adentrava era os 10%
      Ou seja, não posso tirar os sapatos e não ver as meias!
      quando digo que obreiro é digno do seu salário, me referindo aos obreiros do AT (LEVITAS) tenho que indicar a fonte desse salário( a contribuição de 10%) ou como os levitas receberiam salário se não houvesse esses 10%?
      Logo também deve haver a fonte no evangelho que está em paridade com AT, pois do jeito que era mandamento no AT o sustento dos levitas e eram mandamento trazer o sustento, logo se no NT for mandamento o sustento dos ministros deste, deve portanto ser mandamento trazer o sustento.

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    12. Quando Deus ordenou a cobrança de uma oferta alçada para a construção do tabernáculo ainda não se cobrava dízimos, uma vez que os levitas só exerceriam o ministério após a construção deste.

      Na questão que Paulo ensina, temos de ver que ele estava defendendo sua autoridade apostólica diante dos falsos irmãos que não aceitavam seu apostolado e, quem sabe o acusavam de estar se aproveitando da situação. É certo que ele cita o exemplo levítico, mas em seguida afirma que não usou deste artificio para sí, como alguns estavam fazendo: "Se OUTROS participam deste poder sobre vós, por que não, e mais justamente, NÓS? Mas nós não usamos deste direito; antes suportamos tudo, para não pormos impedimento algum ao evangelho de Cristo" (1Corintios 9:12).

      E também temos de levar em conta que existe altar nas igrejas evangélicas. O altar que hoje existe é nosso coração, cujo templo é a morada de Deus.

      "Temos um altar, de que não têm direito de comer os que servem ao tabernáculo." (Hebreus 13:10)

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    13. Prezado irmão
      Quando menciono o exemplo de Ex 25.1,2 e 2 Cr 24.10 e Ex 35.20,21

      1 Então, falou o SENHOR a Moisés, dizendo:
      2 Fala aos filhos de Israel que me tragam uma oferta alçada; de todo homem cujo coração se mover VOLUNTARIAMENTE, dele tomareis a minha oferta alçada.

      20 Então, toda a congregação dos filhos de Israel saiu de diante de Moisés,
      21 e veio todo homem, a quem o seu CORAÇÃO MOVEU, e todo aquele cujo ESPÍRITO VOLUNTARIAMENTE O IMPELIU, e trouxeram a oferta alçada ao SENHOR para a obra da tenda da congregação, e para todo o seu serviço, e para as vestes santas.
      22 E, assim, vieram homens e mulheres, todos DISPOSTOS DE CORAÇÃO; trouxeram fivelas, e pendentes, e anéis, e braceletes, e todo vaso de ouro; e todo homem oferecia oferta de ouro AO SENHOR;

      Note que minha objetividade era simplesmente enfatizar que a VOLUNTARIEDADE é um princípio que deve haver por parte daqueles que pretendem obedecer aos mandamentos de Deus. Pois muitos confundem o fato de termos que ser voluntário, com a ideia de que o ato a ser voluntario não seria mais mandamento.
      Por exemplo: algumas pessoas dizem assim:
      NÃO É MAIS MANDAMENTO CONTRIBUIR, POIS AGORA É VOLUNTÁRIO.
      Com isso percebemos que a mente de tal pessoa é pobre a respeito do que é mandamento e o que é voluntariedade à praticar o mandamento.

      Essa pessoa não entendeu que voluntariedade diz respeito ao livre-arbítrio do homem, ou seja, somos livres para dizer NÃO ou SIM aos mandamento de Deus.
      Se o mandamento diz: Não cobiçarás, nós temos que sermos voluntário a obedecer ao mandamento ou sermos voluntário a desobedecer, pois nossos atos pendendo para a obediência ou desobediência, são atos voluntários, ou seja, não somos forçados, pois temos livre arbítrio.

      Já meu amigo a respeito de Paulo nos dá o exemplo de levítico e o comparar com o evangelho, ele o faz com a objetividade de ressaltar que era uma ORDEM de Deus, os ministros tanto do antigo templo, como os do evangelho terem o DIREITO de comerem( serem sustentados)
      Mas cabe aqui nós entendermos o que é a ORDEM(MANDAMENTO) e o que era o DIREITO.
      Ou seja, era uma ORDEM um levita ser SUSTENTADO pelo ALTAR, então essa ORDEM proporciona ao levita o DIREITO ao que adentrava ao ALTAR.
      Então a ORDEM estabelecia que deveria haver SUSTENTO no altar para assim dá DIREITO ao levita ao sustento do altar.
      Ou seja, há a ORDEM e os DIREITOS.
      No caso de Paulo não era diferente, Havia também a ORDEM que deveria haver o SUSTENTO no evangelho e isso dava o DIREITO a Paulo(obreiro) ser sustentado, receber seu salário, mas PAULO simplesmente ABRIA mão do DIREITO, ou seja, abria mão dos seus PRÓPRIOS direitos, no entanto, Paulo não poderia dizer que a ORDEM deixou de ser ORDEM, pelo simples fato dele abrir mão do direito que essa ORDEM lhe proporcionava.

      Então amigo nessa parte enfatizei simplesmente que era uma ORDEM o sustento dos ministros do NT semelhante ao AT.
      Eu por exemplo, sei que como ministro tenho esse direito, mas também abro mão, e me sustento com o pouco que adquiro e desse pouco dou minha contribuição para haver sustento na igreja.
      Ou seja, pesa sobre mim, a ordem de contribuir e o direito de receber, mas eu abro mão do direito e cumpro a ordem; foi isso que ocorreu com Paulo.

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    14. Paz do Senhor Valdecy,

      Pois é justamente isso. Paulo abriu mão desse direito com que finalidade? Para que a pregação do evangelho não sofresse qualquer tipo de censura por parte daqueles que nos observam. É notório que a sociedade hoje tem um pensamento totalmente distorcido dos evangélicos e seus ministros, justamente por essa falta de sabedoria na administração das contribuições dos fiéis. Quem dera todos imitassem Paulo, pelo menos neste particular, como você faz. Por isso, como já mencionei antes, é que o governo estuda uma maneira de acabar com a isenção das igrejas. Pesquise sobre isso.

      E observe o cuidado de Paulo na administração dos recursos doados pelos irmãos. Quando do recolhimento, Ele indica a Tito para recolher estas, não sem antes o exortar quanto ao cuidado da administração das contribuições. E com ele também é enviado outro irmão que eu acredito fosse Epafrodito, cujo louvor estava espalhado pelas igrejas, isto é, ele tinha uma boa reputação no cuidado com aquilo que era da igreja, no caso as contribuições.

      Em 2Corintios 8:20-22, Paulo mostra esse zelo e cuidado.

      20 Evitando isto, que ALGUÉM nos VITUPERE por esta abundância, que por nós é ministrada;
      21 Pois zelamos do que é honesto, não só diante do Senhor, mas também diante dos homens.
      22 Com eles enviamos também outro nosso irmão, o qual muitas vezes, e em muitas coisas, já experimentamos ser diligente, e agora muito mais diligente ainda pela muita confiança que em vós tem.

      Que maravilha seria se os ministros do evangelho também tivessem esse mesmo cuidado.

      Abraços.

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    15. Prezado, Não sei como era administração em sua antiga denominação, pois de fato há muito desvio das contribuições em diversas denominações.
      Mas não podemos, devido isso, procurar provar que o DÍZIMO não seja mais bíblico, pelo contrário devemos ensinar a utilização correta das contribuições.
      Seria mais correto procurar ensinar a que se destinará a contribuição/dízimo do que procurar provar que não é mais necessário a contribuição de 10% .
      Também seria mais coerente explicarmos por que atualmente se contribui com DINHEIRO do que procuramos provar que contribuição não é com DINHEIRO.
      pois a bíblia no NT não defini que a porcentagem de contribuição não poderia ser em DINHEIRO, pelo contrário ela o indica, como possibilidade.
      Porém quem é contribuinte na atualidade, se quiser na assembleia de Deus do montese, pode trazer sua porcentagem de contribuição somente em alimentos.
      Mas nós os membros temos a consciência que em parte há a necessidade de uso do dinheiro e com isso a assembleia ensina a contribuição em dinheiro devido este ser atualmente muito necessário devido seu facil acesso a outras coisa, por exemplo: em nossa congregação não podemos pagar a água/ luz etc, COM, ARROZ E FEIJÃO, pois nosso fornecedor de água/luz não o aceita.
      Então podemos explicar que o dízimo em levitico se trava de alimentos, mas não podemos afirmar que no NT é desaprovado o dízimo em dinheiro, pois no NT há indicativo de contribuição até mesmo de propriedades e de dinheiro e foi bem aceito pelos apóstolos.

      Outra coisa, não existe dois termos, OU É MANDAMENTO contribuir OU NÃO É no NT.
      Se não for mandamento TODOS ficam isento de contribuir, mas se for, todos não ficam.
      Mas eu ouvi de alguém o seguinte: NÃO É MANDAMENTO CONTRIBUIR, MAS SOU VOLUNTÁRIO.
      Então perguntei: POR QUE VOCÊ É VOLUNTÁRIO? No fim da questão o pensamento dele o levou a deduzir que Não era mandamento contribuir, Mas era mandamento SER VOLUNTÁRIO a contribuir.
      Pelo visto ele já estava caminhando ao conhecimento!

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    16. Prezado Valdecy,

      Como você pode ver, eu não era assim contrário a doutrina desse dízimo. Desde minha conversão em 87 eu fui discipulado a ser um "dizimista fiel". Me ensinaram, inclusive, que minha prosperidade, tanto financeira, como espiritual e emocional seria ocasionado pela fidelidade quanto ao pagamento desse dízimo.

      Eu havia deixado o catolicismo romano onde, por uma leitura parcial da Bíblia julguei estarem errados quanto suas ações e atitudes. Na Assembleia de Deus, onde me converti, abracei todos os ensinamentos sem questionar, e por isso, por 25 anos fui um "fiel dizimista", como chamam aqueles que dão religiosamente 10% de seus salários. Na verdade, eu contribuía com muito mais de 10%, pois além das ofertas, também usava meu carro, meu som e meu trabalho sem onerar a igreja em nada. Sempre fui voluntário em qualquer ação por parte da denominação, fosse nos cultos, fosse nos eventos promovidos por ela, eu estava lá com tudo aquilo com Deus me abençoou.

      Mas, há dois anos eu passei a ver as coisas diferentes, pois, além do meu salário eu tirava os 10% dos fretes que eu ganhava usando meu veículo sem descontar nada. Eu dava do bruto mesmo. Mas, devido uma crise na empresa eu deixei de receber os fretes e, para piorar alguns meses depois eu não recebi o meu salário e, sem procurarem saber o que havia acontecido fui julgado de estar administrando por conta própria o "santo dízimo do Senhor", pois tudo aquilo que é dado na igreja é registrado no cartão e no livro caixa da tesouraria da igreja. Desde então eu passei ouvir pregações de ameaças de maldições, mas não achava que era comigo, até que um dia foi citado o valor exato que eu estava dando como dízimo, onde me classificaram de ladrão e infiel. Nesse tempo eu já tinha sido substituído nos meus cargos e só depois eu fui saber que quem não era "dizimista fiel" não poderia exercer nenhum tipo de função na igreja, pois o estatuto das convenções gerais e estaduais que regem a denominação defendem essa norma.

      (Continua)

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    17. (Continuação)

      25 anos de contribuição e uma vida doada em função da igreja não foram levados em consideração. Foi a partir daí que eu entrei de cabeça e coração na Bíblia para saber se tinha fundamento essa acusação de ladrão, e por isso, passei a estudar exaustivamente cada ponto inerente ao ensino do dízimo na Bíblia e, sem precisar fazer nenhum seminário de teologia descobri o que era o dízimo, sua finalidade e principalmente que os ladrões de dízimos não são aqueles que deixam de dar 10% de seus salários às organizações. Os ladrões do tempo de Malaquias eram os sacerdotes. Sim, pois os dízimos eram dos levitas, mas nesse tempo eles passaram a administrá-los em causa própria, deixando os levitas e os necessitados aquém desse direito, que por Deus foi determinado em lei. Lendo Neemias que foi contemporâneo de Malaquias se descobre quem eram os ladrões de dízimos.

      Tal conhecimento só complicou mais minha situação na denominação. Fui chamado ao conselho de ética para me explicar e negar o que havia aprendido sob ameaça de disciplina. Não neguei. E daí em diante eu passei a ser tratado de herege, apóstata, anticristo, filho do diabo e outros mais. Também os dirigentes e pastores foram orientados a não me receberem ou no caso, me darem oportunidades. Alguns foram até ameaçados de perderem a liderança da congregação se me recebessem. Os irmãos que conviveram e trabalharam comigo em todos esses 25 anos foram ensinados a não terem comunhão comigo e minha família, pois, segundo eles nós éramos bodes e não ovelhas. É certo que bem poucos irmãos obedeceram essa ordem, mas pagaram o preço.

      Diante de tanta humilhação e desprezo que passei com minha família, cheguei a conclusão que esse dízimo cobrado nas igrejas não é de Deus. O dizimo que Deus estabeleceu como mandamento era um principio de justiça e igualdade e tinha uma finalidade específica que não poderia ser aumentada e nem diminuida (Deut 12:32). Mas por causa desse que os homens criaram e exigem eu fui excluído das sinagogas. Termino dizendo que o dízimo é bíblico e é um mandamento, mas não esse atual, pois ele não cumpre os desígnios de Deus. Por isso, nunca mais volto a ser dizimista como alguns tentam me convencer. Nem eu e nenhum membro de minha família. Contribuintes seremos e nos moldes que o Novo Testamento nos ensina.

      É isso.

      Abraços

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    18. Prezado irmão, possa ser que dízimo realmente seja bíblico no NT, mas o ponto de vista desses ministros da sua época é que era meio distorcido e despido de educação.
      E como você mesmo disse: fui saber que quem não era "dizimista fiel" não poderia exercer nenhum tipo de função na igreja, pois o estatuto das convenções gerais e estaduais que regem a denominação defendem essa norma.
      Quando se estabelece um RI em determinada convenção, muitas das vezes há erro e também as vezes há erro em seus leitores, em suma a norma de RI de sua antiga denominação deveria explicar cautelosamente o que seria um dizimista infiel para aquele determinado RI e por que o sendo não se exerceria tais funções.
      Para algumas denominações há 3 tipos de dizimista infiéis

      1. AQUELE QUE NÃO CONTRIBUI COM EXATAMENTE 10%
      2. AQUELE QUE NÃO ACREDITA SER MANDAMENTO CONTRIBUIR COM 10%
      3. AQUELE SABE SER MANDAMENTO, MAS NÃO CONTRIBUI COM NADA

      Em seu caso, você não estava enquadrado em nenhum dos tipos, mas houve um mau entendido por parte deles e deveriam lhe pedir perdão.
      Sei muito bem que tudo que você fez nessa denominação, o fez com intenção de agradar a Deus e isso é louvável e terá sua recompensa.
      Então amigo, não deixe seu sentimento ir além de seu entendimento.

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    19. Prezado, irmão
      Mês passado em culto de missões, ressaltei publicamente que se a contribuição dos membros estiverem desonestamente sendo desviada, os membros não precisam contribuir em tal ministério e falei que até então pelo que eu tenho ciência, nossas contribuições seguem destino honestos.
      Disse isso e na posição de sec. de missões e contribuinte, pois minha contribuição é maior que as dos membros e seu eu porventura soubesse de algo desonesto, obviamente eu não contribuiria com os 10% e nem com a meta extra de missões, pois ambos faço mensalmente.
      E se porventura descobrisse alguma desonestidade e me opôr e me tirarem da posição que estou, eu não estaria perdendo nada e sim eles estariam perdendo, pois de lá não recebo nada, apenas contribuo, e não me prendo a posição eclesiastica.

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  17. Continuação:
    Reginaldo você fica sem credibilidade diante de seus ouvintes quando você argumentar e contradiz, ou seja, mesmo se supostamente você tivesse razão, ainda assim você perderia sua credibilidade por não expor corretamente sua opinião, lhe aconselho a treinar a sistemática de exposição de tese, para que assim você possa saber usar seus próprios argumentos a seu favor, pois vejo que você o usa contra si mesmo; veja outro exemplo no que você escreveu:

    Reginaldo, você também disse:
    Mas, da forma como o dizimo é ensinado atualmente, parece que ele foi a única LEI DO ANTIGO TESTAMENTO testamento que milagrosamente resistiu a cruz, onde, pela carne de Cristo rasgada foram abolidos as leis dos mandamentos (Efésios 2;15).

    Reginaldo, nunca ouvi nenhum assembleiano afirmando que no NT continua haver constituição de LEVITAS E SACERDOTES E CONTINUAÇÃO DOS DÍZIMO DESTINADO A ESTES.
    Também nunca ouvi um assembleiano ensinar que no NT testamento foi ABOLIDO TODA A LEI, pois um assembleiano bem acurado no assunto, sabe muito bem fazer a distinção do era necessário ser ou não abolido.
    Pergunto a você:
    FOI ABOLIDO O OFÍCIO SACERDOTAL?
    OU HOUVE UMA TRANSIÇÃO DE SACERDÓCIO?

    ERA NECESSÁRIO SER ABOLIDO O O OFÍCIO SACERDOTAL?
    OU APENAS UM TIPO DE SACERDÓCIO?

    Reginaldo, não poderia ser abolido o OFÍCIO SACERDOTAL, mas poderia ser abolido UM SACERDÓCIO


    Reginaldo outra coisa, no seu texto você digitou, demonstrando que jesus nasceu para cumprir a lei e cumpria.
    JESUS estava repreendendo os fariseus legalistas que tentavam se justificar diante de Deus pela prática do dízimo, mas esqueciam o que era mais importante para Deus como: exercerem a justiça, usarem de misericórdia e terem fé. E ainda, Jesus estava no cumprimento da lei, sob a qual ele nasceu para cumprir (Mateus 5;17:)

    Porém já em outra parte, você em resposta ao irmão Crystiano que Jesus

    JESUS jamais pagou ou entregou algum dízimo.

    Sendo assim fica meio confuso sua sistemática de assunto e precisa ser refeita novamente com correções.

    Desejo a você crescimento espiritual.



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  18. "Reginaldo, nunca ouvi nenhum assembleiano afirmando que no NT continua haver constituição de LEVITAS E SACERDOTES E CONTINUAÇÃO DOS DÍZIMO DESTINADO A ESTES".

    Você pode não ter ouvido ainda, mas eu sim, e não foram poucos. Conheço, inclusive pastores que outorgam para sí os títulos de sacerdotes e, dessa forma reivindicam para sí os dízimos.

    FOI ABOLIDO O OFÍCIO SACERDOTAL?
    OU HOUVE UMA TRANSIÇÃO DE SACERDÓCIO?

    "Porque a lei constitui sumos sacerdotes a homens fracos, mas a palavra do juramento, que veio DEPOIS DA LEI, constitui ao Filho, perfeito para sempre" (Hebreus 7:28). Ou seja, na Nova Aliança todos nós os que cremos somos sacerdotes, tendo a Jesus como nosso sumo-sacerdote que não precisa oferecer diariamente dons e sacrifícios, pois Ele mesmo se ofereceu como sacrifício perfeito e agradável a Deus por nós. "Mas vós sois a geração eleita, o SACERDÓCIO REAL, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz;" (I1Pedro 2:9)

    Assim como Melquisedeque que era rei justo, também Cristo ensinou a sua justiça, não nos exigindo pagamento de dízimos, mas nos ensinando a repartir o que temos como nossos semelhantes necessitados. A sua igreja no principio aprendeu assim e essa foi a doutrina dos apóstolos baseado no amor que Jesus ensinou. No Antigo concerto Deus recebia seus dízimos na pessoa do levita e do necessitado. Desviar os dízimos dessas pessoas consistia em roubá-lo, como os sacerdotes do tempo de Neemias e Malaquias fizeram. Na Nova Aliança Jesus recebe nossas contribuições na pessoa do necessitado e irá nos cobrar por isso quando Ele vier no seu Reino (Mateus 25:31-46).

    E, quanto ao cumprimento da lei por Jesus na questão dos dízimos, Ele não poderia recebê-los por não ser da tribo de Levi, mas de Judá. Pela lei, somente os levitas poderiam recebê-lo e Jesus não era levita (A propósito, certo pregador uma vez disse que Jesus era levita. Acho que nem sabia o que era um levita).

    Jesus também não poderia pagá-los, pois, além de ser pobre, Ele não vivia da terra, mas do seu trabalho de carpinteiro e das doações daqueles que simpatizavam com ele. Quando do seu nascimento, seus pais ofereceram o que a lei exigia para a família pobre que era um par de rola ou dois pombinhos (Levitico 5:7; Lucas 2:24)

    Nem para pagar imposto a César ele teve dinheiro, foi preciso mandar Pedro pescar um peixe e retirar uma moeda que equivalia ao imposto de duas pessoas, Ele e Pedro.

    Desfeita a confusão?

    Agradeço seu conselho quanto a crescer espiritualmente. Mas antes é preciso crescer na graça e no conhecimento (2Pedro 3:18).

    Abraços na Paz do Senhor.

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  19. Prezado Reginaldo

    Veja o que um defensor do não dízimo disse em seu post:

    Veja como é bela a ordem dada por Deus para a Igreja. Nada de lei. "Porque se há prontidão de vontade, será aceita segundo o que qualquer TEM, e não segundo o que NÃO TEM" (2 Co 8.12) No judaísmo, NÃO IMPORTAVA SE A PESSOA TINHA OU NÃO, ELA DEVIA OS 10%. Era a lei.
    O que o cristão dá vem do coração e não de uma imposição legal. Veja como é bela a ordem dada à igreja, em contraste ao jugo da lei do dizimo. O que o cristão dá é:

    http://www.respondi.com.br/2007/01/devo-dar-o-dzimo.html

    Então Prezado como sempre tenho frisado, há um grande problema também nas exposições desse estudo por parte dos não-dizimistas da atualidade.

    Note que ele acima desconhece os princípios da contribuição:
    VOLUNTARIEDADE
    PROPORÇÃO
    E PRINCIPALMENTE O PRINCÍPIO DA (ISENÇÃO)
    O Princípio da isenção não fiz nenhuma exposição para você por acreditar que você o conhece, pois em determinado momento afirmei a você que Jesus era dizimista, pois veio cumprir a lei, logo então ele era dizimista, então você corrigiu minha afirmação com a alegação de que: Jesus, não entregava dízimo por ser pobre; na realidade não sei como mais você respondeu corretamente, todavia você não deu os detalhes e é mediante estes detalhes que percebemos que Jesus realmente cumpriu a lei e ao mesmo tempo não dava dízimo.
    Pois na realidade jesus era dizimista na crença de que deveria dizimar, mas Jesus não o fazia devido ser pobre e é aí que entra o princípio da ISENÇÃO do dízimo e este princípio está também estabelecido no NT.

    Vejamos abaixo todos princípio e em especial o dá isenção:
    Os 3 princípios contidos no ato de Contribuir

    1. Voluntariedade
    2. Proporcionalidade
    3. Isenção

    1. PRINCÍPIO DA (VOLUNTARIEDADE)

    É fundamental a voluntariedade na Contribuição.
    Alguns dizem que no AT a contribuição era UMA OBRIGAÇÃO, e com isso supõe-se que não havia voluntariedade ao mandamento de contribuir.
    Vamos agora explicar o princípio de VOLUNTARIEDADE existente no AT e estabelecido posteriormente NT

    O Princípio da Voluntariedade
    Muitos confundem a utilização do termo voluntário empregado em textos das escrituras, com o sentido de desobrigatoriedade ao mandamento do Senhor, no entanto a voluntariedade é um princípio de disposição a cumprir/realizar algo sugestivo, ordenado; por exemplo em Ex 25.1,2 e 2 Cr 24.10 e Ex 35.20,21 diz o seguinte:

    Ex 25.1 Então, falou o SENHOR a Moisés, dizendo:
    Ex 25.2 Fala aos filhos de Israel que me tragam uma oferta alçada; de todo homem cujo coração se mover VOLUNTARIAMENTE, dele tomareis a minha oferta alçada.

    Ex 35.20 Então, toda a congregação dos filhos de Israel saiu de diante de Moisés,
    Ex 35.21 e veio todo homem, a quem o seu CORAÇÃO MOVEU, e todo aquele cujo ESPÍRITO VOLUNTARIAMENTE O IMPELIU, e trouxeram a oferta alçada ao SENHOR para a obra da tenda da congregação, e para todo o seu serviço, e para as vestes santas.
    22 E, assim, vieram homens e mulheres, todos DISPOSTOS DE CORAÇÃO; trouxeram fivelas, e pendentes, e anéis, e braceletes, e todo vaso de ouro; e todo homem oferecia oferta de ouro AO SENHOR;
    Então obviamente havia a voluntariedade por parte dos israelitas em obediência aos mandamento do Senhor, aliás a voluntariedade diz respeito ao livre arbítrio da pessoa; estas passagens acima notamos a disposição do povo em voluntariamente com alegria trazerem determinada OFERTA ordenada pelo Senhor, ou seja, após a ordem divina, houve voluntariedade em obedecê-la, ou seja, o mandamento do senhor para estes não era tratado como uma OBRIGAÇÃO, no sentido de estarem fazendo a força a contribuição, pois eles o realizaram VOLUNTARIAMENTE E COM ALEGRIA, semelhante no NT há um indicativo de que esse procedimento se estabelece e deve ser seguido.

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  20. Continuação:

    2. PRINCÍPIO DA (PROPORCIONALIDADE)

    No contexto arônico funcionava o princípio de proporção na contribuição em Levítico.
    Em levítico o ato de contribuir anual com a porcentagem em 10% era proporcional ao que HAVIA SIDO COLHIDO durante o ano, ou seja, nem sempre os 10% da Proporção de determinada colheita DAVA O MESMO resultado de anos anteriores ou posteriores, logo não era uma quantidade X fixada anualmente, mas a porcentagem de 10% continuava estabelecida proporcional a colheita de cada ano.

    Ou seja, em ano A se a produção fosse de 1.000 Kg de trigo, logo baseado nessa proporção de trigo, se entregava 100 kg naquele ano, porém se no ano seguinte a produção fosse de 900 kg, logo baseado nessa proporção, se entregava 90 Kg, ou seja, o que definia a quantidade a ser entregada, era a proporção do que se havia produzido, ou seja, não era uma quantidade fixada de 1.000 kg de trigo, por exemplo, mas era a quantidade baseada no princípio de proporção do que havia sido produzido.

    Então, com princípio de proporção e a porcentagem de 10% baseada na proporção, isso significa que Deus, nem Deus mesmo estipulou a QUANTIDADE EXATA e repetitiva em si mesma, ou seja, Deus não ordenou aos israelitas levarem 100 kg ou 90 kg de trigo, mas simplesmente Deus estabeleceu que baseado na proporção do que eles tem/produzissem, eles tirariam apenas 10% para contribuir.
    E este princípio também se estabelece no NT e veremos isso no contexto histórico sacerdócio de Jesus no NT.

    3. PRINCÍPIO DA ( ISENÇÃO)

    Este princípio pouco se fala acerca dele, no entanto é fundamental termos tal conhecimento.
    Neste princípio se explica que a insuficiência financeira (pobreza)de alguém, enquadrava o pobre na posição de ISENTO do mandamento de contribuir com os 10%, pois o mesmo estava sem a condição necessária para realizá-lo e com isso, o mesmo ficava isento do mandamento.
    Temos que entender, que um dos motivos pelo qual o mandamento de contribuir é estabelecido, é justamente devido seu condicionamento a uma necessidade, ou seja, no caso do sacerdócio arônico havia a necessidade de suprimentos dos Levitas, órfãos, viúvas, necessitados.
    Então obviamente que os irmãos pobres não poderiam ser dizimistas, mas estavam na dependência de parte do dízimo que servia de auxilio pobreza, neste caso então eles estavam isento do mandamento e na posição do direito a ajudas.

    Na minha concepção, acredito que se alguém não percebe estes 3 princípios no sacerdócio arônico e no NT, essa pessoa não é aptar a falar do assunto, pois não tem visão ampla.

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  21. Paz Valdecy

    Não sei se você prestou atenção ou não entendeu a minha colocação sobre Jesus não dar dízimos, por isso vou repetir o que disse:

    "Jesus também não poderia pagá-los, pois, além de ser pobre, Ele não vivia da terra, mas do seu trabalho de carpinteiro e das doações daqueles que simpatizavam com ele. Quando do seu nascimento, seus pais ofereceram o que a lei exigia para a família pobre que era um par de rola ou dois pombinhos (Levitico 5:7; Lucas 2:24)."

    Ainda que Jesus não fosse pobre, Ele não era obrigado a dizimar, visto que sua renda era oriunda de seu trabalho de carpinteiro e depois que passou a exercer seu ministério, seu sustento veio das doações daqueles que o admiravam, inclusive mulheres. E, além do mais, o dízimo não era em dinheiro, como já expus aqui. Também nos chama atenção que Jesus não cobrava dízimos por não ser levita. E também, quando o jovem rico o procurou para lhe questionar sobre a vida eterna Jesus lhe disse que vendesse seus bens e os distribuísse entre os pobres e depois o seguisse. Em outra ocasião Ele pernoitou na casa de Zaqueu, onde este se comprometeu a doar metade de suas riquezas aos pobres e devolver quatro vezes mais a quem havia defraudado, o que deixou Jesus muitos feliz. Contudo, se o fato de dar dízimos em dinheiro fosse relevante para o Senhor, Ele não deixaria escapar a oportunidade de ensinar isso para os dois, pedindo que ambos primeiramente separassem os 10% de suas riquezas para Ele ou para o templo. Não, Ele não se importou com isso, contudo, ordenou aos fariseus que continuassem no cumprimento da lei pagando os dizimos em hortelã, endro, cominho e demais hortaliças.

    Também no episódio que Ele expulsou os cambistas da porta do templo, nos faz entender que Ele não concordava que as ofertas e os dízimos que eram levadas ao templo fossem cambiados (trocados) por dinheiro com consentimento dos sacerdotes. Até chicote Ele usou mostrando sua indignação, mas não obstante as coisas se repetem nos templos a cada culto.

    E mais uma vez exponho que DÍZIMO não é o mesmo que OFERTA e/ou CONTRIBUIÇÃO. Dízimo era a décima parte de algo e não podia ser menos ou mais, senão não seria dízimo. Os pastores sabem disso muito bem, pois ensinam que este não pode ser inferior aos 10%. Em alguns casos até aceitam mais que 10%, mas não menos. Logo, tal ensino se constitui numa obrigação, por isso sou um CONTRIBUINTE mas dizimista não, apesar de acreditar que um dia pensei ter sido.

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  22. Prezado, o que frisei é que muitos entendem mau o dízimo no período judaico, pois alguns alegam que o dízimo nesse período era um mandamento geral, ou seja, incluía a TODOS.
    No entanto friso os 3 princípios que há no ato de contribuir, no caso dos judeus a contribuição era de 10% e ressalto que no princípio de isenção algumas pessoas ficavam ISENTOS de entregarem dízimos, pois não detinham a condição para isso, e no caso dou o exemplo de Jesus, que não infligiu a lei de contribuir com os 10%, pois ele estava na posição de pessoas isentas desta contribuição, porém não era devido uma pessoa ser isento do mandamento que portanto o mandamento deixaria de ser mandamento.
    Ou seja, no período judaico havia os não isento de contribuir e os isentos a contribuir.
    Por exemplo, até os levitas eram dizimista, todavia dizimavam somente após receberem os dízimos do povo, sendo que se não houve dízimo do povo, os levitas ficavam isento de entregar o dízimo dos dizimos, ou seja, a condição lhes isentava do mandamento.

    Logo então ressalto que nem todos os israelitas estavam subordinados a serem dizimistas, pois a subordinação estava condicionada a CONDIÇÃO financeira, e caso fossem pobres, órfãos, viúvas não poderiam ser dizimistas e portanto seriam necessitados e isentos do dízimo.

    . Prezado, muitas devem ficar questionando é a porcentagem de 10%
    Mas, amigo, no Antigo testamente, o mandamento de contribuir e o mandamento de contribuir, ou seja, era o ato de contribuir/ ajudar, que era mandamento, então está inserido no mandamento o princípio de ajuda, aliás, tal contribuição era destinada aos sem heranças Levitas e aos necessitados, órfãos e viúvas pobres etc.
    Mas com que se deveria contribuir? essa deveria ser a indagação a princípio por parte dos israelitas, então Deus, o próprio Deus estabeleceu que a contribuição seria de 10%.
    Estaria Deus sendo justo com essa porcentagem?
    Alguém poderia alegar que houve injustiça divina no estabelecimento de 10% de contribuição aos que tem condição?
    Por que 10% e não 1% ou 2% e ETC?
    Por que a mente/consciência divina em seu siso concluiu ser 10% e não outra porcentagem?
    Era perfeita essa porcentagem? ou Deus errou?

    Acredito que há endossamento de justiça divina nos princípios inserido no mandamento de contribuir, ou seja:
    DEUS FOI JUSTO em estabelecer a contribuição
    DEUS FOI JUSTO em estabelecer o destino da contribuição
    DEUS FOI JUSTO na porcentagem
    DEUS FOI JUSTO em estabelecer que a porcentagem é subordinada a proporção
    DEUS FOI JUSTO na isenção de alguns

    Todo judeu carismático acredita que a porcentagem estabelecida por Deus era JUSTA
    Mas qual seria o princípio que levou Deus a estabelecer justamente 10%? seria o por acaso?

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  23. Prezado, quando lemos o novo testamento, percebemos que lá está os mesmos princípios que havia na contribuição do AT, ou seja,
    No NT há o princípio de VOLUNTARIEDADE que diz respeito ao livre arbítrio da pessoa, aliás a voluntariedade é o único princípio que se estabelece a todos os mandamento.
    Por exemplo: No mandamento; QUEM CRER SERÁ SALVO, QUEM NÃO CRER JÁ ESTÁ CONDENADO. É obvio que Deus estabeleceu que é pela voluntariedade do pecado a possibilidade de ser salvo ou condenado diante do evangelho pregado.

    Então, lá no NT também está o princípio da proporção, ou seja, lá é dito que cada um contribua SEGUNDO O QUE TEM, ou seja, a contribuição continua condicionada a PROPORÇÃO do que se TEM.

    Também o princípio da isenção está lá, no termino da frase, E NÃO SEGUNDO O QUE NÃO TEM, ou seja, ficava isento de contribuir aqueles que não tivessem a CONDIÇÃO apropriada.

    Então prezado não foi de modo alguma ABOLIDO a CONTRIBUIÇÃO e continua havendo os 3 princípios
    VOLUNTARIEDADE
    PROPORCIONALIDADE
    ISENÇÃO

    Mas e a porcentagem???????????????????????

    Se Deus te abençoou e sua renda é 2.000 mensais e você sabe que deve contribuir, faça uma porcentagem JUSTA baseada na proporção dos 2.000
    No antigo testamento a porcentagem JUSTA feita por Deus era de 10% da proporção do que havia sido produzido, estaria Deus sendo injusto?

    qual seria a porcentagem JUSTA que deveriam apresentar a Deus?
    a porcentagem padrão estabelecida por Deus foi de 10% e era JUSTA.

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    1. Prezado Valdecy,

      Estive sem internet por três dias, por isso demorei em responder.

      Vamos separar o dízimo das contribuições, pois são coisas bastante distintas, bem como seus princípios.

      O dizimo foi estabelecido por Deus, como mandamento e uma maneira justa de se distribuir os mantimentos com os quais Ele havia abençoado seu povo na terra que os deu como possessão. Qual o objetivo do dízimo? Sustentar os levitas que não haviam recebido herança na terra, bem como os necessitados na figura dos órfãos, viúvas e estrangeiros. Dentre as doze tribos de Israel, a de Levi não recebeu herança na terra, logo, não tinha como extrair seu sustento em virtude de servir diuturnamente no santuário. Por isso, o Senhor delegou às demais tribos a responsabilidade de sustentarem seus irmãos levitas com a décima parte de sua produção anual. Afora os órfãos e as viúvas, os estrangeiros que viviam em Israel não tinham mandamento de dizimar, eram isentos, contudo deveriam comer também dos dízimos. Isto nos revela a justiça de Deus no estabelecimento do dízimo como lei.

      O dízimo não era para outras finalidades, senão exclusivamente o atender as necessidades dos levitas e necessitados. Além disso, o dízimo do povo não poderia ser entregue em qualquer lugar senão no lugar que Deus estabeleceu que foi na casa do tesouro que era um armazém anexado ao templo, onde se metiam os dízimos e as ofertas alçadas do povo e que serviriam de mantimento para os trabalhadores do santuário e necessitados de Israel (Neemias 10:39; 13:5-10). Nem o judeu que por lei é obrigado a dizimar, o pode fazer nos dias de hoje, pelo motivo de o templo não existir mais e nem a casa do tesouro. Sinagogas judias e templos cristãos não é casa do tesouro e Deus não autorizou ninguém entregar dízimos nestes lugares, bem como não delegou poderes a ninguém de receber dízimos em seu nome na Nova Aliança. Quem faz isto está correndo um perigo muito sério, indo contra aquilo que Ele determinou em relação ao dízimo e que não poderia ser aumentado e nem diminuído (Deuteronômio 12:32). Como exemplo, temos o caso do roubo aos dízimos no tempo de Malaquias. Os sacerdotes haviam violado a aliança que Deus fez com Levi e, entre outros pecados cometidos, eles passaram a se apossar dos dízimos que não era deles, deixando os levitas sem mantimento o que os obrigou a abandonarem o serviço do templo para procurarem sustento em outros lugares. Enquanto isso os sacerdotes e outros indignos comiam daquilo que era dos levitas e necessitados e por isso Deus se sentiu roubado em relação aos dízimos (Neemias 13:4-10).

      O dízimo não prevaleceu na Nova Aliança, e mesmo que tivesse prevalecido, estaria sendo praticado totalmente fora dos padrões e princípios que Deus estabeleceu em Sua Palavra, pois pastores não são levitas. Eles se julgam sacerdotes, e é nesta posição que exigem dízimos, alegando que precisam ser sustentados por ele, mas deliberadamente ignoram que o principio do dízimo era atender a classe necessitada. Jeremias nos mostra esse retrato: “Porque ímpios se acham entre o meu povo; andam espiando, como quem arma laços; põem armadilhas, com que prendem os homens. Como uma gaiola está cheia de pássaros, assim as suas casas estão cheias de engano; por isso se engrandeceram, e enriqueceram; Engordam-se, estão nédios, e ultrapassam até os feitos dos malignos; não julgam a causa do órfão; todavia prosperam; nem julgam o direito dos necessitados” (Jeremias 5:26-28).


      Continua....

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    2. Continuação..

      Quanto as outras coisas, como a construção do tabernáculo e posteriormente do templo e sua manutenção, foi estabelecido em lei ofertas regulares e ofertas alçadas que anualmente eram dadas pelos hebreus. Até para a lenha do altar era exigida uma oferta específica (Neemias 10:34). Mas a toda oferta alçada Deus não estipulou valores específicos e/ou quantidades, pois cada um dava do que tinha, voluntariamente conforme o coração do doador se movia para tal, sabendo que essa oferta alçada tinha um objetivo (Êxodo 35:21-24). Por isso vemos que aqueles que contribuíram para o tabernáculo o fizeram com motivação e alegria de maneira que foi preciso Moisés ordenar que parassem de trazer as ofertas (Êxodo 36:6). Moisés como administrador e ungido de Deus deveria muito bem guardar o restante das ofertas para outras obras, mas Deus na sua justiça ordenou ele proibir o povo de continuar ofertando além daquilo que Ele pediu. Assim também na Nova Aliança sob a qual vivemos, somos instados a contribuir voluntariamente, seguindo o mesmo principio da oferta alçada de acordo com que podemos e segundo o nosso coração se mover para isso e para uma finalidade específica (2Corintios 8:12,14; 9:7-9). No Antigo concerto era necessário manter o tabernáculo e o templo com ofertas regulares, mas hoje o tabernáculo e o templo do Novo Testamento somos nós, pessoas vivas (1Corintios 3:16,17).

      Quando a igreja nasceu no novo concerto que suplantou o antigo, vemos que ela agia conforme os princípios do antigo. Ela não se prendia a porcentagem, mas contribuía espontaneamente, sem coação e com uma finalidade que era suprir a necessidade dos irmãos que pouco ou nada tinham. Jesus havia ensinado isso e os apóstolos adotaram e ensinaram essa doutrina à igreja (Atos 2:42). Quando estudamos o Novo Testamento, em momento algum vemos os apóstolos cobrando honorários dos irmãos ou pedindo contribuições para construção de templos ou outras coisas, pois a preocupação deles era com a verdadeira obra de Deus que são as vidas humanas, pelas quais Jesus pagou um alto preço.

      Creio sim que hoje, nós crentes devemos obedecer ao principio da contribuição, mas pergunto: Porque não seguir o mesmo princípio da aplicação? Temos o dever de ser justos na contribuição, mas temos o direito de cobrar justiça na aplicação da mesma, pois vemos que as igrejas que administram a contribuição dos fiéis não a fazem seguindo o principio pela qual ela foi destinada. Sei disso, pois já dirigi algumas igrejas e em obediência ao sistema eu cobrava dos irmãos, mas quando um deles precisava de alguma ajuda, este não era atendido com aquela contribuição.

      Porém hoje, eu faço muito diferente. Sei da minha obrigação em devolver o que é de Deus e o faço entregando diretamente a Ele na pessoa do necessitado que muitas vezes tem batido em minha porta em busca de alimento, remédio, roupa e outros. Hoje eu entendo que aquilo que é para eu fazer em relação a obra de Deus, não devo transferir responsabilidade para outros. Quando Cristo vier julgar as nações, tratará individualmente com cada um de nós, segundo aquilo que fizemos para Ele. E o seu julgamento não será com base naquilo que os homens inventaram que é entregando 10% de seu salário às instituições religiosas, mas sim por aquilo que Ele mesmo ensinou e pelo seu exemplo nos mostrou que é atendendo o necessitado em suas aflições, pois nisto consiste a verdadeira religião (Tiago 1:2).

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  24. Prezado


    Sim você tem razão, os dízimos na lei tinham por finalidade exclusiva atender as determinadas necessidades dos levitas e necessitados.
    você também tem razão acerca da localidade onde deveria ser entregue o dízimo naquela dispensação da lei, pois a sede central foi estabelecida em jerusalém por haver o santuário e a posteriormente a construção das câmaras de armazenamento de alimentos, quero lembrar que nesse período as contribuições cabia somente a quela nação(israel) e que detinha Jerusalém como cidade principal e localidade de culto a Deus. obviamente nesse período a localidade de armazenamento alimento desta pequena nação, bastava ser restrita a a Jerusalém.
    Como o serviço dos servos(levita) se restringia a ao templo em Jerusalém, obviamente esse foi o motivo pelo qual apenas algumas câmaras de armazenamento anexada ao templo fosse suficiente.
    Note uma coisa, havia o DIREITO DAS VIÚVAS DE ISRAEL(JUDIAS) ou seja, restrição natural, pois o direito cabia somente a viúvas judias e isso funcionava nesse período da antiga aliança.
    Todavia com o estabelecimento da igreja, algumas promessas de Deus não se restringiu mais a nível nacional(israel) e sim a nível mundial, pois houve a inclusão das demais nações.
    Percebemos que as viúvas gregas ou estrangeiras, por exemplo em atos 6 detiveram o mesmo direito que na antiga aliança cabia as judias, então prezado na nova aliança, houve certas mudanças que agora detinha objetividade de alcanças as outras nações, logo então a igreja não seria CONFINADA a Jerusalém, mas deveria alcançar as outras nações, e sendo assim, obviamente Jerusalém não seria a cidade central de armazenamento de coletas de contribuições, pois isso seria insuficiente para uma igreja que prosseguia rumo as nações, ou seja, o projeto de coleta e distribuição de alimento foi mais idealizado a nível de alcance as outras nações.

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    1. Eis aí o motivo de os apóstolos outorgarem à igreja o direito de escolher dentre eles mesmos diáconos, para que cuidassem desse importante negócio. Que negócio importante era esse, senão o cuidado com as viúvas e, por assim dizer os demais necessitados também, visto que a finalidade da contribuição da igreja não era para outras coisas, senão sanar essa desigualdade social. Esse foi o principio do dízimo quando existiu e essa é ou deveria ser a razão das contribuições da igreja atual

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  25. Continuação:

    Vamos agora a sua afirmação:

    VOCÊ DISSE: Sinagogas judias e templos cristãos não é casa do tesouro e Deus não autorizou ninguém entregar dízimos nestes lugares, bem como não delegou poderes a ninguém de receber dízimos em seu nome na Nova Aliança.


    Vamos a nova aliança e ver o que as escrituras apresentam:

    Amigo devemos analisar aqueles a quem Jesus os constituiu a princípio, ou seja, no NT percebemos que Jesus é a PEDRA fundamental, e posteriormente ele estabeleceu/constituiu a APÓSTOLOS no nível dos 12 e a estes deu lhes o direito de terem seus nomes até escritos no fundamento da nova jerusalém.
    Quando fazemos uma analise mais acurada, percebemos a distinção entre os 12 e os demais da igreja.

    Com o tempo até a doutrina de Jesus passou a ser denominada DOUTRINA DOS APÓSTOLOS, isso devido os apóstolos exercerem determinada delegação de Jesus no seio da igreja.
    Então no inicio da igreja, quaisquer assunto concernente ao reino(doutrina), deveria ser consultado aos apóstolos.
    Então em um dos primeiros relatos que diz respeito a algo financeiro(contribuição) é dito que alguns ao venderem suas HERDADES trouxeram o dinheiro AOS PÉS DOS APÓSTOLOS.

    Mas por que aos pés dos apóstolos? porque então a igreja adquiriu aquela consciência de trazer aquele dinheiro aos pés dos apóstolos?
    Se os apóstolos sob delegação divina para o recebê-lo, então por que o fizeram?
    Por que então aqueles trouxeram suas contribuições a outro local, se ainda havia o TEMPLO E CASA DO TESOURO?
    Isso se deu pelo simples fato da igreja ter consciência da liderança apostólica At 4:33-37 E de que mesmo havendo a casa do tesouro eles estavam desobrigados de levarem as contribuições até lá, pois a igreja já detinha consciência de que não cabia mais aos LEVITAS o recolhimento de contribuições.

    Então aqui é óbvio que há um princípio de liderança constituída por Jesus e a anulação de liderança levítica.
    Também mais avante, há outro episódio em que é preciso consultar a liderança apostólica, para solucionar um problema administrativo da igreja, ou seja, a distribuição das contribuições e os direito das viúvas, que anteriormente era resolvido pelos levitas, mas agora cabia aos ministros(apóstolos) sanarem a questão.

    At 6:1-6 notamos que até houve uma indicação de pessoas ideais para realizar o serviço necessário concernente aquela administração, todavia é notável perceber que os tais indicados foram apresentados aos apóstolos que por sua vez os apóstolos autorizarem a esse serviços, os apóstolos oraram sobre eles com imposição das mãos e isso era um sinal de autorização delegada aos indicados.

    Logo então percebemos que houve uma delegação a terceiros por parte dos apóstolos, ou seja, neste trecho percebemos que alguns (os indicados) somente exerceram o serviço administrativo com a responsabilidade e direito de realizar a divisão das contribuições, somente após a autorização apostólica.
    Ou seja, a princípio era os apóstolos que fazia a coleta e distribuição das contribuições, ou seja, até certo ponto cabia somente a eles este serviço de divisão de contribuições e estipulação de seus fins.

    Porém mais avante percebemos a delegação concedida ao indicados de At 6, porém posteriormente houve expansão da igreja a diversos territórios e neste caso provavelmente aumentaria o trabalho dos apóstolos, e foi nesse momento que houve a delegação aos mais idôneos (Anciãos) ou seja, os apóstolos constituíram a anciãos que por sua vez foram estabelecido em determinados territórios onde já havia parte da igreja, e nestes locais se fazia a coleta das contribuições.
    Então aos anciãos cabia grande responsabilidade ao liderar uma igreja local, porém com o tempo, passou a eles a administração de coletas,contribuições recebidas em suas igrejas locais.

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  26. Prezado, saudações
    VOCÊ DISSE: Creio sim que hoje, nós crentes devemos obedecer ao principio da contribuição, mas pergunto: Porque não seguir o mesmo princípio da aplicação? Temos o dever de ser justos na contribuição, mas temos o direito de cobrar justiça na aplicação da mesma, pois vemos que as igrejas que administram a contribuição dos fiéis não a fazem seguindo o principio pela qual ela foi destinada. Sei disso, pois já dirigi algumas igrejas e em obediência ao sistema eu cobrava dos irmãos, mas quando um deles precisava de alguma ajuda, este não era atendido com aquela contribuição.


    Amigo é aí que está o problema, ou seja, o problema não está no fato de lideres terem ou não o direito de recolherem as nossas contribuições, o problema está no fato da DESTINAÇÃO das contribuições, onde as são aplicadas, se eu tenho consciência que devo contribuir dentro de minhas condições, e assim o faço, e aqueles que as recebe deve ter a consciência da aplicação correta destas contribuições, caso as venha desviar de seus destinos estabelecidos por Deus, obviamente pesará sobre eles o julgamento do senhor.

    Ontem, em culto de doutrina, me foi concedido a oportunidade para comentar um pouco acerca de missões, pois no próximo domingo é culto de missões e precisaremos da ajuda dos irmãos para coleta de alimentos; ressaltei que somente podemos contribuir caso tenhamos condições, pois no princípio da isenção, fica isento de contribuir aquele que não tem a condição, porém havendo condições o façamos com alegria e frisei também que conscientemente estaremos colocando nossas contribuições aos pés( mãos) de pessoas que acreditamos terem consciência de que destinarão idoneamente as contribuições, sendo que haja um desvio destas contribuições, não seremos culpados diante de Deus e sim aqueles que desviaram conscientemente.

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  27. Reginaldo e Valdecy,

    Desculpem a minha intromissão mas não pude deixar de ler o debate acima.

    Quando debatemos a Palavra de Deus é sempre bom pois sempre há aprendizado de ambas as partes.

    Todavia, não podemos nos ater aos excessos os quais somente traz discórdias e desavenças, e isso não contribui para nada.

    Cada qual tem seu entendimento das escrituras e deve usar a sua fé para aplica-lo em seu cotidiano e bem assim ensinar aos débeis na fé, os quais são as principais vitimas desse sistema religioso atual, sem evidentemente escandaliza-los, pois isso não seria bom diante de Deus.

    Esse sistema religioso que aí está já apodreceu e faz muito tempo, a igreja já apostatou da fé, e hoje, pela ganancia e poder estão mercadejando a palavra de deus e levando seus pseudos fiéis para o inferno. Esse sistema religioso ja não vive pela fé mas vive pelo ganância no dinheiro o que lhes traz poder diante dos homens e dos meios político, que na verdade é a unica coisa que lhes interessa.

    Toda a Igreja com poder centralizado em um líder é pura HERESIA tanto na doutrina como na administração, e isso não é o modelo de Igreja a ser seguido deixado pelo SENHOR JESUS E PELOS APÓSTOLOS.

    E esse modelo se enquadra perfeitamente no modelo das igrejas que se auto intitulam cristã nos dias de hoje.

    Não se esqueçam que tudo o que Deus faz é bom, porém tudo aquilo que o homem bota a sua mão ele destroe, mesmo vindo de Deus, e isso já estava prevista para as igrejas dos homens.

    Todavia, a verdadeira Igreja de Deus ( do Senhor Jesus Cristo) continua firme e preparada para tudo o que está acontecendo e tudo aquilo que ainda vai acontecer, pois ele tem os seus reservados para os acontecimentos do fim, como ele mesmo disse ao profeta Elias quando este fugia de Jezabel.

    Então irmãos, vamos ser sóbrios e na paz aguardar a volta do Senhor Jesus Cristo que é a base da nossa esperança, e não vamos nos conformar com este século, como Ele mesmo nos alertou.

    Esqueçam as diferenças de placas e lideranças religiosas, e defendam e glorifiquem o nome do Senhor Jesus Cristo que é a base da nossa salvação bem como da Vida Eterna.

    Esqueçam as igrejas dos homens e suas denominações (Placas e Líderes), bem como dízimos, e etc, e pratiquem aquilo que Ele (Senhor Jesus Cristo) solicitou que fizéssemos:

    • Mateus 28.18-20, diz: “Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espirito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século.”

    O demais são coisas dos homens e de suas ganâncias e quem os segui-los com certeza irão desembarcar no inferno.

    Que o Deus e Pai do nosso Senhor Jesus Cristo, bem como o nosso Senhor Jesus Cristo, ilumine o entendimento e abençoe os irmãos e as suas obras, e que o Senhor seja louvado.

    Irineu Bosco
    irineubosco@bol.com.br

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  28. Reginaldo, parabens pelas respostas que deu ao Valdecy, não se deixe levar por essa conversa sobre Melquisedeque, pois Abraão dizimou dos despojos, dizer que antes haviam dízimos é no mínimo improvável, pois qual seria a finalidade do dízimo á Melquisedeque: era aos necessitados?Havia alguma tribo para acessorá lo?, é muito pouco fundamento para se basear sobre um norma de conduta!

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  29. Prezado Nogueira, me parece que sua pessoa não leu todos os meu comentários cautelosamente, pois se o tivesse feito, perceberia a profundidade de minha analise que abrange todos os pontos que tangem ao assunto, por me foi necessário sistematicamente mencionar o episódio de Melquisedeque, pois o mesmo não ocorreu por acaso.
    E estando o fato escrito nas escrituras, cabe ao estudante a ação de analisá-lo para assim entender a Origem Sacerdotal de Melquisedeque.
    Ou você acha que Melquisedeque não foi Constituído por Deus ao sacerdócio?
    Ou você acha que Melquisedeque recebeu o Dízimo sem a ordenação/autorização de Deus?
    Ou você acha que aquele dízimo seria apenas um imposto de pedágio? sendo que o escritor de hebreus o menciona como sendo dízimo recolhido por um sacerdote.
    Acerca do do dízimo em Melquisedeque, ressaltei que a bíblia o menciona neste episódio com a objetividade de nos passar a ideia de dízimo condicionado ao sacerdócio, ou seja, Melquisedeque recebia devido a ele ter sido delegado esse condicionamento e provavelmente ele sabia como destinar o dízimo.

    Ademais, amigo a força do meu conceito de contribuição não se restringe apenas ao episódio de Melquisedeque.

    Se você estiver disposto eu posso debater com você acerca da contribuição e seus princípios em todos os contextos da bíblia.

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    1. Meu caro Valdecy, fiquei feliz por ter me respondido, e realmente não havia lido todas as suas explicações;Quero dizer à voce que não é necesario um debate, nem me considero à altura de tal, porém gostaria de deixar bem claro que sou totalmente favorável, às contribuições e totalmente contra dizimar.
      sua análise sobre esse assunto foi realmente impecável, porém o autor de Hebreus no capítulo 7 enfatiza o sacerdócio, e não o dízimo, mesmo porque despojo é algo tomado e não ganho com seu trabalho, bem diferente do que é feito nos dias de hoje.Outro fator importante é que dizimar por gratidão, por amor, de coração, com liberalidade, não funciona, pois 10% é valor fixado.Por isso, na nova aliança fazemos contribuições com liberalidade, de coração, por amor e gratidão ao nosso Senhor Jesus que já pagou o preço por nós, cravando o dízimo na cruz!


      Nogueira

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    2. Caro Valdecy, gostaria de enfatizar o que disse acima;O autor de Hebreus dá toda a atenção ao sacerdócio dizendo que a ordem de Melquesedeque é maior que a ordem Araônica, para testificar um sacerdócio perfeito e para sempre, sem dízimo e sem a lei.No capítulo 15 de Atos dos Apostolos, fica bem nítido quais as normas para serem cumpridas,versículo 29: Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ìdolos, e do sangue e da carne sufocada, e da fornicação das quais coisas fazei bem se vos guardardes.E no versículo anterior diz:Na verdade pareceu bem ao Espírito Santo e a nós não vos impor mais encargo algum, senão estas coisas necesarias.

      Fica na paz


      Nogueira

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  30. Prezado Nogueira, minha intenção ao comentar no post do irmão Reginaldo, foi simplesmente apresentar a ele, meu ponto de vista que possivelmente até então ele não teria notado.
    Minha objetividade em si mesma não é defender uma denominação A ou B e sim a santidade das escrituras.
    Então li realmente toda a completa opinião do irmão Reginaldo e apenas procurei corrigir algumas coisas que acredito que errou por não ter percebido.
    Então quando eu analiso algum assunto nas escrituras, o faço em ordem sistemática.
    Por exemplo: há na bíblia o primeiro registro de entrega de determinada porcentagem(10%) a um determinado Sacerdote(Melquisedeque Sacerdote do Deus Altíssimo)
    Então procurei indica o posicionamento acerca de Melquisedeque no que diz respeito a TER AUTORIZAÇÃO para Receber(Dízimo)
    Com isso corrigi o erro do Reginaldo, pois o mesmo em certo sentido afirmava que aquele Dízimo tratava de um simples IMPOSTO ao Rei Melquisedeque.
    De imediato expliquei mediante o contexto de apoio ao assunto(Livro de Hebreus) que narra que o tal dízimo foi recolhido por Melquisedeque na Posição de( SACERDOTE) e não de Rei, e que o autor de hebreus contrasta a superioridade de Melquisedeque a Levi, no ato de ter Autorização divina para Recolher/coletar o Dizimo.
    Logo então o Dizimo foi coletado na posição sacerdotal e sendo assim não se tratava de um mero imposto.
    Então deixei claro, que se Melquisedeque recebera o tal Dízimo SEM AUTORIZAÇÃO de Deus, logo Melquisedeque não poderia ser superior a LEVI que o fez SOB autorização divina.
    Pois o contraste de sacerdócios em hebreus, diz respeito a autoridade concedida por Deus.
    E quando o autor usa o dízimo como exemplo de contraste, este o faz devido o dízimo ser uma autorização condicionada a sacerdócio, ou seja, a primeira vez que a bíblia menciona o dízimo o faz indicando o condicionalmente a um SACERDOTE e posteriormente ao sacerdócio Levitico.
    Então, prezado não é mera e por acaso que o dízimo é mencionado em Hebreus.
    E quando a bíblia diz que o Sacerdote Melquisedeque RECEBEU dízimo (ATÉ) de Abraão isso significa que ele recebera de outros anteriores, ou seja, o até é um indicativo de outros anteriores, logo então, Melquisedeque exercia o sacerdócio em SALÉM e lá provavelmente sua localidade de serviço sacerdotal e posteriormente a mesma localidade foi utilizado para o serviço levitico.

    Então enfatizo que Melquisedeque.
    FOI CONSTITUÍDO POR DEUS, pois não poderia ser sacerdote de Deus sem ser constituído por Deus

    SENDO CONSTITUÍDO POR DEUS, logo não seria ilegal, pois estava sob ORDEM de Deus, não era sem lei.

    Então Nogueira eu apenas procuro explicar o posicionamento bíblico.
    E estou disponível a iniciar tudo com você desde o início.

    Neste caso falarei do Dízimo em:

    MELQUISEDEQUE
    ARÃO
    E NO NOVO TESTAMENTE

    Ou seja, segue uma ordem sistemática.

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    1. Prezado Valdecy, PAz do Senhor,

      Você diz que eu cometi um erro quando falei que Melquisedeque recebeu dízimo na condição de rei e como uma espécie de imposto como era costume naquela época. Tudo bem, digamos que eu tenha errado e, se errei, aceito ser corrigido, afinal, pouco sabemos sobre Melquisedeque, pois a Bíblia só o menciona apenas onze vezes, sendo duas no Antigo Testamento e nove no Novo. Mas, o que lhe dá tanta convicção de que ele cobrou dízimos de Abraão como sacerdote? Em que você se baseia para afirmar isso? No livro de Gênesis lemos que Abraão voltava da guerra no qual havia matado os reis que estavam sob o comando de Quedorlaomer que também foi morto. Depois dessa matança Abraão voltou trazendo os bens de Sodoma que estes reis haviam espoliado, bem como a Ló, seu sobrinho com seus bens, as mulheres e o povo de Sodoma. Ao encontro dele foram dois reis, o primeiro Bera que era rei de Sodoma e depois Melquisedeque rei de Salém. Este ao encontrar-se com Abraão lhe ofereceu pão e vinho que a meu entendimento já era uma representação do corpo e do sangue de Jesus, uma vez que o antigo testamento é uma sombra do novo. Em seguida, Melquisedeque abençoa Abraão, que a meu ver também, tal bênção foi como uma condecoração por um ato heroico por parte de Abrão que matou aqueles tiranos que oprimiam os demais povos daquela época, trazendo tranquilidade para eles. Somente depois de ser abençoado por Melquisedeque é que Abraão deliberadamente lhe dá os dízimos dos despojos sem que Melquisedeque o cobrasse por isso.

      Quando lemos sobre a instituição do sacerdócio em Israel, onde Arão e seus filhos foram consagrados como primeiros sacerdotes daquela nação, vemos que estes não tinham qualquer autonomia da parte de Deus em cobrar dízimos de seus irmãos. Não sei se é nisso que o amado se baseia, mas se for,é bom saber que um erro que muitos cometem atualmente é afirmar que os sacerdotes dependiam dos dízimos do povo para sobreviver.
      Sabemos que Deus separou toda a tribo de Levi para o serviço do santuário, de onde procedem Arão e seus filhos. Mas em momento algum foi outorgado a estes o direito de cobrarem ou receberem dízimos das demais tribos na condição de sacerdotes. Somente aos demais levitas que não eram sacerdotes, mas que auxiliavam aqueles foi ordenado receberem os dízimos do povo (Números 18:21-26). Porém, aos sacerdotes foi designado por Deus como um concerto perpétuo de sal (de onde procede o termo salário) que eles receberiam as OFERTAS ALÇADAS de tudo o que fosse oferecido ao Senhor.

      "E de toda a oferta oferecerá uma parte por oferta alçada ao SENHOR, que será do sacerdote que espargir o sangue da oferta pacífica...Também o peito da oferta movida e a espádua da oferta alçada, comereis em lugar limpo, tu, e teus filhos e tuas filhas contigo; porque foram dados por tua porção, e por porção de teus filhos, dos sacrifícios pacíficos dos filhos de Israel." (Levítico 7:14; 10:14). "Todas as ofertas alçadas das coisas santas, que os filhos de Israel oferecerem ao SENHOR, tenho dado a ti, e a teus filhos e a tuas filhas contigo, por estatuto perpétuo; aliança perpétua de sal perante o SENHOR é, para ti e para a tua descendência contigo." (Números 18:19).

      Observe que esse era o pagamento dos sacerdotes da forma como Deus estabeleceu e isso nunca mudou. A única vez que os sacerdotes ousaram quebrar esse acordo privando os levitas dos dízimos Deus se sentiu ROUBADO (Neemias 13:4-10; Malaquias 3:8-10). Dos dízimos que o Senhor ordenou dar aos levitas, os sacerdotes receberiam apenas a décima parte destes e como uma oferta alçada das mãos dos levitas. “Também falarás aos levitas, e dir-lhes-ás: Quando receberdes os dízimos dos filhos de Israel, que eu deles vos tenho dado por vossa herança, deles oferecereis uma oferta alçada ao SENHOR, os dízimos dos dízimos” (Números 18:26).

      (Continua)

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    2. (continuação)

      Mas o sacerdócio levítico expirou e Jesus ao assumir o sacerdócio eterno mudou a lei (Hebreus 7:12). Sendo feito sumo-sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque, constituiu na mesma ordem àqueles que o aceitam como reis e sacerdotes (Apocalipse 1:6; 5:10). Logo, se fosse para hoje se pagar dízimos na ordem de Melquisedeque, todos os crentes deveriam se sentir no dever de cobrá-los, inclusive eu e você, pois fazemos parte de um sacerdócio real, onde não existe uma classe específica de sacerdotes que possa representar o homem diante de Deus oferecendo dons e sacrifícios, pois Cristo, nosso sumo sacerdote eterno já fez isto uma única vez (Hebreus 9:11,12). Nenhum ministro seja pastor, apóstolo, bispo ou qualquer outro título tem o direito de exigir pagamento de dízimos, pois nenhum deles é um sacerdote no modelo de Arão ou Melquisedeque. Se alguém se apresenta o povo dessa forma ou se faz um sacerdote específico, está indo na contramão daquilo que Deus estabeleceu e com certeza há de prestar contas no dia do juízo, por fazer algo que Deus não lhe autorizou fazer. Paulo chegou a dizer que aquele que ministrava no altar devia comer do que alí era sacrificado (1Corintios 9:13), mas ele abriu mão desse direito para não por impedimento ao evangelho, pois ele sabia que Deus não o constituiu como sacerdote para sacrificar no altar, pois o último altar foi a cruz, onde foi imolado o Cordeiro de Deus – Jesus que a sí mesmo se ofereceu como oferta e sacrifício por nós. O altar que existe hoje é a vida daquele que serve a Deus, cujo corpo é o templo e morada do Espírito Santo. E sobre esse altar o autor aos Hebreus escreve: "Temos um altar, de que não têm direito de comer os que servem ao tabernáculo."(Hebreus 13:10). Na época em que essa epistola foi escrita o sacerdócio Araônico ainda estava em vigor, pois ele só terminou com a destruição do templo no ano 70 DC. Mas nem mesmo eles que pela lei, tinham o direito de possuir o que era levado no altar, tinham o direito de cobrar isso dos crentes em Jesus.

      Você também falou ao Roberto Nogueira que tem ensino sobre o dízimo na ordem de Melquisedeque, Arão e também no Novo Testamento. Os dois primeiro eu conheço, bem como também opinei em um comentário anterior sobre a quem Jacó deu o dízimo que prometeu a Deus. Mas fiquei curioso quanto ao último, não que esteja duvidando de sua capacidade, pois tenho observado que és uma pessoa inteligente, culta e de amplo conhecimento das escrituras, ao contrário de mim que nem o segundo grau tenho. Mas se quiser publicar neste espaço, fique a vontade. Porém, de antemão digo que a ninguém na nova aliança foi outorgados direitos ou mesmo procurações para em nome de Deus se receber dízimos. Até hoje eu não encontrei respaldo no Novo testamento para pagar dízimos, mas sim para ser contribuinte de acordo com que o meu coração se mover.

      Abraços

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  31. Prezado, antes de tudo, retornando a algo que já corrigimos anteriormente, ou seja, no que diz respeito ao ATO do levita ou sacerdote Melquisedeque ter em mãos os dízimos de alguém. Já foi explicado que apenas algumas traduções fazem uso do termo COBRAR dízimo. sendo que essa vertência do termo grego original ao português, foge radicalmente do sentido original do termo grego.

    Então prezado irmão Reginaldo, quando eu ou você usamos alguma tradução portuguesa, devemos ao menos buscar as traduções que vertem ao mais máximo o sentido grego ao traduzir para o português os termos gregos.
    Por exemplo: No versículo 8 de hebreus 7 ocorre a palavra grego ἀποδεκατοῦν (apodecatoun) significando “o ato de recolher o dízimo de alguém” ou "receber o dízimo”. Logo então a vertência para o português, mas próxima ao original seria COLETAR/ RECEBER OU RECOLHER, e nunca COBRAR, pois como você disse anteriormente o TOMAR ou cobrar trás consigo um tal significado que se distancia do original.

    Então aqui prezado deixamos de lado os termos portugueses TOMAR E COBRAR e usamos apenas os condizentes ao original, RECEBER, COLETAR, RECOLHER.


    Vamos agora, a base de minha convicção de que MELQUISEDEQUE,(coletou dízimo) de Abraão na posição sacerdotal e não na de Rei e que o valor significativo do dízimo em tal episódio não se tratava de um mero imposto de pedágios e sim havia uma significância maior.

    Vamos a minha base bíblica para comprovação desta convicção:


    Já falei anteriormente sobre isso, lhe explicando que hebreus o livro de apoio contextual e detalhes ao episódio de gênesis 14 é o livro que indica que Melquisedeque COLETOU o dízimo Abraâmico na condição sacerdotal, pois uma das intenções internas do conteúdo do texto de hebreus, é a realização de CONTRASTE, entre SACERDÓCIO eu disse entre sacerdócios, e quando se trata de sacerdócio, se trata de posições constituídas por Deus. E nestas posições é ressaltado as delações para COLETAR dízimos

    Vejamos os versos e perceberemos a consistência da GRANDEZA do sacerdote Melquisedeque:
    Hb 7:3
    sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre.
    Hb 7:4
    Considerai, pois, quão GRANDE ERA ESTE, a quem até o patriarca Abraão deu o dízimo dentre os melhores despojos.

    Hb 7:5
    E os que dentre os filhos de Levi recebem o SACERDÓCIO têm ORDEM (AUTORIZAÇÃO DIVINA), segundo a lei, de receber os dízimos do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que estes também tenham saído dos lombos de Abraão;

    (Hb 7:6
    mas aquele cuja genealogia não é contada entre eles, RECEBEU dízimos de Abraão, e abençoou ao que tinha as promessas.

    7Ora, sem contradição alguma, o menor é abençoado pelo maior.

    9 E, por assim dizer, por meio de Abraão, até Levi, que recebe dízimos, entregou dízimos,

    10 porquanto ele estava ainda nos lombos de seu pai quando Melquisedeque saiu ao encontro deste.

    Então Prezado, você pode até não perceber, mas o texto está realizando um CONTRASTE/ comparação de sacerdócios e tem por finalidade evidenciar a superioridade entre um deles e um dos meios é justamente a autoridade para RECEBER dízimo, e neste caso Melquisedeque era superior nesta autoridade, pois ATÉ de Abraão pai e gerador dos levitas, Melquisedeque detinha a autoridade divina para RECEBER o dízimo, e em Abraão os levitas estavam sujeito a DAREM seu dízimo a Melquisedeque, logo os levitas dizimaram em Abraão ao GRANDE Melquisedeque.
    Pois o indicativo da GRANDEZA de Melquisedeque, é evidenciado pelo texto, simplesmente pelo fato Dele ter autoridade de RECEBER ATÉ de Abraão e isso também indica a subordinação de Abraão.

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    2. Voce diz que quando se trata de sacerdócio, se trata de posições constituídas por Deus. E nestas posições é ressaltado as delações para COLETAR dízimos.

      Mas eu mostrei aqui que o sacerdote não tinha autonomia para cobrar dízimos, pelo menos o Araônico, pois Deus os deu aos auxiliares destes que eram os levitas. Repito mais uma vez que os sacerdotes recebiam apenas o dizimo dos dízimos das mãos dos levitas como ofertas alçadas.

      Resumindo: Melquisedeque e Levi foram autorizados por Deus a receberem dízimos. Concordo plenamente e não vou questionar se foi na condição de rei ou sacerdote que Melquisedeque os recebeu de Abraão.

      Mas faço uma pergunta: Quem estaria autorizado por Deus hoje, na Nova Aliança a receber dízimos, uma vez que o sacerdócio prevalecente é o de Cristo, o qual também noz fez sacerdotes com Ele. Todos nós e não apenas um grupo seleto como o foi no antigo concerto.

      Então, quem estaria autorizado por Deus a receber seus dízimos? Eis a questão.

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    3. Prezado, espera que eu ainda não conclui minha argumentação, mas apenas iniciei.
      Vejamos: Eu frisei e friso novamente que que o relato de hebreus diz respeito é aos SACERDÓCIOS, ou seja, o relato indica o dízimo condicionado aos SACERDÓCIOS, ou seja, tanto ao sacerdócio Melquisedequiano ou ao Arônico, O RELATO INDICA, o condicionamento ao SACERDÓCIO.
      Porém, os MINISTROS que estão inclusos nestes sacerdócios é que se diferencia quanto a quem poderia RECEBER o dízimo.
      Mas não estou discutindo que em sacerdócio tal, quem detinha autoridade era os sacerdotes e em sacerdócio tal, quem detinha era os Levitas, não, não estou a princípio discutindo isso.
      O que frisei é que Ambos os ministérios sacerdotais detinham autoridade divina para RECEBER o dízimo, sendo que em cada ministérios sacerdotal, quem o detinha era oficiais diferentes.
      Então prezado se não sanamos as questões iniciais ao princípio do assunto, devemos sermos cautelosos em avançar mais a frente.

      Primeiro devemos concluir tudo acerca da constituição de Melquisedeque ao sacerdócio e as delegações concedidas por Deus a sua pessoa.
      Então não tenho dúvida que Melquisedeque.......foi...........constituído por ........Deus
      Não tenho dúvida que Melquisedeque.........Coletava dízimos.......sob autorização de Deus.
      Não tenho dúvida que antes de Melquisedeque.......Coletar dízimo de Abraão, ele já o fazia anteriormente em salém.
      Pois o verso diz que Melquisedeque RECEBEU ATÉ de Abraão, logo essa afirmação o caracteriza como tendo recebido de outros.

      Seguirá continuação

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    4. Enquanto você conclui seu raciocínio, quero lembrá-lo que já mencionei que nos tempos de Abraão era costume dos reis receberem dízimos de seus súditos. Creio piamente que Melquisedeque recebia sim dízimos. Quando o povo de Israel desejou um rei, o Senhor logo mandou Samuel dizer ao povo qual seria o costume dos reis como está em 1Samuel 8:9-17:

      9 Agora, pois, ouve à sua voz, porém protesta-lhes solenemente, e declara-lhes qual será o costume do rei que houver de reinar sobre eles.
      10 E falou Samuel todas as palavras do SENHOR ao povo, que lhe pedia um rei.
      11 E disse: Este será o costume do rei que houver de reinar sobre vós; ele tomará os vossos filhos, e os empregará nos seus carros, e como seus cavaleiros, para que corram adiante dos seus carros.
      12 E os porá por chefes de mil, e de cinqüenta; e para que lavrem a sua lavoura, e façam a sua sega, e fabriquem as suas armas de guerra e os petrechos de seus carros.
      13 E tomará as vossas filhas para perfumistas, cozinheiras e padeiras.
      14 E tomará o melhor das vossas terras, e das vossas vinhas, e dos vossos olivais, e os dará aos seus servos.
      15 E as vossas sementes, e as vossas vinhas dizimará, para dar aos seus oficiais, e aos seus servos.
      16 Também os vossos servos, e as vossas servas, e os vossos melhores moços, e os vossos jumentos tomará, e os empregará no seu trabalho.
      17 Dizimará o vosso rebanho, e vós lhe servireis de servos.

      Vemos que Saul foi o primeiro rei de Israel e o próprio Deus se incumbiu de alertá-los quanto aos direitos de um rei. Isto posto que certamente era um costume dos reis de outras nações.

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  32. Prezado como de antemão lhe informei, não deve tentar combater a essência textual, com por exemplo, porções extra-bíblica, e mesmo se as porções extra-bíblia venha conter veracidade histórica, porém este não modificaria ou anularia ou daria interpretação, para o registro histórico bíblico.

    Por exemplo: Obviamente sabermos que muitos Reis de nações da antiguidade ESTIPULAVAM impostos aos súditos ou dependentes de seu reino e isso provavelmente está registrado em histórias reais de reis de nações.
    Todavia, a porcentagem estipulada, era variada e nunca uma única essencialmente.

    Porém voltando ao relato bíblico de Gn 14 e seu contexto em hebreus, no relato bíblico está CLARO que Abraão não pertencia a nenhum daqueles reinados ou reis, com isso fica bem claro via o texto bíblico, que Abraão não era SÚDITO de nenhum daqueles reis, nem muito menos dependentes deles, porém a única possibilidade de subordinação de Abraão a Melquisedeque, indicado pelos textos, diz respeito a posição sacerdotal de Melquisedeque.


    Prezados se fossemos falar dos TRIBUTOS/TAXAS/IMPOSTOS há diversos versículos que dizem respeito a isso, pois quando um Rei adquiria soberania sobre outros, este sempre os obrigava a pagar TRIBUTO, porém não é dito a a quantidade em porcentagem, e mesmo que chegasse a ser 10% não teria o mesmo sentido dos dízimos condicionados ao SACERDÓCIO.

    2Rs 23:35 E Jeoiaquim deu a Faraó a prata e o ouro; porém impôs à terra uma TAXA/TRIBUTO, para fornecer esse dinheiro conforme o mandado de Faraó. Exigiu do povo da terra, de cada um segundo a sua avaliação, prata e ouro, para o dar a Faraó-Neco.

    Outra coisa, você não pode usar o texto bíblico de 1 Sm 8.9-17 para concluir que os outros Reis faziam o mesmo.
    Você precisa entender primeiro que Deus disse ao povo que ESTE REI, e não todos os reis que viriam sobre Israel, ou seja, o texto está caracterizando o comportamento daquele Rei(Saul) ou seja, o texto não pretende afirmar que Deus estava DELEGANDO e APROVANDO tudo aquilo, mas o texto revela que esse seria o futuro procedimento de tal rei(Saul)
    Então Prezado, Deus não estava delegando a Saul o direito de RECEBER o dízimo para si, pois o texto apenas revela que tal rei teria um mau procedimento ao ponto DESVIAR para si o DÍZIMO do Senhor.

    Então prezado se você pretende falar de outros Reis que cobravam o tributo, há dezenas de versículos na bíblia que dizem respeito a isso, mas nenhum destes tributos, mesmo que fosse 10% alimentos diziam respeito a dízimo a uma divindade, como era e é o caso da entrega dos dízimos em israel, era e é a priori uma entrega a uma divindade(O SENHOR).
    Ou seja, nenhum dos impostos exigidos por reis das nações, eram um ato de oferecimento a uma divindade, eu desconheço isso, então para qualquer imposto pelo um rei ser comparado ao dízimo em israel, não bastava simplesmente ter a mesma porcentagem de 10% e ser o mesmo produto, era preciso ter a mesma significância destinação a uma divindade, no caso aqui ao Senhor, caso contrário não seria dízimo do porte do dízimo em israel.

    Segue continuação

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  33. Ok,

    Assim como não tenho o direito de usar o texto de 1Sm 8:9-17 para afirmar que era costumes dos reis gentios cobrarem dízimos, creio que você não tem também o de usar Hebreus 7:4 na certeza de que Melquisedeque cobrava dízimos. Ainda que fosse assim, pois não temos pormenores deste assunto na Bíblia, se formos nos apegar no texto de Gênesis 14:20 e Hebreus 7:4 como fundamento para pagarmos dízimos, então, teremos que crer não seja errado espoliar ou até matar o próximo para disso dar 10% ao Senhor, uma vez que texto fala que Abrão deu o dízimo dos DESPOJOS e não que ele possuía; e em algumas partes da Bíblia despojo se refere a roubo como em 2Crônicas 28:21 e Lucas 10:30.

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  34. Prezado é bem simples, o texto de samuel usado por você, NÃO TEM CONEXÃO ALGUMA com o episódio de gênesis 14, já hebreus 7 está claro que é um texto de apoio e complementação ao de gênesis, isso é óbvio, pois hebreus é e faz referência a gênesis 14.

    Outra coisa, se você não percebe que Melquisedeque RECEBEU, o dízimo na condição sacerdotal, a dificuldade é sua no momento da leitura, pois está lá e com clareza.
    Pois a profecia de salmos no que diz respeito a origem do sacerdócio de Jesus, o indica com sendo da ORIGEM do (SACERDÓCIO) de Melquisedeque.
    há várias vezes a expressão( SEGUNDO A ORDEM DE MELQUISEDEQUE) Nas paginas de hebreus, ou seja, a textualização conotar a posição SACERDOTAL pois a ênfase gira em torno desta posição, e a vincula ao dízimo.

    Prezado, antes de tudo apenas lhe expliquei que Melquisedeque RECEBEU e recebia dízimo na CONDIÇÃO sacerdotal, foi isso que a princípio pretendi elucidar a você.

    Já em relação a sua afirmação de que neste caso então NÃO SERIA ERRADO MATAR O PRÓXIMO, PARA ADQUIRIR E DÍZIMO AO SENHOR.

    Amigo, lhe explico que o texto que demonstra Abraão fazendo Justiça com suas MÃOS, é um texto DESCRITIVO e não PRESCRITIVO.
    Ou seja, o texto simplesmente descreve ou registra a ação Abraâmica, ação esta que ALI foi especificamente APROVADA por Deus.
    Temos que entender que em muito casos casos, há casos especificos estabelecidos por Deus a pessoas especificas e sendo assim NÃO É UMA REGRA GERAL.

    Por exemplo: No decálogo HAVIA E HÁ O MANDAMENTO DE NÃO MATARÁS, e isso é mandamento GERAL, e o Rei Saul sabia disto.
    No entanto especificamente DEUS, ele mesmo ORDENOU a Saul MATAR TODOS OS AMALEQUITAS inclusive criancinhas de colo.
    Percebe que aqui é uma ordem especifica e não geral, ou seja, há as ordens especificas que são chamadas de exceções.
    Então no caso de Abraão, aquele episódio é um caso especifico, Abraão o fez sob justiça divina e os matou por AUTORIZAÇÃO DIVINA, e não PECOU POR MATAR.

    OU VOCÊ ACHA QUE ABRAÃO PECOU E VIOLOU O MANDAMENTO DE NÃO MATARÁS?
    VOCÊ ACHA ISSO?

    Aquele dízimo dos despojos FOI JUSTO OU NÃO? Prezado pense nisso!

    Amigo o texto NÃO MANDA NÓS MATAMOS, mas o texto diz que Abraão o fez sob orientação divina.
    Ou seja, aquele dízimo especifico de Abraão naquela ocasião, foi justo e aprovado por Deus, mas isso não significa que nós recebemos de Deusa ordem para trazemos dízimo de uma guerra.

    Segue continuação!




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  35. Prezado outra coisa:
    Você disse: uma vez que texto fala que Abrão deu o dízimo dos DESPOJOS e não que ele POSSUÍA; e em algumas partes da Bíblia despojo se refere a roubo como em 2Crônicas 28:21 e Lucas 10:30.


    Prezado fiquei meio que boquia aberto diante desta eu digo ridícula associação do despojo de 2 Cr 28.21 e Lc 10.30 com o relato de gênesis 14, Meu Deus a diferença é gigantesca.

    Mas não vou discutir sua má associação de versos.

    Vamos ao relato de Gn14.

    19 e abençoou a Abrão, dizendo: bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, o CRIADOR DOS CÉUS e da terra!
    20 E bendito seja o Deus Altíssimo, QUE ENTREGOU OS TEUS INIMIGOS EM TUAS(MÃOS)! E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo.

    Favo, prezado, devemos ler a afirmativa dos versos acima com muita atenção.
    Estaria o versículo mentindo?
    Quando diz que foi DEUS que ENTREGOU os inimigos, onde mesmo, nas MÃOS de Abraão, ou seja, agora percebemos que Deus entregou-os SOB POSSE Abraãmica.
    Então amigo tudo ALI foi dado por Deus a Abraão e neste caso virou POSSE de Abraão.
    Quero também te lembrar, que Abraão DESPOJOU aqueles Reis INIMIGOS, ou seja, Abraão não trouxe apenas o MATERIAL que os reis inimigos tinham saqueados dos reis de sodoma e gomorra, mas também Abraão despojou aqueles reis, ou seja, trouxe também os despojos que pertencia a eles, e foi dado por Deus nas mãos de Abraão.

    Uma vez dado por Deus a Abraão, tornou-se propriedade de Abraão, ou seja, agora era algo que ele POSSUÍA, e foi disto que ele tirou naquela ocasião o dízimo.

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    1. Meu caro Valdecy,

      Se Melquisedeque recebeu dízimos na condição de sacerdote ou não, nada muda o fato em relação a questão que diga que hoje eu como cristão deva pagar dízimos.

      Eu bem sei que existem casos em que Deus estabelece regras especificas para determinadas situações e em outras permite que se aconteçam coisas que Ele mesmo condena em sua Palavra, como o matar e o se relacionar ou casar com duas ou mais mulheres.Abraão, por exemplo, se relacionou com a empregada de sua esposa gerando um filho com ela e Jacó casou com duas irmãs. Eu não posso tomar isso como um princípio válido a ser aplicado, pois foram fatos específicos, com pessoas específicas. Jacó também fez um voto de entre outros dar o dizimo de tudo o quanto Deus lhe abençoasse, primeiramente se Deus cumprisse o que dantes havia prometido. Isso foi entre Jacó e Deus, mas que muitos pregadores usam para justificar o pagamento de dízimos na atualidade. Por isso, o fato de Melquisedeque haver recebido dízimo de Abraão, mesmo na condição desacerdote naquele tempo não se constitui uma regra geral para que hoje venhamos a aplicar tais princípios em nossas vidas.

      Quanto ao caso dos despojos de Abraão, eu apenas citei como exemplo que em alguns casos na Bíblia ele é tratado como roubo. E, na verdade, despojo se relaciona com muita coisa, até com restos mortais, mas no caso de Abraão, ele dizia respeito a: Recompensas por uma batalha vencida ou sobras de guerra ou bens de conquista adquiridos após o guerreiro ter vencidos a guerra e tomado de seu adversário, que na maioria das vezes está morto ou feito prisioneiro.

      O despojo ainda tem como sinônimo o espólio, do latim: spoliare que é:Esbulhar da posse; privar de alguma coisa ilegitimamente, tirando-a por fraude ou violência; esbulhar da posse de alguma coisa; roubar. Ação ou consequência de um roubo. É claro que não tem nenhuma correlação com o episódio envolvendo Abraão, o qual você achou ridícula, fato que o deixou boquiaberto.

      E, quando eu disse que Abrão não deu dízimos a Melquisedeque do que possuía, me referi às suas riquezas conquistadas honestamente com seu trabalho. Em Gênesis 13:2, antes do episódio com Melquisedeque diz: "E era Abrão muito rico em gado, em prata e em ouro."Não foi disso que Abraão deu dízimos.

      (Continua)

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    2. (Continuação)

      Com muita propriedade você disse que quando Deus entregou os inimigos de Abraão, tudo o que dantes eram deles, passou a ser posse de Abraão. Concordo e vou mais, pois, quando Abraão conquistou a guerra, matando os reis, não foram apenas os bens que ficaram sob sua responsabilidade, mas também as vidas de todos aqueles que haviam sido levados como prisioneiros. Em Deuteronômio 20:14 o Senhor ordenou aos hebreus que quando estes conquistassem uma cidade por meio da guerra, que matassem os homens, porém, as mulheres, e as crianças, e os animais; e tudo o que houvesse na cidade, todo o seu despojo, tomariam para eles; e comeriam o despojo dos teus inimigos, que o SENHOR Deus os havia entregado em suas mãos. Em Gênesis 14:16, diz o que Abraão trouxe da guerra: “E tornou a trazer todos os seus bens, e tornou a trazer também a Ló, seu irmão, e os seus bens, e também as mulheres, e o povo”.

      Talvez você me diga que não haja nenhuma relação de Deuteronômio 20:14, com o que aconteceu com Abraão, registrado em Gênesis 14. Mas observe que logo após Abraão ser abençoado e entregar os dízimos de tudo a Melquisedeque, o rei de Sodoma chega com Abraão e diz: “Dá-me a mim as pessoas, e os bens toma para ti” (Gn14:21). Não podemos entender que aquelas pessoas reivindicadas pelo rei de Sodoma agora pertenciam a Abraão como prêmio pela guerra vencida, já que o rei de Sodoma pediu a devolução destas? Ora, se Abraão deu a Melquisedeque o dizimo de TUDO, não poderia estar incluso nesse “tudo” também as pessoas que vieram com Abraão?

      Embora, legalmente TUDO pertencesse a Abraão, ele próprio testemunhou que nada daquilo lhe pertencia: “Abrão, porém, disse ao rei de Sodoma: Levantei minha mão ao SENHOR, o Deus Altíssimo, o Possuidor dos céus e da terra, jurando que desde um fio até à correia de um sapato, não tomarei coisa alguma de tudo o que é teu; para que não digas: Eu enriqueci a Abrão;Salvo tão-somente o que os jovens comeram, e a parte que toca aos homens que comigo foram, Aner, Escol e Manre; estes que tomem a sua parte” (Gênesis 14: 22-24).

      E finalizando, eu ainda não encontro em tudo isso razão para ser dizimista hoje, nem segundo a ordem de Melquisedeque e muito menos segundo a ordem levítica.

      Paz.

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  36. Prezado frisei à você que na realidade tudo ALI, que Abraão o adquiriu, foi concedido por Deus e que portanto sim pertencia legalmente a Abraão.
    Ou seja, nesse sentido sim Abraão deu o dízimo de algo que lhe pertencia, que o havia conquistado naquela OCASIÃO, você pode até alegar que naquela ocasião Abraão não deu dízimo das suas riquezas oriundas de cabras ETC. porém isso não significa que Ele não tenha feito antes, porém naquela ocasião e naquela conquista e diante do Sacerdote do Deus Altíssimo, Abraão deu o dízimo do que detinha em mãos naquele momento.

    Mas, meu amigo realmente possa ser que Abraão tenha ali apresentado seu primeiro dízimo e até mesmo seu último, pois isso são possibilidades.
    Porém em artigo ressalto é a pessoa de Melquisedeque realizando o ATO DE RECEBER dízimos na condição de sacerdote; alguns defensores do dízimos alegam que o dízimo é anterior a lei, devido ao episódio de Abraão entregar dízimo, porém eu ressalto é que o Ministério Sacerdotal é anterior a LEI do ministério sacerdotal Arônico, e isso no Sacerdócio da ordem de Melquisedeque.

    Então Falo, de dízimo em sua primeira menção na bíblia, eu falo na realidade é do primeiro SACERDÓCIO e com isso eu falo sobre o condicionamento do dízimo ao sacerdócio, pois na ordem Arônico há também um condicionamento de/do dízimo ao sacerdócio.

    Porém não foi em Arão que principia o condicionamento de/do dízimo ao Ministério Sacerdotal, pois no que diz respeito a Primazia ou Superioridade e anterioridade de Ministério Sacerdotal, todos este adjetivos se aplica ao sacerdócio de Melquisedeque.

    Deixo bem claro que Melquisedeque RECEBIA dízimos sob ORDEM/Autorização de Deus e na condição sacerdotal, no livro de hebreus há clareza de que Melquisedeque o fazia na posição sacerdotal e portanto debaixo de ordem divina, caso contrário seria ilegal sua conduta sacerdotal, e obviamente que Melquisedeque realizava seus serviços sacerdotais em Salém, e o texto diz que ATÉ de Abraão Ele recebeu o dízimo, indicando não somente sua superioridade sobre Abraão e Levi, mas também é um indicativo de que Ele havia recebido dízimo de outros.
    Pois seria descabida a afirmação de que AQUELE dízimo SERIA o primeiro dízimo recebido por Melquisedeque, possivelmente poderia ser o primeiro entregue por Abraão, mas não o primeiro recebido por Melquisedeque, aliás não foi naquele dia que Melquisedeque fora constituído ao sacerdócio de Deus, ou seja, ele já exercia a um bom tempo atrás.

    Então obviamente que quando Abraão passou a conhecer a pessoa de Melquisedeque naquele episódio, teve ciência da posição sacerdotal em que Melquisedeque ocupava por ordem divina e portanto por consciência Abraão entregou a Melquisedeque o dízimo, ou seja, houve uma conscientização em Abraão mediante o seu conhecimento da pessoa e posição de Melquisedeque.

    Então prezado quando menciono o sacerdócio de Melquisedeque, e demonstro o dízimo ali condicionado, o faço simplesmente para evidenciar que o ato de receber dízimo por parte de Melquisedeque era legalizado por Deus, o mesmo Deus que o constitui a tão grande posição e li concedeu tão grande autoridade que até tinha autoridade para RECEBER dízimo do grande patriarca Abraão.
    Ou será que Abraão entregaria dízimo a qualquer UM? Não, não o faria, mas entregou a alguém SUPERIOR a ele, superior pela posição em que Deus o havia constituído.

    Seguirá continuação

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  37. Portanto Prezado, quando eu apresento a origem e ordem do sacerdócio de Melquisedeque, pretendo indicar as delegações a este concedida por Deus.
    Ou seja, TUDO que estava condicionado ao ofício sacerdotal da ordem de Melquisedeque, foi delegada por Deus, inclusive o ato, ou autoridade de receber dízimo, foi delegada por Deus.

    Também quando indico a origem sacerdotal de JESUS, origem esta que a bíblia diz pertencer a ORDEM de Melquisedeque, logo concluímos que toda delegação inclusa nesta ordem cabe ao Senhor Jesus, que não é somente sacerdote desta ordem, mas é SUMO e portanto cabe a Ele maior autoridade, pois foi ele o Precursor que adentrou aos céus para realização deste ofício.

    Hb 5:10
    sendo por Deus chamado SUMO sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque.


    Hb 6:20
    aonde Jesus, como PRECURSOR, entrou por nós, feito sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.

    Mas quando Jesus tornou nosso SUMO sacerdote?
    Foi no momento em que a nova aliança se estabeleceu, OU SEJA, na consumação.

    Portanto este SUMO sacerdote, com sua AUTORIDADE, superior até a de Melquisedeque, estabeleceu SUA IGREJA, sendo composta com inclusão de todas as nações, para cumprimento da promessa de que bendito seria todas as nações em Abraão.

    Pois era necessário este Sumo Sacerdote para o CUMPRIMENTO da promessa e nova aliança.

    Hb 7:26
    Porque NOS CONVINHA tal sumo sacerdote, santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores, e feito mais sublime que os céus;


    Seguirá continuação



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  38. PREZADO, EU SEI QUE SUA QUESTÃO É A SEGUINTE:

    Quem então na igreja tem a autoridade de RECEBER os dízimos, ou contribuições?

    Prezado, como lhe disse, nosso Sumo Sacerdote(Jesus) CONSTITUIU uma instituição(Igreja) na terra, como um GRANDE ou enorme trabalho de imensa responsabilidade e baseado em sua visão bem abrangente, Jesus conhecia e conhece TODAS as necessidade de e para compor tamanha constituição que abrangeria a todos os povos.


    Mas cabe a nós analisamos a bíblia e vermos como Jesus constituiu sua igreja e também devemos analisar aqueles a quem Jesus os constituiu a princípio, ou seja, no NT percebemos que Jesus é a PEDRA fundamental, e posteriormente ele estabeleceu/constituiu a APÓSTOLOS no nível dos 12 e a estes deu lhes o direito de terem seus nomes escritos no fundamento da nova jerusalém.

    Quando fazemos uma analise mais acurada, percebemos a distinção entre os 12 e os demais da igreja.
    Com o tempo até a doutrina de Jesus passou a ser denominada DOUTRINA DOS APÓSTOLOS, isso devido os apóstolos exercerem determinada delegação de Jesus no seio da igreja.

    Então no inicio da igreja, quaisquer assunto concernente ao reino(doutrina), deveria ser consultado os apóstolos.
    Então em um dos primeiros relatos que diz respeito a algo financeiro(contribuição) é dito que alguns ao venderem suas HERDADES trouxeram o dinheiro AOS PÉS DOS APÓSTOLOS.

    Mas por que aos pés dos apóstolos? porque então a igreja adquiriu aquela consciência de trazer aquele dinheiro aos pés dos apóstolos?
    Isso se deu pelo simples fato da igreja ter consciência da liderança apostólica At 4:33-37
    Então aqui é óbvio que há um princípio de liderança constituída por Jesus.
    Também mais avante, há outro episódio em que é preciso consultar a liderança apostólica, para solucionar uma problema administrativo da igreja

    At 6:1-6 notamos que até houve uma indicação de pessoas ideais para realizar o serviço necessário concernente aquela administração, todavia é notável perceber que os tais indicados foram apresentados aos apóstolos que sua vez os apóstolos ao autorizarem a esse serviços, os apóstolos oraram sobre eles com imposição das mãos e isso era um sinal de autorização delegada aos indicados.

    Logo então percebemos que houve uma delegação a terceiros por parte dos apóstolos, ou seja, neste trecho percebemos que alguns (os indicados) somente exerceram o serviço administrativo com a responsabilidade e direito de realizar a divisão das contribuições, somente após a autorização apostólica.
    Ou seja, a princípio era os apóstolos que fazia a distribuição das contribuições, ou seja, até certo ponto cabia somente a eles este serviço de divisão de contribuições e estipulação de seus fins.

    Porém mais avante percebemos a delegação conhecida aos indicados de At 6, porém posteriormente houve expansão da igreja a diversos territórios e neste caso provavelmente aumentaria o trabalho dos apóstolos, e foi nesse momento que houve a delegação aos mais idôneos (Anciãos) ou seja, os apóstolos constituíram a anciãos que por sua vez foram estabelecido em determinados territórios onde já havia parte da igreja.
    Então aos anciãos cabia grande responsabilidade ao liderar uma igreja local, porém com o tempo, passou a eles a administração de coletas?contribuições recebidas em suas igrejas locais.

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    1. Excelente abordagem caro Valdecy,

      Mas onde entra o dízimo nisso tudo? Eu sei muito bem o que era a contribuição na igreja e qual a sua finalidade. A principio era um o coração e a alma da multidão dos que criam, e ninguém dizia que coisa alguma do que possuía era sua própria, mas todas as coisas lhes eram comuns.sendo contribuinte (Atos 4:32) e não havia, pois, entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam herdades ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que fora vendido, e o depositavam aos pés dos apóstolos e repartia-se a cada um, segundo a necessidade que cada um tinha (Atos 4:34,35). Creio que a doutrina dos apóstolos foi a mesma que receberam de Cristo que os ensinou a praticarem a justiça, a misericórdia e a fé. Essa doutrina justamente era fundamentada na prática do amor ao próximo, como ensinou o mestre.

      Mas lembre que pouco tempo depois o amor da igreja esfriou nesse quesito. Com a morte dos apóstolos os lobos travestidos de pastores se infiltraram no meio do rebanho, conforme previu Paulo. "Porque eu sei isto que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparão ao rebanho;" (Atos 20:29). O que fizeram esses lobos senão se aproveitarem da boa fé dos irmãos? Com isso o amor da igreja foi esfriando a ponto de abandonarem aquela linda prática na qual ela nasceu. Mas Jesus ordenou João escrever cartas ás igrejas e na primeira dela que era Éfeso Ele conclama ela a voltar às primeiras obras (Apocalipse 2:6)

      Fato semelhante ocorreu no período de Malaquias, quando os sacerdotes se tornaram infiéis e se apossaram do que não lhes pertencia, contribuindo para que os levitas abandonassem o templo e os cultos para procurarem meios de sobrevivência, uma vez que os dízimos não chegavam mais a eles. Ação essa que fez Deus se sentir roubado, pois os que administravam-lhe o culto (os levitas) não o estavam fazendo por não terem seus sustento (Neemias 13:4-10; Malaquias 3:8-10).

      E outro detalhe, dízimo não era dinheiro, pelo menos não na época dos levitas e prevaleceu até os tempos de Jesus, onde os fariseus dizimavam da hortelã, endro e cominho (Mateus 23:23).

      Se o dizimo fosse tão relevante para a expansão do reino de Deus, porque não o vemos Jesus e nem os apóstolos se referindo a ele como uma necessidade, como o foi nos tempos do antigo concerto?

      Se pelo menos o que é recolhido nas igrejas fosse tirado uma parte para atender os irmãos que muitas vezes nem casa própria tem ou ajudar outros com cestas básicas e/ou remédios eu me calaria. Mas não se pratica a justiça e nem a misericórdia, qual Jesus pediu aos dizimistas fiéis de seu tempo.
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  39. Prezado antes de tudo, lhe afirmo que o Dízimo ou contribuição na época de Melquisedeque, ERA A NÍVEL MUNICIPAL
    E já época de Israel, ERA A NÍVEL NACIONAL
    E na época da Igreja, É A NÍVEL MUNDIAL.

    A Igreja não é simplesmente NACIONAL, OU MUNICIPAL, então em caráter de necessidade em contribuição, na época da Igreja requer mais intensificação das contribuições.

    Ou seja, na Igreja as necessidades de contribuições ganha maior força, devido a necessidade de Expansão do Reino de Deus.


    Pois bem, Prezado eu sei que você ensina bem acerca do dízimo no período Arônico.
    Você explica bem que não era em DINHEIRO e sim em Alimentos
    Você explica bem a localização onde deveria ser entregue o DÍZIMO.
    Você explica bem para que se destina o DÍZIMO.

    Todavia, estou lhe explicando o Dízimo na época de Melquisedeque e agora na época da IGREJA.

    Vou continuar, mas lhe aviso que você não deve pensar que estou defendo algum procedimento de denominação A ou B, longe de mim tal coisa, pois minha pretensão à você, é apenas evidenciar o que eu vejo nas escrituras e não dizer que as denominações recolhedoras de dízimos, procedem bem.

    Então antes de tudo amigo, temos que ver o que as escrituras dizem, e não mensurar as escrituras pelo mau procedimento de lideres atuais.


    Sua primeira questão foi, QUEM TERIA DIREITO A RECEBER O DÍZIMO NA IGREJA E ADMINISTRÁ-LO?

    lhe apresente a constituição de liderança na Igreja, sendo está estabelecida por Jesus a pedra principal da Igreja.
    Ou seja, em todos os versos ou textos que expus evidência a princípio os APÓSTOLOS, exercendo tamanha autoridade na igreja, ao ponto de a comunidade trazer as contribuição até, como quem tem a consciência de que Deus tenha delegado aos Apóstolos autoridade para presidirem administrativamente até as CONTRIBUIÇÕES.
    E isso é fato inegável, ou seja, estava sobre os apóstolos a delegação concedida por Jesus, então é fato, percebemos que os apóstolos exerciam tamanha autoridade na igreja, que se estendia até as contribuições.
    Então prezado, longe de nós questionamos se havia, pessoas especificas no princípio da igreja, que teria de Deus, delegação para administrarem as contribuições, pois realmente havia.


    Vamos a sua segunda questão, Se o dizimo fosse tão relevante para a expansão do reino de Deus, porque não o vemos Jesus e nem os apóstolos se referindo a ele como uma necessidade, como o foi nos tempos do antigo concerto?

    Prezado, é óbvio que as contribuições ou dízimo no período da igreja é bem relevante e sua relevância é a nível mundial e não simplesmente a nível nacional no concerto antigo em israel.

    Outra coisa, você tem que entender que não é necessário você ter que encontra o a nomenclatura da porcentagem da contribuição, para assim concluir que Jesus ou apóstolos se referiam a ela, como necessária.
    Pois já lhe frisei anteriormente que antes da porcentagem ser porcentagem, ela acima de tudo a CONTRIBUIÇÃO , ou seja, está claro nas paginas no NT que a CONTRIBUIÇÃO é necessária e segue alguns princípios.

    Seguirá continuação

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    1. Taí algo que eu não sabia. É a primeira vez que vejo falar em dízimo Muncipal, Nacional e Mundial. Goste de debates dessa natureza pois tenho muito a aprender.

      Vou aguardar o complemento da exposição.

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  40. Prezado, quando falo de dízimo ou contribuição a nível municipal em Melquisedeque, me refiro, a sua destinação restrita ou limitada a uma cidade(Salém), e quando me refiro ao dízimo a nível nacional, me refiro a sua abrangência a uma Nação(Israel). Pois percebemos que ambos modelos há iniciação divina, ou seja, partiu de Deus estabelecê-los destes modos.
    Porém quando chegamos a dispensação da Igreja, notamos que a abrangência desta constituição que também parte de Deus, tem objetivos mundiais e não se limitava unicamente a Israel.
    Temos que ter em vista que Deus, em sua imensa ciência bem conhecia o início e culminância da Igreja e conhecia também todas as atuais dificuldades daquela época e as que posteriormente surgiriam; logicamente Deus estava a par de tudo isso.
    Abro aqui um parênteses, para ressaltar que o mantimento, suprimento ou Recursos necessários a nível nacional em Israel na época do antigo concerto, obviamente era necessário apenas ALIMENTAÇÃO, ou seja, a contribuição ali estipulada, deveria ser apenas em alimentos e isso o bastava.

    Todavia, com o estabelecimento da instituição (Igreja) passou haver abertura a todas as nações para assim participarem e formarem um CORPO, porém haveria trabalho a ser realizado para concluir este serviço e mandamento.


    Mc 16:15 E disse-lhes: Ide por TODO O MUNDO, pregai o evangelho a toda criatura.


    Mt 28:19
    Portanto, ide, ensinai TODAS AS NAÇÕES, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;

    Logo aqui percebemos o tamanho da responsabilidade e serviço que Jesus ordenou aos discípulos e isso requeria muitos recursos para o ALCANCE destas nações.

    Porém aqui foi uma das causas ou necessidade principais que requeria a CONTRIBUIÇÃO não somente de alimentos, mais possivelmente em moedas, ferramenta humana criada com finalidade de maior acesso a troca de produtos.
    Então nos relatos de Atos dos apóstolos notamos que os apóstolos receberam abertamente a contribuição em moedas, e provavelmente a empregaram com sabedoria, como recursos, por exemplo para viagem.




    Mas antes de continuar, quero novamente relembrar que havia princípios que compõem o ato de Contribuir,

    Pois Deus em sua justiça não estabeleceria um mandamento por acaso ou sem um sentido de suma importância, logo noto nas paginas do AT que ao estabelecer o mandamento de Contribuir com 10% no antigo concerto, Deus o fez baseado em uma ou mais necessidades, pois há mandamentos que se estabelecem devido a necessidades.

    Vamos logo, aos princípios:

    Os 5 princípios contidos no ato de Contribuir

    1. Voluntariedade
    2. Proporcionalidade
    3. Porcentagem
    4. Isenção
    5. Destinação

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  41. Continuação:

    1. PRINCÍPIO DA (VOLUNTARIEDADE)

    É fundamental a voluntariedade na Contribuição.
    Alguns dizem que no AT a contribuição era UMA OBRIGAÇÃO, e com isso supõe-se que não havia voluntariedade ao mandamento de contribuir.
    Vamos agora explicar o princípio de VOLUNTARIEDADE existente no AT e estabelecido posteriormente NT

    O Princípio da Voluntariedade
    Muitos confundem a utilização do termo voluntário empregado em textos das escrituras, com o sentido de desobrigatoriedade ao mandamento do Senhor, no entanto a voluntariedade é um princípio de disposição a cumprir/realizar algo sugestivo, ordenado; por exemplo em Ex 25.1,2 e 2 Cr 24.10 e Ex 35.20,21 diz o seguinte:

    Ex 25.1 Então, falou o SENHOR a Moisés, dizendo:
    Ex 25.2 Fala aos filhos de Israel que me tragam uma oferta alçada; de todo homem cujo coração se mover VOLUNTARIAMENTE, dele tomareis a minha oferta alçada.

    Ex 35.20 Então, toda a congregação dos filhos de Israel saiu de diante de Moisés,
    Ex 35.21 e veio todo homem, a quem o seu CORAÇÃO MOVEU, e todo aquele cujo ESPÍRITO VOLUNTARIAMENTE O IMPELIU, e trouxeram a oferta alçada ao SENHOR para a obra da tenda da congregação, e para todo o seu serviço, e para as vestes santas.
    22 E, assim, vieram homens e mulheres, todos DISPOSTOS DE CORAÇÃO; trouxeram fivelas, e pendentes, e anéis, e braceletes, e todo vaso de ouro; e todo homem oferecia oferta de ouro AO SENHOR;
    Então obviamente havia a voluntariedade por parte dos israelitas em obediência aos mandamento do Senhor, aliás a voluntariedade diz respeito ao livre arbítrio da pessoa; estas passagens acima notamos a disposição do povo em voluntariamente com alegria trazerem determinada OFERTA ordenada pelo Senhor, ou seja, após a ordem divina, houve voluntariedade em obedecê-la, ou seja, o mandamento do senhor para estes não era tratado como uma OBRIGAÇÃO, no sentido de estarem fazendo a força a contribuição, pois eles o realizaram VOLUNTARIAMENTE E COM ALEGRIA, semelhante no NT há um indicativo de que esse procedimento se estabelece e deve ser seguido.



    2. PRINCÍPIO DA (PROPORCIONALIDADE)

    No contexto arônico funcionava o princípio de proporção na contribuição em Levítico.
    Em levítico o ato de contribuir anual com a porcentagem em 10% era proporcional ao que HAVIA SIDO COLHIDO durante o ano, ou seja, nem sempre os 10% da Proporção de determinada colheita DAVA O MESMO resultado de anos anteriores ou posteriores, logo não era uma quantidade X fixada anualmente, mas a porcentagem de 10% continuava estabelecida proporcional a colheita de cada ano.

    Ou seja, em ano A se a produção fosse de 1.000 Kg de trigo, logo baseado nessa proporção de trigo, se entregava 100 kg naquele ano, porém se no ano seguinte a produção fosse de 900 kg, logo baseado nessa proporção, se entregava 90 Kg, ou seja, o que definia a quantidade a ser entregada, era a proporção do que se havia produzido, ou seja, não era uma quantidade fixada de 1.000 kg de trigo, por exemplo, mas era a quantidade baseada no princípio de proporção do que havia sido produzido.

    Então, com princípio de proporção e a porcentagem de 10% baseada na proporção, isso significa que Deus, nem Deus mesmo estipulou a QUANTIDADE EXATA e repetitiva em si mesma, ou seja, Deus não ordenou aos israelitas levarem 100 kg ou 90 kg de trigo, mas simplesmente Deus estabeleceu que baseado na proporção do que eles tem/produzissem, eles tirariam apenas 10% para contribuir.
    E este princípio também se estabelece no NT e veremos isso no contexto histórico sacerdócio de Jesus no NT.

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  42. 3. PRINCÍPIO DA (PORCENTAGEM)
    Mas com que se deveria contribuir? essa deveria ser a indagação a princípio por parte dos israelitas, então Deus, o próprio Deus estabeleceu que a contribuição seria de 10%. da proporção do que fosse produzido.
    Ou seja, não uma quantidade fixa em si mesma, pois em certa colheita se eles produzissem 1.000 Kg de trigo, eles separava 100kg para contribuição, porém se no ano posterior eles produzissem 900 KG a contribuição seria de 90 Kg, ou seja, raramente a proporção era mesma de ano A e B.

    Estaria Deus sendo justo com essa porcentagem de 10% baseada na proporção do que se produzia ?

    Alguém poderia alegar que houve injustiça divina no estabelecimento de 10% de contribuição aos agricultores que detinham essa condição?

    Por que 10% e não 1% ou 2% e ETC?
    Por que a mente/consciência divina em seu siso concluiu ser 10% e não outra porcentagem?
    Era perfeita essa porcentagem? ou Deus errou?

    Acredito que há endossamento de justiça divina nos princípios inserido no mandamento de contribuir, ou seja:
    DEUS FOI JUSTO em estabelecer a contribuição como mandamento
    DEUS FOI JUSTO em estabelecer o destino da contribuição
    DEUS FOI JUSTO na porcentagem
    DEUS FOI JUSTO em estabelecer que a porcentagem é subordinada a proporção
    DEUS FOI JUSTO na isenção de dízimo para alguns

    Todo judeu carismático acredita que a porcentagem estabelecida por Deus era JUSTA
    Mas qual seria o princípio que levou Deus a estabelecer justamente 10%? seria o por acaso?


    4. PRINCÍPIO DA ( ISENÇÃO)

    Este princípio pouco se fala acerca dele, no entanto é fundamental termos tal conhecimento.
    Neste princípio se explica que a insuficiência financeira (pobreza) enquadrava o pobre na posição de ISENTO do mandamento de contribuir com os 10%, pois o mesmo estava sem a condição necessária para realizá-lo e com isso, o mesmo ficava isento do mandamento.
    Temos que entender, que um dos motivos pelo qual o mandamento de contribuir é estabelecido, é justamente devido seu condicionamento a uma necessidade, ou seja, no caso do sacerdócio arônico havia a necessidade de suprimentos dos Levitas, órfãos, viúvas, necessitados.
    Então obviamente que os irmãos pobres não poderiam ser dizimistas, mas estavam na dependência de parte do dízimo que servia de auxilio pobreza, neste caso então eles estavam isento do mandamento e na posição do direito a ajudas.

    5. PRINCÍPIO DA ( DESTINAÇÃO) O mandamento da contribuição foi estabelecido por Deus, com determinada finalidade, que seria para suprir as necessidade dos levitas, órfãos, viúvas, pobres estrangeiros ETC.
    logo então, Deus ao estabelecer o mandamento de contribuir, estabeleceu também ao que se destina a tal contribuição, com isso entendemos que no juízo divino ao estabelecer tal mandamento, objetivava alcançar a tal destinação, pois não haveria sentido Deus estabelecer tal mandamento, se não houve a necessidade(motivo) pelo se estabeleceu tal mandamento.
    Portanto o trajeto de realização(cumprimento) deste mandamento tinha por destinação, culminar na sustentação dos levitas, órfãos, viúvas, pobres ETC.

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  43. Caro Valdecy,

    Não discordo de nada sobre a autonomia dos apóstolos em ministrarem os recursos da igreja no seu principio. Mas atentemos para o fato de que eles faziam de maneira a suprir a necessidade dos irmãos, seguindo o mesmo principio pelo qual Deus estabeleceu o dízimo em lei que, além do sustento dos levitas, também era para os necessitados na figura do órfão, viúva e até estrangeiros. Os apóstolos não se preocupavam em direcionar os recursos para outras finalidades que não fosse o benefício dos irmãos carentes. Em pról disso, foi criado o ministério diaconal para cuidar dessa área enquanto os apóstolos se preocupavam na ministração da Palavra. Não vemos isso acontecer atualmente, a não ser por decisão individual dos membros que se compadecem de seus irmãos. Não vemos a liderança das igrejas se preocuparem e administrar os recursos que de boa vontade são doados. Um certo lider conhecido nacionalmente em seu programa de televisão chegou a dizer que a igreja não deve ter compromisso com os necessitados, pois para isso o governo criou o bolsa família, bolsa escola, bolsa desemprego, etc...

    E, voltando a questão de contribuição na igreja, sabemos que o conceito desta aplicado hoje nas igrejas é embasado no dizimo levítico e não no modelo de Melquisedeque. Voce e eu sabemos disso e não tem como negar esse fato. Alguns lideres, inclusive usam a imagem do gafanhoto devorador para intimidar os fiéis a pagarem seus dízimos sob a ameaça de que se o não fizerem terão seus patrimônios, saúde e até a integridade da família atacada por esse inseto que eles transformaram em demônio sem qualquer base bíblica. Você sabe que eu tô falando a verdade. Portanto, meu caro, seria muito mais simples e coerente se nas igrejas se ensinasse a contribuição na maneira como o novo testamento, sob o qual vivemos ensina que é por prontidão de vontade e conforme aquilo que temos. Mas não é conveniente e nem lucrativo.

    (continua)

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    1. (Continuação)

      Sei muito bem que Deus é onisciente e sabia que sua igreja se expandiria como é seu propósito, bem como também sabia que muitos surgiriam para se aproveitar da boa fé dos incautos. Paulo, pelo Espírito Santo profetizou que muitos usariam a religião como fonte de lucro (1Timóteo 6:3-6). Estamos vivenciando isso. Mas como frisei, pois acredito assim que se a igreja fosse doutrinada a contribuir conforme os apóstolos ensinaram, haveria uma transparência da administração dos recursos como era no principio e creio piamente que a igreja cairia na graça do povo e não o contra´rio como vemos.

      Veja Paulo, o apóstolo que Deus chamou para pregar o evangelho a nós, gentios, ensinando sobre a contribuição (não dízimo) e sua finalidade: "Agora, porém, completai também o já começado, para que, assim como houve a prontidão de vontade, haja também o cumprimento, segundo o que tendes. Porque, se há prontidão de vontade, será aceita segundo o que qualquer tem, e não segundo o que não tem" (2Coríntios 8:11,12). Observe que Paulo não estabelece porcentagem, pelo contrário, deixa o irmão livre para contribuir com boa vontade e com aquilo que tem. E ainda ensina sobre o objetivo dessa contribuição: "Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria...Conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres; A sua justiça permanece para sempre...Porque a administração deste serviço, não só supre as necessidades dos santos, mas também é abundante em muitas graças, que se dão a Deus. Visto como, na prova desta administração, glorificam a Deus pela submissão, que confessais quanto ao evangelho de Cristo, e pela liberalidade de vossos dons para com eles, e para com todos" (2Corintios 9:7;9;12,13).

      E quanto aos princípios da contribuição, você sabe, eu sei e até muitos pastores que administram os recursos dos fiéis o sabem. O grande problema é que não praticam. Veja este exemplo: Na lei as viúvas era isentas de dizimarem, mas por lei elas tinham de ser beneficiadas pelos dízimos. Se o dizimista não fizesse isso, não seria abençoado pelo Senhor (Deuteronômio 14:28,29). Mas hoje esse principio não funciona. Minha saudosa sogra era viúva e deu seu dízimo até o último dia de sua vida. Há dois anos o irmão dela, aposentado, mas dizimista também, faleceu e a cerimônia de funeral foi realizada pela família e amigos, pois sequer o seu pastor apareceu, embora morando bem perto.

      Essa é uma realidade pela qual o povo de Deus está abrindo os olhos como eu.

      Reafirmo que continuo sendo contribuinte, mas não dizimista.

      Abraços.

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  44. Prezado, eu não estou, já disse, aprovando o procedimento de nenhum pastor, pois é óbvio que você tem razão há muito mau caráter desfaçado de pastor.
    Mas o que estou lhe explicando ou procurando lhe explicar é que Realmente todos estes princípios que haviam na contribuição na antiga aliança, se ESTABELECE, no NT.
    Ou seja é isso que defendo; o que vejo nas escrituras.
    Mas é óbvio que centenas não conhecem ou conhecem e não querem seguir esses princípios, mas eu não vou anular as escrituras pelo simples fato de haver dezenas de corruptos não as praticando e tirando vantagem disto.

    Na continuação, demonstrarei os princípios sendo praticados e ratificados no NT

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  45. Continuação, 1° princípio
    Vamos conferir o Princípio da VOLUNTARIEDADE no NT

    Vejamos 2 Co 9.7 É dito que a contribuição deve ser conforme o coração propôs, porém em seguida há a exortação de que não pode haver a
    TRISTEZA NO CORAÇÃO, logo isso indicaria que a voluntariedade da pessoa não estava perfeita/completa, caso houvesse tristeza no momento da entrega da contribuição, pois precisaria haver alegria, pois Deus ama aos que voluntariamente contribuem com alegria.

    “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria” (2 Corintios 9:7).

    Note que o PROPÔS diz respeito ao estado do coração, diz respeito a intenção do mesmo, pois em seguida é dito que: NÃO COM TRISTEZA, tristeza onde, a não ser no coração, em seguida é dito que Deus ama ao que Contribui com a ALEGRIA, alegria onde a não ser no coração.
    Ou seja, ambos TRISTEZA ou ALEGRIA, seriam estados proposto pelo coração diante do ato de contribuição.
    Ou seja, tal contribuinte ao separar sua quantidade de contribuição, não o deveria fazer, com tristeza e nem por necessidade e sim fazê-lo com alegria, ou seja, a proporção independente da quantidade deveria ser com alegria.

    No princípio de voluntariedade, há logicamente a essência de PRONTIDÃO/ disposição para si contribuir, ou seja, deve haver no coração DISPOSIÇÃO para contribuir.
    2Co 9:2 porque bem sei a PRONTIDÃO do vosso ÂNIMO, da qual me glorio de vós, para com os macedônios, que a Acaia está pronta desde o ano passado, e o vosso zelo tem estimulado muitos.

    2Co 8:12 Porque, se há PRONTIDÃO DE VONTADE, será aceita segundo o que qualquer tem e não segundo o que não tem.

    Devemos notar também que a PRONTIDÃO/DISPOSIÇÃO sempre está relacionada aos sentimentos ÂNIMO/ VONTADE, ou seja, se não houvesse este desejo, disposição a contribuir, NÃO SERIA ACEITA, mas havendo essa VONTADE de contribuir seria aceita segundo o que TEM, e não segundo o que não tem.
    Essa finalização do verso (NÃO SEGUNDO O QUE NÃO TEM) diz respeito a proporção do que TEM, logo então nestes versos percebemos os dois princípios funcionando no ATO de contribuir
    VOLUNTARIEDADE...........Caracterizada pelo ÂNIMO/VONTADE/PRONTIDÃO
    PROPORÇÃO...................Caracterizada pelo O QUE SE TEM

    Logo em ordem, é primário a VOLUNTARIEDADE e em seguida A PROPORÇÃO, por isso o verso diz:

    2Co 8:12 Porque, se há PRONTIDÃO DE VONTADE, será aceita SEGUNDO O QUE QUALQUER TEM e não segundo o que não tem.

    A contribuição SOMENTE SERIA ACEITA, caso houve os dois princípios, 1° VOLUNTARIEDADE e depois 2° A PROPORÇÃO

    MAS SERIA ACEITA POR QUEM?

    Nos versos diz, que DEUS AMA AO QUE DÁ/CONTRIBUI COM ALEGRIA, logo a aceitação principal seria por parte de Deus

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    1. Não discordo de nada do que você comentou. Eu vejo que a contribuição que Paulo ensina, obedece aquele mesmo principio pelo qual Deus pediu que Moisés falasse ao povo que lhe trouxesse uma oferta alçada para a construção do tabernáculo e de tudo o quanto nele existiria, bem como para o pagamento daqueles que iriam fazer a obra (Êxodo 25). O Senhor ainda enfatizou que a oferta alçada seria de acordo com o que o coração do ofertante se movesse para tal. O povo ofertou com alegria que foi preciso Deus falar para Moisés proibir o povo de continuar trazendo a oferta, pois o que alí havia chegado era o suficiente para realizar a obra que Deus determinou.

      Que lição tiramos disso? Quando existe uma objetividade na aplicação dos recursos, logicamente haverá disposição, ânimo e alegria em se contribuir. Embora o novo testamento mostre claramente qual seja o objetivo do recursos, estes não alcançam os objetivos pelos quais se dizem ser. Atualmente eu estou frequentando uma congregação, onde aceitei a fé que tem 28 anos que iniciou e até hoje não se concluiu. Não por falta de recursos, pois o povo foi ensinado a dar e dá mesmo. Todos os cultos é passada a salva recolhendo ofertas e d